Criado grupo técnico para alteração da mobilidade em Luanda

Luanda – Um grupo técnico que vai consolidar o trabalho para definir as medidas concretas de alteração da mobilidade na província de Luanda, incluindo a circulação e a oferta dos transportes públicos, foi criada hoje, quinta-feira, pelo Governo provincial de Luanda e o Ministério dos Transportes.

O referido grupo, vai trabalhar na solução de algumas inquietações relativas a circulação rodoviária e ferroviária, designadamente, o reduzido número de infraestruturas como pedonais e passadeiras, bem como a ausência de fiscalização nas vias públicas (estradas e caminho-de-ferro).

Criado em resultado da abordagem, pelas duas instituições, do plano de medidas de curto prazo para a melhoria da mobilidade urbana na capital do país, o grupo integra técnicos e especialistas dos Ministérios das Finanças, Interior, Obras Públicas e Ordenamento do Território, e da Administração do Território e Reforma do Estado.  

A este respeito, o secretário de estado para os transportes terrestres, Jorge Bengue, afirmou que a falta de fiscalização tem contribuído para os actos de vandalização dos comboios e autocarros, com o arremesso de pedras e outros objectos contundentes, a deposição de lixo na linha-férrea, e outros comportamentos anti-sociais que contribuem para o cenário de enchentes nas paragens.

Segundo o responsável, o grupo vai igualmente identificar estratégias para a reestruturação das operadoras de transportes púbicos que, no quadro actual da cidade de Luanda (mais de seis milhões de habitantes), se apresentam sem capacidade de resposta técnica e operacional.

De referir que para satisfazer a procura de transportes públicos na cidade de Luanda e consequente melhoria da mobilidade, o Ministério dos Transportes reforçou, no ano passado, a frota de transportes com a introdução de 165 novos meios, perfazendo os actuais 330 autocarros.

Na cidade de Luanda, operam as transportadoras públicas Tcul, Macon, Angoaustral, Rosalina Express, Camcon, Strang, Viação Cidrália e Ango Real.

O referido grupo, vai trabalhar na solução de algumas inquietações relativas a circulação rodoviária e ferroviária, designadamente, o reduzido número de infraestruturas como pedonais e passadeiras, bem como a ausência de fiscalização nas vias públicas (estradas e caminho-de-ferro).

Criado em resultado da abordagem, pelas duas instituições, do plano de medidas de curto prazo para a melhoria da mobilidade urbana na capital do país, o grupo integra técnicos e especialistas dos Ministérios das Finanças, Interior, Obras Públicas e Ordenamento do Território, e da Administração do Território e Reforma do Estado.  

A este respeito, o secretário de estado para os transportes terrestres, Jorge Bengue, afirmou que a falta de fiscalização tem contribuído para os actos de vandalização dos comboios e autocarros, com o arremesso de pedras e outros objectos contundentes, a deposição de lixo na linha-férrea, e outros comportamentos anti-sociais que contribuem para o cenário de enchentes nas paragens.

Segundo o responsável, o grupo vai igualmente identificar estratégias para a reestruturação das operadoras de transportes púbicos que, no quadro actual da cidade de Luanda (mais de seis milhões de habitantes), se apresentam sem capacidade de resposta técnica e operacional.

De referir que para satisfazer a procura de transportes públicos na cidade de Luanda e consequente melhoria da mobilidade, o Ministério dos Transportes reforçou, no ano passado, a frota de transportes com a introdução de 165 novos meios, perfazendo os actuais 330 autocarros.

Na cidade de Luanda, operam as transportadoras públicas Tcul, Macon, Angoaustral, Rosalina Express, Camcon, Strang, Viação Cidrália e Ango Real.