Concurso público intensifica aglomerado na identificação civil

Ndalatando - O serviço de Identificação Civil e Notariado na província do Cuanza Norte regista enchentes fora do normal, nas primeiras horas da manhã, devido ao concurso público no sector da Educação para ingresso de auxiliares de limpeza.

Em declarações à ANGOP, o responsável local da identificação civil, Eduardo Moniz, esclareceu que essa situação acontece sobretudo nos primeiros e últimos meses do ano, altura em que começam as matrículas escolares ou ingresso na função pública.

No entanto, explicou que as restrições impostas pela covid-19, que reduziu a presença de trabalhadores na instituição e a  capacidade de atendimento de cerca de 200 cidadãos por dia, para 100, desde Maio, contribui também para este grande afluxo de cidadão.

Apontou ainda a quebra no sinal de internet, que os impede de trabalhar, como mais um dos factores para essas enchentes, sublinhado que apesar desses constragimentos já foram emitidos, desde o início do ano, no município de Cazengo, sede da província,  554 registos criminais e 442 Bilhetes de Identidade, dos quais, 161 pela primeira vez.

Quanto ao atraso na entrega dos documentos dos cidadãos que os trataram depois de 12 de Novembro, Eduardo Moniz, não avançou os motivos, mas assegurou que a partir de segunda-feira, 18 de Janeiro, o problema será ultrapassado.

As medidas do novo Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, em função das restrições da covid-19, os serviços públicos vão funcionar das 8 às 15 horas  com 75% da força de trabalho. O Decreto vai vigorar de 11 de Janeiro a 09 de Fevereiro.

Utentes

Os utentes, segundo apurou a ANGOP, começam a chegar ao local por volta das 05 horas, na esperança de obter ou receber o Bilhete de Identidade ou Certificado de Registo Criminal.

Para Celestino Manuel há mais de dois dias que acorda cedo na tentativa de obter os dois documentos, mas sem sucesso, em função da enchente e do número limitado de utentes que são atendidos diariamente, em média 100 por dia.   

Já Alice Nzamba, estudante da 10ª classe, refere que documentos depois de tratados não são entregues nos prazos previstos, como prova explicou ter tratado o BI em finais de Novembro de 2020, e que até ao momento ainda não lhe foi entregue.

 

 

 

 

 

Em declarações à ANGOP, o responsável local da identificação civil, Eduardo Moniz, esclareceu que essa situação acontece sobretudo nos primeiros e últimos meses do ano, altura em que começam as matrículas escolares ou ingresso na função pública.

No entanto, explicou que as restrições impostas pela covid-19, que reduziu a presença de trabalhadores na instituição e a  capacidade de atendimento de cerca de 200 cidadãos por dia, para 100, desde Maio, contribui também para este grande afluxo de cidadão.

Apontou ainda a quebra no sinal de internet, que os impede de trabalhar, como mais um dos factores para essas enchentes, sublinhado que apesar desses constragimentos já foram emitidos, desde o início do ano, no município de Cazengo, sede da província,  554 registos criminais e 442 Bilhetes de Identidade, dos quais, 161 pela primeira vez.

Quanto ao atraso na entrega dos documentos dos cidadãos que os trataram depois de 12 de Novembro, Eduardo Moniz, não avançou os motivos, mas assegurou que a partir de segunda-feira, 18 de Janeiro, o problema será ultrapassado.

As medidas do novo Decreto Presidencial sobre a Situação de Calamidade Pública, em função das restrições da covid-19, os serviços públicos vão funcionar das 8 às 15 horas  com 75% da força de trabalho. O Decreto vai vigorar de 11 de Janeiro a 09 de Fevereiro.

Utentes

Os utentes, segundo apurou a ANGOP, começam a chegar ao local por volta das 05 horas, na esperança de obter ou receber o Bilhete de Identidade ou Certificado de Registo Criminal.

Para Celestino Manuel há mais de dois dias que acorda cedo na tentativa de obter os dois documentos, mas sem sucesso, em função da enchente e do número limitado de utentes que são atendidos diariamente, em média 100 por dia.   

Já Alice Nzamba, estudante da 10ª classe, refere que documentos depois de tratados não são entregues nos prazos previstos, como prova explicou ter tratado o BI em finais de Novembro de 2020, e que até ao momento ainda não lhe foi entregue.