Habitantes das margens do rio Kwanza deixam residências devido inundações

  • Nascente do rio Kwanza
Dondo – Cerca de quatro mil populares que habitam nas margens do rio Kwanza, na comuna de Massangano, em Cambambe (província do Cuanza Norte), estão a abandonar as suas residências devido as inundações provocadas pela descarga das albufeiras das três barragens construídas ao longo do percurso.

Trata-se da população das localidades de Carinda, Ngolo, Cambondo, Cassequel, Kixingango, Lola, Maculumbi, Mulende e Musseque Cariapuco.

O abandono temporário das habitações consta das medidas de segurança adoptadas pelas autoridades do município, para se prevenirem contra as inundações provocadas pelo aumento do caudal do rio, devido a abertura das comportas das barragens de Capada, Laúca e Cambambe.

O administrador comunal de Massangano, Manuel Pascoal Simão, disse à Angop que neste momento abandonaram já as áreas de risco os habitantes das aldeias de Cassequel e Kixingango.

A população está abrigada em diques de contenção de água, construídos para prevenir inundações de campos agrícolas, além de estar a recolher os produtos agrícolas, cultivados a beira do rio.

Apesar de estarem ainda em fase de maturação, o responsável disse que a população está a retirar os produtos, para evitar prejuízos.

A transferência da população das demais  aldeias previstas será feita a medida que as águas avançarem para os locais de habitação.

O comandante municipal de Cambambe do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, Ilídio Gonçalves Diogo, assegurou que a situação está a ser acompanhada pelas autoridades locais, que estão a monitorar o aumento do caudal, cujo nível das águas ainda não representa perigo.

Esclareceu que uma equipa daquele órgão, em parceria com a direcção da Empresa de Produção de Electricidade (Prodel), continua a sensibilizar as populações para a sua transferência para zonas segurar, tendo em conta o ligeiro aumento do nível das águas.

"Neste momento, assiste- se a um aumento das águas, sobretudo no período da manhã, tendo em conta as quantidades libertadas ao longo da madrugada, mas sem grande perigo, uma situação que continuaremos a monitorar tendo em vista a segurança das famílias", referiu.

Na quarta-feira, em comunicado, a Prodel instou a população que habita as margens do rio Kwanza a deixarem a área, por causa das inundações provocadas pela descarga das albufeiras das barragens, iniciada na última sexta-feira.

A descarga dessas albufeiras, que acontece todos os anos de Outubro a Abril, visa regularizar o volume de água nas barragens, mantendo a quantidade suficiente para o normal funcionamento dos empreendimentos.
A última vazão de água ocorreu de Fevereiro a Março deste ano, afectando mais de quatro mil populares e seus haveres, incluindo a inundação de campos cultivados ao longo das margens do rio.

Trata-se da população das localidades de Carinda, Ngolo, Cambondo, Cassequel, Kixingango, Lola, Maculumbi, Mulende e Musseque Cariapuco.

O abandono temporário das habitações consta das medidas de segurança adoptadas pelas autoridades do município, para se prevenirem contra as inundações provocadas pelo aumento do caudal do rio, devido a abertura das comportas das barragens de Capada, Laúca e Cambambe.

O administrador comunal de Massangano, Manuel Pascoal Simão, disse à Angop que neste momento abandonaram já as áreas de risco os habitantes das aldeias de Cassequel e Kixingango.

A população está abrigada em diques de contenção de água, construídos para prevenir inundações de campos agrícolas, além de estar a recolher os produtos agrícolas, cultivados a beira do rio.

Apesar de estarem ainda em fase de maturação, o responsável disse que a população está a retirar os produtos, para evitar prejuízos.

A transferência da população das demais  aldeias previstas será feita a medida que as águas avançarem para os locais de habitação.

O comandante municipal de Cambambe do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, Ilídio Gonçalves Diogo, assegurou que a situação está a ser acompanhada pelas autoridades locais, que estão a monitorar o aumento do caudal, cujo nível das águas ainda não representa perigo.

Esclareceu que uma equipa daquele órgão, em parceria com a direcção da Empresa de Produção de Electricidade (Prodel), continua a sensibilizar as populações para a sua transferência para zonas segurar, tendo em conta o ligeiro aumento do nível das águas.

"Neste momento, assiste- se a um aumento das águas, sobretudo no período da manhã, tendo em conta as quantidades libertadas ao longo da madrugada, mas sem grande perigo, uma situação que continuaremos a monitorar tendo em vista a segurança das famílias", referiu.

Na quarta-feira, em comunicado, a Prodel instou a população que habita as margens do rio Kwanza a deixarem a área, por causa das inundações provocadas pela descarga das albufeiras das barragens, iniciada na última sexta-feira.

A descarga dessas albufeiras, que acontece todos os anos de Outubro a Abril, visa regularizar o volume de água nas barragens, mantendo a quantidade suficiente para o normal funcionamento dos empreendimentos.
A última vazão de água ocorreu de Fevereiro a Março deste ano, afectando mais de quatro mil populares e seus haveres, incluindo a inundação de campos cultivados ao longo das margens do rio.