Infra-estruturação do bairro KM 11 gasta mais de 100 milhões de kwanzas

Ndalatando- Pelo menos 100 milhões de kwanzas foram investidos nas obras de infra-estruturação do projecto de auto-construção dirigida, em edificação na área do Quilometro Onze (KM 11), no âmbito das acções de melhoria das condições de habitabilidade dos munícipes.

O projecto, iniciado em Maio de 2020 e  localizado  a 11 quilómetros de Ndalatando , está a ser erguido numa área de 262, 32 hectares, para mais de três mil lotes. Conta com 700 parcelas de terra loteadas, das quais 495 foram já distribuídas.

No local, estão a ser preparados, inicialmente, 2.940 lotes, sendo 860 na primeira fase, 1.100 na segunda e 980 na terceira.

Contempla uma parcela de 187,5 metros quadrados (12,5x15 metros) por família, ao custo de 140 mil e 370 kwanzas, a ser liquidado num prazo de 18 meses (cerca de oito mil Kz/mês).

Para além do contrato-promessa, os beneficiários são contemplados, no acto de entrega, com a declaração de posse do terreno, licença e planta de construção, bem como croquis de localização.

Segundo o vice-governador do Cuanza Norte para a área de serviços técnicos e infra-estruturas, Mendonça Luís, que falava à ANGOP sobre as empreitadas em curso, o projecto de infra-estruturação do novo loteamento não conta com recursos provenientes do Orçamento Geral do Estado, por ainda não ter sido inscrito no OGE.

Mendonça Luís revelou que está a ser executado com contribuições e doações de particulares, facto que está a atrasar a sua conclusão.

Conforme Mendonça Luís, o loteamento do KM 11 conta já com água potável fornecida por um furo artesiano instalado no local, energia eléctrica da rede pública e arruamentos.

Está ainda projectada a construção de um posto policial, escola primária, infantário, igreja, posto de saúde, bombeiros, área comercial e de infra-estruturas de recreação e desportivas.

O projecto, que conta já com mais de 100 casas particulares em construção, possui 12 residências-modelo já concluídas, de diferentes tipologias, edificadas pelo governo.

O bairro vai beneficiar de uma conduta de abastecimento de água, derivada da nova estação de captação de Ndalatando, que será construída no rio Lucala.

Com vista a assegura a ocupação efectiva dos lotes, Mendonça Luís informou que o governo local está a fazer advocacia junto dos bancos no sentido de viabilizar créditos habitacionais aos cidadãos que queiram aderir ao referido projecto de autoconstrução dirigida.

Projectado inicialmente para o realojamento das 265 famílias que viram as suas residências destruídas em Ndalatando, em consequência das chuvas de Abril de 2020, o espaço está agora a ser aproveitado para o reassentamento de famílias que construíram em zonas de risco, como encostas de montanhas, leitos de rios, cursos de água.

Vai também albergar cidadãos interessados em adquirir espaços para a construção de moradias ou de estabelecimentos comerciais.

Segundo Mendonça Luís, perto de 1.564 famílias vivem em zonas de risco no  Cuanza Norte, que tem um deficit habitacional de mais de  50 mil residências.

Recentemente, o governador do Cuanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, apontou a conclusão daquele projecto como alternativa à expansão e descongestionamento da cidade de Ndalatando, capital da província.

 A cidade, inicialmente concebida para pouco menos de 20 mil habitantes, acolhe, actualmente, 262 mil residentes, facto que tem estado na base de “muitos problemas” estruturais, sobretudo no domínio do fornecimento de água potável.

Com este projecto, o Governo Provincial pretende promover um modelo de autoconstrução dirigida de habitações condignas em zonas urbanizadas e desencorajar as construções em áreas de risco.

Pretende, também, fomentar, no local a agricultura, num loteamento agrário, onde estão a ser preparados mais de 75 hectares de terras para o cultivo, a serem entregues a 150 beneficiários, numa primeira fase.

Cada beneficiário vai receber meio hectare para actividade agrícola. A ideia é integrar no processo produtivo os futuros moradores do bairro, incentivando-os a fazerem parte de uma cooperativa agrícola.

A sua localização, numa zona plana e nobre, junto a Estrada Nacional 230, sem riscos de inundações e com serviços básicos é apontada como uma das principais vantagens da nova zona residencial.

O novo bairro constitui o primeiro projecto urbanístico do género a ser implantado no Cuanza Norte, desde a proclamação da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975.

 

O projecto, iniciado em Maio de 2020 e  localizado  a 11 quilómetros de Ndalatando , está a ser erguido numa área de 262, 32 hectares, para mais de três mil lotes. Conta com 700 parcelas de terra loteadas, das quais 495 foram já distribuídas.

No local, estão a ser preparados, inicialmente, 2.940 lotes, sendo 860 na primeira fase, 1.100 na segunda e 980 na terceira.

Contempla uma parcela de 187,5 metros quadrados (12,5x15 metros) por família, ao custo de 140 mil e 370 kwanzas, a ser liquidado num prazo de 18 meses (cerca de oito mil Kz/mês).

Para além do contrato-promessa, os beneficiários são contemplados, no acto de entrega, com a declaração de posse do terreno, licença e planta de construção, bem como croquis de localização.

Segundo o vice-governador do Cuanza Norte para a área de serviços técnicos e infra-estruturas, Mendonça Luís, que falava à ANGOP sobre as empreitadas em curso, o projecto de infra-estruturação do novo loteamento não conta com recursos provenientes do Orçamento Geral do Estado, por ainda não ter sido inscrito no OGE.

Mendonça Luís revelou que está a ser executado com contribuições e doações de particulares, facto que está a atrasar a sua conclusão.

Conforme Mendonça Luís, o loteamento do KM 11 conta já com água potável fornecida por um furo artesiano instalado no local, energia eléctrica da rede pública e arruamentos.

Está ainda projectada a construção de um posto policial, escola primária, infantário, igreja, posto de saúde, bombeiros, área comercial e de infra-estruturas de recreação e desportivas.

O projecto, que conta já com mais de 100 casas particulares em construção, possui 12 residências-modelo já concluídas, de diferentes tipologias, edificadas pelo governo.

O bairro vai beneficiar de uma conduta de abastecimento de água, derivada da nova estação de captação de Ndalatando, que será construída no rio Lucala.

Com vista a assegura a ocupação efectiva dos lotes, Mendonça Luís informou que o governo local está a fazer advocacia junto dos bancos no sentido de viabilizar créditos habitacionais aos cidadãos que queiram aderir ao referido projecto de autoconstrução dirigida.

Projectado inicialmente para o realojamento das 265 famílias que viram as suas residências destruídas em Ndalatando, em consequência das chuvas de Abril de 2020, o espaço está agora a ser aproveitado para o reassentamento de famílias que construíram em zonas de risco, como encostas de montanhas, leitos de rios, cursos de água.

Vai também albergar cidadãos interessados em adquirir espaços para a construção de moradias ou de estabelecimentos comerciais.

Segundo Mendonça Luís, perto de 1.564 famílias vivem em zonas de risco no  Cuanza Norte, que tem um deficit habitacional de mais de  50 mil residências.

Recentemente, o governador do Cuanza Norte, Adriano Mendes de Carvalho, apontou a conclusão daquele projecto como alternativa à expansão e descongestionamento da cidade de Ndalatando, capital da província.

 A cidade, inicialmente concebida para pouco menos de 20 mil habitantes, acolhe, actualmente, 262 mil residentes, facto que tem estado na base de “muitos problemas” estruturais, sobretudo no domínio do fornecimento de água potável.

Com este projecto, o Governo Provincial pretende promover um modelo de autoconstrução dirigida de habitações condignas em zonas urbanizadas e desencorajar as construções em áreas de risco.

Pretende, também, fomentar, no local a agricultura, num loteamento agrário, onde estão a ser preparados mais de 75 hectares de terras para o cultivo, a serem entregues a 150 beneficiários, numa primeira fase.

Cada beneficiário vai receber meio hectare para actividade agrícola. A ideia é integrar no processo produtivo os futuros moradores do bairro, incentivando-os a fazerem parte de uma cooperativa agrícola.

A sua localização, numa zona plana e nobre, junto a Estrada Nacional 230, sem riscos de inundações e com serviços básicos é apontada como uma das principais vantagens da nova zona residencial.

O novo bairro constitui o primeiro projecto urbanístico do género a ser implantado no Cuanza Norte, desde a proclamação da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975.