Polícia desmantela rede de ladrões de produtos agrícolas

  • Mandioca (Foto ilustração)
Ndalatando - A Polícia Nacional anunciou, esta terça-feira, em Ndalatando, o desmantalamento de uma rede de cidadãos que se dedicava ao roubo de produtos em campos agrícolas no município do Cazengo, província do Cuanza Norte.

De acordo com o segundo comandante municipal do Cazengo da corporação, Miguel Paulo, a operação contou com o apoio do Serviço de Investigação Criminal (SIC).

Anunciou terem sido detidos 17 cidadãos, com idades compreendidas entre os 16 e 30 anos, supostamente implicados na mesma rede e recuperado quantidades indeterminadas de produtos agrícolas roubados.

A autoridade policial revelou que a operação de desmantelamento ocorreu nas localidades de Quirima, Quilometro Onze e Capalanga, graças a denúncias dos camponeses afectados.

José António, um dos visados pelos roubos, disse que os agricultores do Cazengo têm sido, nos últimos meses, vítimas de ataques de meliantes.

Sublinhou que, além de roubarem os produtos, os ladrões proferem também ameaças com instrumentos cortantes, como catanas e facas, para semear o medo e desencorajar os camponeses de frequentarem às suas lavras.

Esclareceu que os roubos ocorrem, sobretudo, no princípio da manhã e a meio da tarde, altura em que os proprietários dos campos estão a preparar o regresso à casa.

Os ladroes usam motas, vulgarmente conhecidas como “kupapatas”, e carrinhas alugadas para transportarem os produtos roubados, para os mercados onde são comercializados.

Mandioca, abacate, ginguba e banana estão entre os principais produtos roubados, devido a procura dos mesmos nos mercados da região.

Por seu turno, Joana António, igualmente visada, disse que a acção dos meliantes provocou prejuízos financeiros incalculáveis.

Adiantou que a sua lavra vem sendo alvo de roubos desde Dezembro de 2020 e perdeu, até ao momento vários hectares de mandioca, além de quantidades indeterminadas de abacate e banana.

O mercado da mandioca, junto ao "Nosso Super" de Ndalatando, e o de Catome de Cima são os destinos preferidos pelos meliantes para a venda dos produtos roubados.

De acordo com o segundo comandante municipal do Cazengo da corporação, Miguel Paulo, a operação contou com o apoio do Serviço de Investigação Criminal (SIC).

Anunciou terem sido detidos 17 cidadãos, com idades compreendidas entre os 16 e 30 anos, supostamente implicados na mesma rede e recuperado quantidades indeterminadas de produtos agrícolas roubados.

A autoridade policial revelou que a operação de desmantelamento ocorreu nas localidades de Quirima, Quilometro Onze e Capalanga, graças a denúncias dos camponeses afectados.

José António, um dos visados pelos roubos, disse que os agricultores do Cazengo têm sido, nos últimos meses, vítimas de ataques de meliantes.

Sublinhou que, além de roubarem os produtos, os ladrões proferem também ameaças com instrumentos cortantes, como catanas e facas, para semear o medo e desencorajar os camponeses de frequentarem às suas lavras.

Esclareceu que os roubos ocorrem, sobretudo, no princípio da manhã e a meio da tarde, altura em que os proprietários dos campos estão a preparar o regresso à casa.

Os ladroes usam motas, vulgarmente conhecidas como “kupapatas”, e carrinhas alugadas para transportarem os produtos roubados, para os mercados onde são comercializados.

Mandioca, abacate, ginguba e banana estão entre os principais produtos roubados, devido a procura dos mesmos nos mercados da região.

Por seu turno, Joana António, igualmente visada, disse que a acção dos meliantes provocou prejuízos financeiros incalculáveis.

Adiantou que a sua lavra vem sendo alvo de roubos desde Dezembro de 2020 e perdeu, até ao momento vários hectares de mandioca, além de quantidades indeterminadas de abacate e banana.

O mercado da mandioca, junto ao "Nosso Super" de Ndalatando, e o de Catome de Cima são os destinos preferidos pelos meliantes para a venda dos produtos roubados.