OMA empenha-se na construção de Angola próspera

  • Huambo: Militantes da OMA participantes à Sessão
Luanda- A Organização da Mulher Angolana (OMA) está empenhada na construção de um projecto nacional abrangente que enalteça o orgulho nacional e a auto-estima dos angolanos e que transforme angola num país  próspero em que seja erradicada a fome e a pobreza .

Numa nota à imprensa, o braço feminino do MPLA exorta a mulher angolana a continuar a inspirar-se nos ideias das suas fundadoras e que , em cada momento encontre formas de valorizar o seu legado histórico, já que cumpriram um papel digno de realce.

“59 anos após a sua criação, a OMA mantém-se  empenhada na construção de um projecto nacional  abrangente, que enalteça o orgulho nacional e a auto-estima dos angolanos e que transforme Angola num país  próspero em que seja erradicada a fome e a pobreza” – destaca.

A organização feminina defende, entretanto, a criação contínua de mecanismo de valorização do papel da mulher na família e na sociedade, promovendo a sua maior participação a todos os níveis e em todos os domínios da vida politica, económica social e cultural do país.

Na “Nota-Declaração” sobre o seu 59º aniversário, assinalado domingo (dia 10 de Janeiro), chegada hoje à Angop, a OMA defende o aumento de politicas públicas que visam a igualdade no género e a dignificação e valorização da mulher angolana.

Encoraja todas as mulheres angolanas, em especial as jovens, a continuarem a dar o melhor de si, em todas as áreas de desenvolvimentos, de modo a elevar os ideias de amor a pátria e a consolidar a unidade nacional, princípios sobre os quais as veteranas da Luta de Libertação Nacional privilegiavam e que devem prevalecer.

"O  ano de 2021, marcante pela realização do 8º Congresso do MPLA e do 7º Congresso da OMA, exortamos a mulher angolana - reunida em torno da organização - a tomar a dianteira de forma massiva e activa, na preparação e organização destes eventos históricos, pois deles sairão importantes decisões da vida politica, económica e social do país", refere o comunicado.

Neste momento de comemorações do 59º aniversario da sua criação, renova o seu firme propósito de continuar a afirmar-se como forte esteio do MPLA e peça fundamental para a educação, mobilização, sensibilização das mulheres para a realizações dos ideias  políticos.

O objectivo, aclara o documento, é primar pelo crescimento da base militante do partido no poder; pela elevação da formação; e dar a sua contribuição em todas as áreas do saber para o desenvolvimento socioeconómico do país.

“A OMA exalta a coragem e a abnegação da mulher angolana, com grande contribuição efectivada no campo politico, visando despertar uma compreensão sobre a liberdade, em defesa e garantia da sua emancipação e na luta contra a ocupação colonial”, lê-se na Declaração de Aniversário.


A OMA foi fundada a 10 de Janeiro de 1962, no então Congo-Leopoldville, hoje RDC, inicialmente  por um grupo de mulheres angolanas filiadas na associação filantrópica  denominada "Kudiangó", que face à intensificação da luta armada e outros desafios foram encetadas diligências para a criação de uma organização politica feminina do MPLA.
 

Numa nota à imprensa, o braço feminino do MPLA exorta a mulher angolana a continuar a inspirar-se nos ideias das suas fundadoras e que , em cada momento encontre formas de valorizar o seu legado histórico, já que cumpriram um papel digno de realce.

“59 anos após a sua criação, a OMA mantém-se  empenhada na construção de um projecto nacional  abrangente, que enalteça o orgulho nacional e a auto-estima dos angolanos e que transforme Angola num país  próspero em que seja erradicada a fome e a pobreza” – destaca.

A organização feminina defende, entretanto, a criação contínua de mecanismo de valorização do papel da mulher na família e na sociedade, promovendo a sua maior participação a todos os níveis e em todos os domínios da vida politica, económica social e cultural do país.

Na “Nota-Declaração” sobre o seu 59º aniversário, assinalado domingo (dia 10 de Janeiro), chegada hoje à Angop, a OMA defende o aumento de politicas públicas que visam a igualdade no género e a dignificação e valorização da mulher angolana.

Encoraja todas as mulheres angolanas, em especial as jovens, a continuarem a dar o melhor de si, em todas as áreas de desenvolvimentos, de modo a elevar os ideias de amor a pátria e a consolidar a unidade nacional, princípios sobre os quais as veteranas da Luta de Libertação Nacional privilegiavam e que devem prevalecer.

"O  ano de 2021, marcante pela realização do 8º Congresso do MPLA e do 7º Congresso da OMA, exortamos a mulher angolana - reunida em torno da organização - a tomar a dianteira de forma massiva e activa, na preparação e organização destes eventos históricos, pois deles sairão importantes decisões da vida politica, económica e social do país", refere o comunicado.

Neste momento de comemorações do 59º aniversario da sua criação, renova o seu firme propósito de continuar a afirmar-se como forte esteio do MPLA e peça fundamental para a educação, mobilização, sensibilização das mulheres para a realizações dos ideias  políticos.

O objectivo, aclara o documento, é primar pelo crescimento da base militante do partido no poder; pela elevação da formação; e dar a sua contribuição em todas as áreas do saber para o desenvolvimento socioeconómico do país.

“A OMA exalta a coragem e a abnegação da mulher angolana, com grande contribuição efectivada no campo politico, visando despertar uma compreensão sobre a liberdade, em defesa e garantia da sua emancipação e na luta contra a ocupação colonial”, lê-se na Declaração de Aniversário.


A OMA foi fundada a 10 de Janeiro de 1962, no então Congo-Leopoldville, hoje RDC, inicialmente  por um grupo de mulheres angolanas filiadas na associação filantrópica  denominada "Kudiangó", que face à intensificação da luta armada e outros desafios foram encetadas diligências para a criação de uma organização politica feminina do MPLA.