Desconhecidos vandalizam largo recém reabilitado no Libolo

Cuanza Sul – Cidadãos desconhecidos retiraram e destruíram, nesta quinta-feira, as lâmpadas dos candeeiros instalados no Largo 1º de Maio, na vila de Calulo, município do Libolo, província do Cuanza Sul, inaugurado a menos de uma semana, soube hoje a Angop.

A obra de benfeitoria, orçada em mais de nove milhões e seiscentos mil kwanzas, englobou as envolventes da escola Nkwame Ncruma, assim como os passeios e jardins ao longo do Hospital Municipal, cujos trabalhos ainda prosseguem.

A reabilitação dessas das infra-estruturas sociais enquadra-se no âmbito do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza.

Em entrevista à Angop, o administrador municipal do Libolo, Rui Feliciano Miguel, disse que, em consequência disso, está suspensa a instalação do sistema de internet em banda larga no local, com receio de que o equipamento venha a ser extraviado.

Informou que a polícia já foi notificada e que diligências estão em curso para a detenção dos prevaricadores.  

Segundo o responsável, dada a proximidade do largo a instituições como escolas e hospital, o serviço gratuito de internet podia ajudar os alunos e potenciais pesquisadores.

Por este facto, Rui Feliciano Miguel apela os munícipes a denunciarem actos que lesem os bens públicos.

Munícipes indignados

O destruição dos bens públicos deixa os munícipes do Libolo entristecidos, na medida em que não contribui para o seu bem-estar.

Marta Pedro, moradora no Bairro Cassequel, lamenta o sucedido e recorda que num passado recente, os jovens clamavam por espaços de lazer, desejo atendido pelo Governo, mas que em pouco tempo já começaram a destruir.

“Estamos muito felizes com as melhorias que estão a acontecer aqui no Libolo, como a asfaltagem das ruas, iluminação pública e melhoria no fornecimento da água. Por isso, pedimos à polícia que encontre os inimigos do bem-estar”, disse a moradora.

Outro cidadão, Daniel Paulo, disse à Angop que a vila de Calulo ganhou uma nova imagem, fruto das benfeitorias feitas pelo Governo, pelo que reprova a destruição ou o desvio de bens públicos para uso pessoal.

“Apelo a todos libolenses a denunciarem quem for encontrado com as lâmpadas desse largo, que até não são comuns e fáceis de identificar”, suplicou.

A vila de Calulo, município do Libolo, tem merecido elogios dos seus habitantes por apresentar-se totalmente iluminada no período nocturno, ruas completamente asfaltadas e, sobretudo, um eficiente saneamento básico.

“Estamos a fazer de tudo para que os nossos munícipes sintam-se num espaço bom para se viver, mas a continuar com actos iguais de vandalismo, será difícil mantermos esse ritmo”, lamentou à Angop, o administrador municipal Rui Feliciano Miguel.

A obra de benfeitoria, orçada em mais de nove milhões e seiscentos mil kwanzas, englobou as envolventes da escola Nkwame Ncruma, assim como os passeios e jardins ao longo do Hospital Municipal, cujos trabalhos ainda prosseguem.

A reabilitação dessas das infra-estruturas sociais enquadra-se no âmbito do Programa de Desenvolvimento Local e Combate à Pobreza.

Em entrevista à Angop, o administrador municipal do Libolo, Rui Feliciano Miguel, disse que, em consequência disso, está suspensa a instalação do sistema de internet em banda larga no local, com receio de que o equipamento venha a ser extraviado.

Informou que a polícia já foi notificada e que diligências estão em curso para a detenção dos prevaricadores.  

Segundo o responsável, dada a proximidade do largo a instituições como escolas e hospital, o serviço gratuito de internet podia ajudar os alunos e potenciais pesquisadores.

Por este facto, Rui Feliciano Miguel apela os munícipes a denunciarem actos que lesem os bens públicos.

Munícipes indignados

O destruição dos bens públicos deixa os munícipes do Libolo entristecidos, na medida em que não contribui para o seu bem-estar.

Marta Pedro, moradora no Bairro Cassequel, lamenta o sucedido e recorda que num passado recente, os jovens clamavam por espaços de lazer, desejo atendido pelo Governo, mas que em pouco tempo já começaram a destruir.

“Estamos muito felizes com as melhorias que estão a acontecer aqui no Libolo, como a asfaltagem das ruas, iluminação pública e melhoria no fornecimento da água. Por isso, pedimos à polícia que encontre os inimigos do bem-estar”, disse a moradora.

Outro cidadão, Daniel Paulo, disse à Angop que a vila de Calulo ganhou uma nova imagem, fruto das benfeitorias feitas pelo Governo, pelo que reprova a destruição ou o desvio de bens públicos para uso pessoal.

“Apelo a todos libolenses a denunciarem quem for encontrado com as lâmpadas desse largo, que até não são comuns e fáceis de identificar”, suplicou.

A vila de Calulo, município do Libolo, tem merecido elogios dos seus habitantes por apresentar-se totalmente iluminada no período nocturno, ruas completamente asfaltadas e, sobretudo, um eficiente saneamento básico.

“Estamos a fazer de tudo para que os nossos munícipes sintam-se num espaço bom para se viver, mas a continuar com actos iguais de vandalismo, será difícil mantermos esse ritmo”, lamentou à Angop, o administrador municipal Rui Feliciano Miguel.