Detidos fiscais envolvidos em caça furtiva no parque do Bicuar

  • Tráfico de espécies da fauna e flora selvagem põe elefantes sob risco
Lubango - Sete cidadão entre os 34 aos 56 anos de idade, dois dos quais fiscais do Parque Nacional do Bicuar, foram detidos pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) na Huíla, por supostamente estarem implicados no abate de um elefante e tráfico de marfim.

Para além do elefante morto no interior da reserva natural, os suspeitos dedicavam-se igualmente à matança de animais de pequeno porte.

Os implicados foram apanhados em flagrante delito no interior do parque, mais precisamente no município de Quipungo, na madrugada de sexta-feira, quando perpetuavam mais uma caçada, abortada pelo SIC, na sequência de uma micro-operação, informou hoje, segunda-feira, no Lubango, o seu porta-voz Sebastião Vika.

 

Observou ainda que os envolvidos, acusados dos crimes de associação criminosa e agressão ao ambiente, tinham em sua posse sete armas de fogo do tipo AKM e uma Caçadeira.

 

Conforme o porta-voz, os suspeitos tinham como preferência o abate de elefantes para comercializarem o marfim a cidadãos namibianos que chegavam por via terrestre em motorizadas, usando atalhos até ao município da Matala, onde encontravam-se com os caçadores.

Da acção policial, segundo a fonte, foi possível recuperar de 16 carcaças frescas de animais abatidos, entre bambis e javalis, revelando que os crimes que atentam à fauna ou flora estão a ganhar corpo, pelo que as autoridades reforçaram a investigação.  

No acto de apresentação dos suspeitos, um deles, caçador assumido, admitiu ter morto um elefante em Fevereiro, à beira do rio, em companhia de um outro comparsa e que teria vendido o marfim por cinco mil Rands (modeda sul-africana), a um cidadão namibiano e usado a carne para consumo próprio.

Já um dos fiscais acusado avançou que não fez parte da operação para matar o elefante, mas no entanto ajudou o caçador a procurar bambis para alimentarem-se.

O Parque Nacional do Bicuar está a 165 quilómetros da cidade de Lubango, numa área de sete mil e 900 quilómetros quadrados, tendo como limites, os municípios de Quipungo, Matala, Chibia e Gambos. Foi criado com o objectivo de proteger e defender diversos animais selvagens.

O parque foi estabelecido como reserva de caça em 1938 e elevado a parque nacional em Dezembro de 1964. Habitam no Parque Nacional do Bicuar animais como elefantes, chita, leopardo-caçador, palanca vermelha, hienas, mabecos, onças, olongos, javalis, bâmbis, entre outros.

Para além do elefante morto no interior da reserva natural, os suspeitos dedicavam-se igualmente à matança de animais de pequeno porte.

Os implicados foram apanhados em flagrante delito no interior do parque, mais precisamente no município de Quipungo, na madrugada de sexta-feira, quando perpetuavam mais uma caçada, abortada pelo SIC, na sequência de uma micro-operação, informou hoje, segunda-feira, no Lubango, o seu porta-voz Sebastião Vika.

 

Observou ainda que os envolvidos, acusados dos crimes de associação criminosa e agressão ao ambiente, tinham em sua posse sete armas de fogo do tipo AKM e uma Caçadeira.

 

Conforme o porta-voz, os suspeitos tinham como preferência o abate de elefantes para comercializarem o marfim a cidadãos namibianos que chegavam por via terrestre em motorizadas, usando atalhos até ao município da Matala, onde encontravam-se com os caçadores.

Da acção policial, segundo a fonte, foi possível recuperar de 16 carcaças frescas de animais abatidos, entre bambis e javalis, revelando que os crimes que atentam à fauna ou flora estão a ganhar corpo, pelo que as autoridades reforçaram a investigação.  

No acto de apresentação dos suspeitos, um deles, caçador assumido, admitiu ter morto um elefante em Fevereiro, à beira do rio, em companhia de um outro comparsa e que teria vendido o marfim por cinco mil Rands (modeda sul-africana), a um cidadão namibiano e usado a carne para consumo próprio.

Já um dos fiscais acusado avançou que não fez parte da operação para matar o elefante, mas no entanto ajudou o caçador a procurar bambis para alimentarem-se.

O Parque Nacional do Bicuar está a 165 quilómetros da cidade de Lubango, numa área de sete mil e 900 quilómetros quadrados, tendo como limites, os municípios de Quipungo, Matala, Chibia e Gambos. Foi criado com o objectivo de proteger e defender diversos animais selvagens.

O parque foi estabelecido como reserva de caça em 1938 e elevado a parque nacional em Dezembro de 1964. Habitam no Parque Nacional do Bicuar animais como elefantes, chita, leopardo-caçador, palanca vermelha, hienas, mabecos, onças, olongos, javalis, bâmbis, entre outros.