Diálogo inter-eclesial busca unidade entre igrejas

  • Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato fala na Reunião Ordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros1871272020
Luanda – O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, disse hoje, quinta-feira, em Luanda, que a primeira conferência sobre “O reforço do diálogo inter-eclesial em Angola”  serviu para a busca de unidade entre as igrejas, independentemente das diferenças culturais e políticas.

Jomo Fortunato, que discursava na abertura do evento, disse que esta busca passa por realização de acções que visam fortalecer os laços entre as igrejas e os fiéis, lembrando que as piores guerras e conflitos que a humanidade conheceu ao longo da sua história foram por questões religiosas.

Dados disponíveis indicam que cerca de dez igrejas reconhecidas pelo Estado estão envolvidas em conflitos e divergências internas de liderança.

Jomo Fortunato reafirmou que os conflitos de liderança que surgem em algumas confissões reconhecidas derivam do não cumprimento dos seus estatutos e regulamentos, do exacerbado poder criado pelos líderes, da usurpação dos bens materiais, do património das igrejas e da intervenção dos líderes estrangeiros nas comunidades implantadas em Angola.

Para si, os conflitos internos nas igrejas têm trazido consequências graves que, em muitos casos, leva a cisão no seio das igrejas, surgimento de diferentes alas ou grupos dentro de uma denominação, perseguição, instabilidade social e moral dos membros e famílias.

Conforme o ministro, dos conflitos internos que surgiram nos últimos tempos deveu-se a falta de vontade de reconciliação, reunificação, diálogo e consenso entre os líderes, muitos dos quais instigaram fiéis para acções que perturbam a ordem e a tranquilidade pública.

Considerou a situação de conflitos no seio das igrejas em Angola como bastante preocupante, pelo que exige a tomada urgente de medidas necessárias pelo Estado, sendo necessário juntar-se os esforços para incentivar a convivência pacífica entre as diferentes ideologias religiosas cristãs e doutrinas.

O ministro acredita que o diálogo nas suas diferentes variantes é importante, como premissa para a tranquilidade e bem-estar entre as pessoas.

Por este facto disse que o que se pretende para o diálogo inter-esclesial em Angola é criar entre as igrejas cristãs, e não só, uma relação fraterna, para que haja um relacionamento de respeito e afecto mútuo entre o clero e os fiéis.

Durante o encontro foram discutidas questões como “A importância e o papel das confissões religiosas no quadro ecumenismo”, “O ecumenismo e os desafios actuais da religião” e “panorama do fenómeno religioso em Angola/A parceria Estado e as igrejas”.  

Jomo Fortunato, que discursava na abertura do evento, disse que esta busca passa por realização de acções que visam fortalecer os laços entre as igrejas e os fiéis, lembrando que as piores guerras e conflitos que a humanidade conheceu ao longo da sua história foram por questões religiosas.

Dados disponíveis indicam que cerca de dez igrejas reconhecidas pelo Estado estão envolvidas em conflitos e divergências internas de liderança.

Jomo Fortunato reafirmou que os conflitos de liderança que surgem em algumas confissões reconhecidas derivam do não cumprimento dos seus estatutos e regulamentos, do exacerbado poder criado pelos líderes, da usurpação dos bens materiais, do património das igrejas e da intervenção dos líderes estrangeiros nas comunidades implantadas em Angola.

Para si, os conflitos internos nas igrejas têm trazido consequências graves que, em muitos casos, leva a cisão no seio das igrejas, surgimento de diferentes alas ou grupos dentro de uma denominação, perseguição, instabilidade social e moral dos membros e famílias.

Conforme o ministro, dos conflitos internos que surgiram nos últimos tempos deveu-se a falta de vontade de reconciliação, reunificação, diálogo e consenso entre os líderes, muitos dos quais instigaram fiéis para acções que perturbam a ordem e a tranquilidade pública.

Considerou a situação de conflitos no seio das igrejas em Angola como bastante preocupante, pelo que exige a tomada urgente de medidas necessárias pelo Estado, sendo necessário juntar-se os esforços para incentivar a convivência pacífica entre as diferentes ideologias religiosas cristãs e doutrinas.

O ministro acredita que o diálogo nas suas diferentes variantes é importante, como premissa para a tranquilidade e bem-estar entre as pessoas.

Por este facto disse que o que se pretende para o diálogo inter-esclesial em Angola é criar entre as igrejas cristãs, e não só, uma relação fraterna, para que haja um relacionamento de respeito e afecto mútuo entre o clero e os fiéis.

Durante o encontro foram discutidas questões como “A importância e o papel das confissões religiosas no quadro ecumenismo”, “O ecumenismo e os desafios actuais da religião” e “panorama do fenómeno religioso em Angola/A parceria Estado e as igrejas”.