Diplomata sueca quer envolvimento colectivo no combate à sinistralidade rodoviária

Luanda - O combate à sinistralidade rodoviária em Angola é um trabalho que deve envolver toda a sociedade, afirmou, na noite desta quarta-feira, em Luanda a Embaixadora da Suécia, Ewa Polano.

A sinistralidade rodoviária é a segunda causa de morte em Angola, que já provocou, só no primeiro trimestre deste ano, pelos menos 599 vítimas mortais e três mil feridos, em consequência de dois mil e 890 acidentes de viação.

A diplomata, que numa conferência de imprensa de balanço da visita do enviado Especial do Secretário Geral das Nações para  Prevenção Rodoviária, Jean Todt, referiu não ser apenas um trabalho do Estado, mas uma acção que exige a participação de todos, respeitando-se as regras, para se reduzir os números de sinistros e fatalidades nas estradas angolanas.

Disse que a Suécia procura sempre transmitir informações relevantes sobre a segurança nas estradas, pois no seu país existe a tolerância zero  com este tipo de morte. 

“A Suécia é o primeiro país no mundo com menos índice de morte nas estradas porque a segurança rodoviária envolve toda uma sociedade”, disse.

Reiterou que o seu país é um verdadeiro parceiro de Angola e que o sector privado pode ser preponderante, com sucessivas acções  formativas.

Por seu turno Jean Todt apelou a um maior rigor no uso de capacetes e cinto de segurança por parte dos motociclistas e automobilistas como modelo primário para se evitar a morte e só depois se deve educar desde tenra idade as medidas a serem usadas por todos aqueles que pensam em aderir ao desporto motorizado.

Jean Todt, que deixou já o país, além de manter encontros de trabalho com autoridades desportivas e políticas no país, procedeu ao lançamento da primeira pedra para a construção de um autódromo, no Distrito de Cabo Ledo, município de Icolo e Bengo, com uma extensão de 41,66 hectares.

 

A sinistralidade rodoviária é a segunda causa de morte em Angola, que já provocou, só no primeiro trimestre deste ano, pelos menos 599 vítimas mortais e três mil feridos, em consequência de dois mil e 890 acidentes de viação.

A diplomata, que numa conferência de imprensa de balanço da visita do enviado Especial do Secretário Geral das Nações para  Prevenção Rodoviária, Jean Todt, referiu não ser apenas um trabalho do Estado, mas uma acção que exige a participação de todos, respeitando-se as regras, para se reduzir os números de sinistros e fatalidades nas estradas angolanas.

Disse que a Suécia procura sempre transmitir informações relevantes sobre a segurança nas estradas, pois no seu país existe a tolerância zero  com este tipo de morte. 

“A Suécia é o primeiro país no mundo com menos índice de morte nas estradas porque a segurança rodoviária envolve toda uma sociedade”, disse.

Reiterou que o seu país é um verdadeiro parceiro de Angola e que o sector privado pode ser preponderante, com sucessivas acções  formativas.

Por seu turno Jean Todt apelou a um maior rigor no uso de capacetes e cinto de segurança por parte dos motociclistas e automobilistas como modelo primário para se evitar a morte e só depois se deve educar desde tenra idade as medidas a serem usadas por todos aqueles que pensam em aderir ao desporto motorizado.

Jean Todt, que deixou já o país, além de manter encontros de trabalho com autoridades desportivas e políticas no país, procedeu ao lançamento da primeira pedra para a construção de um autódromo, no Distrito de Cabo Ledo, município de Icolo e Bengo, com uma extensão de 41,66 hectares.