Docente aponta pluralismo e independência como bases para liberdade de imprensa

  • Ismael Mateus, Jornalista e Docente Universitário
Luanda – O académico Ismael Mateus apontou, nesta segunda-feira, em Luanda, o  pluralismo e a independência dos jornalistas como as bases para uma liberdade de imprensa.

Segundo o jornalista, que falava sobre o papel dos órgãos de comunicação público e privados para a liberdade de imprensa, não é possível discutir sobre liberdade de imprensa se não se falar da independência dos jornalistas, que passa pela autonomia editorial, necessidade de maior fiscalização através da auto regulação e os limites de actuação e intervenção dos proprietários, quer seja o Estado ou privado, para garantir a concorrência e a diversidade editorial.

Para Ismael Mateus, um dos pilares da liberdade de imprensa é a pluralidade que permite a promoção de debates e troca de ideias, para garantir a disseminação da informação.

No seu entender, a criação de um observatório de pluralismo dos meios de comunicação em Angla é necessária para avaliar o que se passa no país, por contribuir na democratização da elaboração de notícias através do envolvimento dos cidadãos  e converter um número crescente de utilizadores de informação em produtores de informação.

Acrescentou que o país regista um avanço em matéria de auto-regulação, mais é necessário que se comece a fiscalização, para se reduzir a interferência do poder político e comercial nos trabalhos jornalísticos.

Para o jornalista, a proliferação de notícias falsas,  fontes de informação dúbias e  circulação de propaganda e conteúdos deliberados são entraves na qualidade, razão pela qual pediu a Comissão da Carteira e Ética resposta imediata e severa para que quem assim proceda não caia na impunidade.

Conforme Ismael Mateus, a liberdade de imprensa tem a ver com a melhoria das condições de trabalho, pois a ausência de políticas salariais atractivas e a insegurança social dos jornalistas conduz a uma queda drástica nos padrões profissionais e de qualidade.

Considera ser urgente a criação dos conselhos de redacção formados  por jornalistas e não por conveniência, para uma liberdade de imprensa e independência.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é celebrado no dia 3 de Maio. A data foi criada em 20 de Dezembro de 1993, com uma decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, e celebra o Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e marca o dia da Declaração de Windhoek, uma afirmação feita com jornalistas africanos em 1991 afirmando os princípios da liberdade de imprensa junto com a UNESCO.

Segundo o jornalista, que falava sobre o papel dos órgãos de comunicação público e privados para a liberdade de imprensa, não é possível discutir sobre liberdade de imprensa se não se falar da independência dos jornalistas, que passa pela autonomia editorial, necessidade de maior fiscalização através da auto regulação e os limites de actuação e intervenção dos proprietários, quer seja o Estado ou privado, para garantir a concorrência e a diversidade editorial.

Para Ismael Mateus, um dos pilares da liberdade de imprensa é a pluralidade que permite a promoção de debates e troca de ideias, para garantir a disseminação da informação.

No seu entender, a criação de um observatório de pluralismo dos meios de comunicação em Angla é necessária para avaliar o que se passa no país, por contribuir na democratização da elaboração de notícias através do envolvimento dos cidadãos  e converter um número crescente de utilizadores de informação em produtores de informação.

Acrescentou que o país regista um avanço em matéria de auto-regulação, mais é necessário que se comece a fiscalização, para se reduzir a interferência do poder político e comercial nos trabalhos jornalísticos.

Para o jornalista, a proliferação de notícias falsas,  fontes de informação dúbias e  circulação de propaganda e conteúdos deliberados são entraves na qualidade, razão pela qual pediu a Comissão da Carteira e Ética resposta imediata e severa para que quem assim proceda não caia na impunidade.

Conforme Ismael Mateus, a liberdade de imprensa tem a ver com a melhoria das condições de trabalho, pois a ausência de políticas salariais atractivas e a insegurança social dos jornalistas conduz a uma queda drástica nos padrões profissionais e de qualidade.

Considera ser urgente a criação dos conselhos de redacção formados  por jornalistas e não por conveniência, para uma liberdade de imprensa e independência.

O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa é celebrado no dia 3 de Maio. A data foi criada em 20 de Dezembro de 1993, com uma decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, e celebra o Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e marca o dia da Declaração de Windhoek, uma afirmação feita com jornalistas africanos em 1991 afirmando os princípios da liberdade de imprensa junto com a UNESCO.