Edifício do “Comité Miss Angola” na iminência de cair

  • Degradação do edifício por onde está alojada a sede do Comité Miss Angola
Luanda – O edifício onde funciona o “Comité Miss Angola”, na Rua Nkwame NKrumah, no distrito urbano da Maianga, em Luanda, está à beira de ruir, volvidos mais de 45 anos desde a sua construção, antes da independência nacional, alcançada em 1975.

Segundo constatou a Angop, neste sábado, o prédio de dois andares apresenta-se com profundas fissuras, sem algumas lajes, sem corrimãos e parapeitos, colocando em risco pelo menos cinco famílias que “insistem” em viver na infra-estrutura, devido à morosidade no seu realojamento.

Conforme relatos de moradores, da vizinhança e de transeuntes, nos últimos cinco anos, o edifício vem-se “despedaçando diariamente” e abrindo-se ao meio (fortes rachaduras), além de infiltrações de água, da degradação parcial das escadas e de tremores esporâdicos.

Todos esses problemas e/ou factores obrigaram alguns ocupantes, com capacidade financeira, a se transferirem para outras zonas de Luanda, a exemplo de Catarina Teixeira, antiga moradora, desde 1981, e que face ao perigo actual aguarda pelo pronunciamento das autoridades.

Preocupado com as famílias em condições de habitabilidade precárias ou a viverem em zonas e edifícios de risco, o Governo angolano, por via de uma comissão específica, desenvolve há mais de dez anos um programa de realojamento que visa dar dignidade a estes cidadãos.

A cargo do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território, o programa permitiu, desde então, a expropriação, só em Luanda, dos prédios da “Cuca”, da “Lagoa do Kinaxixi”, do “Treme Treme” da “Tchetchénia” e da “Angola Telecom”, com a maioria dos moradores realojadados nas centralidades.

Segundo constatou a Angop, neste sábado, o prédio de dois andares apresenta-se com profundas fissuras, sem algumas lajes, sem corrimãos e parapeitos, colocando em risco pelo menos cinco famílias que “insistem” em viver na infra-estrutura, devido à morosidade no seu realojamento.

Conforme relatos de moradores, da vizinhança e de transeuntes, nos últimos cinco anos, o edifício vem-se “despedaçando diariamente” e abrindo-se ao meio (fortes rachaduras), além de infiltrações de água, da degradação parcial das escadas e de tremores esporâdicos.

Todos esses problemas e/ou factores obrigaram alguns ocupantes, com capacidade financeira, a se transferirem para outras zonas de Luanda, a exemplo de Catarina Teixeira, antiga moradora, desde 1981, e que face ao perigo actual aguarda pelo pronunciamento das autoridades.

Preocupado com as famílias em condições de habitabilidade precárias ou a viverem em zonas e edifícios de risco, o Governo angolano, por via de uma comissão específica, desenvolve há mais de dez anos um programa de realojamento que visa dar dignidade a estes cidadãos.

A cargo do Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território, o programa permitiu, desde então, a expropriação, só em Luanda, dos prédios da “Cuca”, da “Lagoa do Kinaxixi”, do “Treme Treme” da “Tchetchénia” e da “Angola Telecom”, com a maioria dos moradores realojadados nas centralidades.