Embaixador angolano defende desenvolvimento de competências e talentos locais

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Luanda - O embaixador  angolano na China, João Salvador Neto, defendeu, nesta quinta-feira, em Macau, a necessidade das empresas chinesas agregarem ao seu investimento a componente de formação técnico profissional dos jovens angolanos.

 

João Salvador Neto fez essa afirmação quando discursava no painel sobre o desenvolvimento de competências e descoberta de talentos locais, no âmbito do décimo primeiro Fórum Internacional de Investimento e Construção de Infra-estruturas que decorre em Macau de 1 a 4 do corrente mês.

O  diplomata sublinhou que a formação e a potencialização dos jovens angolanos assumem um valor estratégico para o desenvolvimento do país, a médio e longo prazos, tendo em conta que "a exploração sustentável dos vários recursos naturais que Angola dispõe só será possível com homens qualificados e com sentido patriótico muito forte". 

Referiu que o aprimoramento profissional e o desenvolvimento de talentos locais têm um impacto directo na cooperação económica entre os dois países, em prol da construção de uma sociedade mais justa e com menos assimetrias.

João Salvador Neto lembrou ainda que o governo angolano está empenhado num processo de reformas que visam operar transformações económica e sociais profundas, tarefa que deve contar com a participação activa de quadros nacionais qualificados.

O chefe da missão diplomática de Angola na China sublinhou que o aprimoramento profissional de técnicos locais, além de contribuir para a empregabilidade das comunidades nativas e na redução da taxas de rotatividade do pessoal expatriado, também previne o fenómeno da emigração de quadros para destinos com economias mais estáveis". 

Nesse contexto, apelou as empresas chinesas no sentido de combinarem a realização de investimentos e a execução dos seus projectos em Angola, com a componente do desenvolvimento de competências e criação de talentos locais. 

"A capacitação profissional e o desenvolvimento de competências de quadros locais são os pilares de sustentabilidade e crescimento harmonioso de qualquer empresa no mercado em que está inserida", afirmou.

Reconheceu afirmou que algumas empresas chinesas a operaram em Angola já oferecem formação prática no trabalho aos profissionais angolanos durante a execução dos seus projectos.

Esclareceu que actualmente cerca de 500 angolanos estudam em universidades chinesas e em Angola existem vários institutos médios e superiores de formação vocacional onde as empresas podem  identificar angolanos que podem ser aperfeiçoados profissionalmente e se tornarem talentos.

O décimo-primeiro Fórum Internacional de Investimento e Construção de Infra-estruturas visa fundamentalmente discutir e trocar experiências e estratégias para a construção de novas infra-estruturas na era pós-pandemia, modelos de cooperação e fontes de financiamento para acelerar a recuperação da economia mundial.

O evento, que reúne mais de mil delegados, entre investidores, bancários, peritos das nações unidas, académicos, diplomatas e empreiteiros, está, igualmente, a abordar temas relacionados com o novo modelo de cooperação internacional, investimento multilateral e definir estratégias que possam assegurar um desenvolvimento sustentável no actual ambiente de risco e de incertezas que o mundo enfrenta.

 

João Salvador Neto fez essa afirmação quando discursava no painel sobre o desenvolvimento de competências e descoberta de talentos locais, no âmbito do décimo primeiro Fórum Internacional de Investimento e Construção de Infra-estruturas que decorre em Macau de 1 a 4 do corrente mês.

O  diplomata sublinhou que a formação e a potencialização dos jovens angolanos assumem um valor estratégico para o desenvolvimento do país, a médio e longo prazos, tendo em conta que "a exploração sustentável dos vários recursos naturais que Angola dispõe só será possível com homens qualificados e com sentido patriótico muito forte". 

Referiu que o aprimoramento profissional e o desenvolvimento de talentos locais têm um impacto directo na cooperação económica entre os dois países, em prol da construção de uma sociedade mais justa e com menos assimetrias.

João Salvador Neto lembrou ainda que o governo angolano está empenhado num processo de reformas que visam operar transformações económica e sociais profundas, tarefa que deve contar com a participação activa de quadros nacionais qualificados.

O chefe da missão diplomática de Angola na China sublinhou que o aprimoramento profissional de técnicos locais, além de contribuir para a empregabilidade das comunidades nativas e na redução da taxas de rotatividade do pessoal expatriado, também previne o fenómeno da emigração de quadros para destinos com economias mais estáveis". 

Nesse contexto, apelou as empresas chinesas no sentido de combinarem a realização de investimentos e a execução dos seus projectos em Angola, com a componente do desenvolvimento de competências e criação de talentos locais. 

"A capacitação profissional e o desenvolvimento de competências de quadros locais são os pilares de sustentabilidade e crescimento harmonioso de qualquer empresa no mercado em que está inserida", afirmou.

Reconheceu afirmou que algumas empresas chinesas a operaram em Angola já oferecem formação prática no trabalho aos profissionais angolanos durante a execução dos seus projectos.

Esclareceu que actualmente cerca de 500 angolanos estudam em universidades chinesas e em Angola existem vários institutos médios e superiores de formação vocacional onde as empresas podem  identificar angolanos que podem ser aperfeiçoados profissionalmente e se tornarem talentos.

O décimo-primeiro Fórum Internacional de Investimento e Construção de Infra-estruturas visa fundamentalmente discutir e trocar experiências e estratégias para a construção de novas infra-estruturas na era pós-pandemia, modelos de cooperação e fontes de financiamento para acelerar a recuperação da economia mundial.

O evento, que reúne mais de mil delegados, entre investidores, bancários, peritos das nações unidas, académicos, diplomatas e empreiteiros, está, igualmente, a abordar temas relacionados com o novo modelo de cooperação internacional, investimento multilateral e definir estratégias que possam assegurar um desenvolvimento sustentável no actual ambiente de risco e de incertezas que o mundo enfrenta.