Embaixador espanhol ressalta importância do investimento no interior

Cuito – O embaixador do Reino de Espanha em Angola, Manuel Hernández Ruigómez, realçou hoje, na cidade do Cuito, província do Bié, a importância do governo angolano e parceiros continuarem a investir no interior do país, para o rápido desenvolvimento de Angola.

O diplomata teceu estas considerações à imprensa, pouco depois do encontro de cortesia mantido com o governador do Bié, Pereira Alfredo, no âmbito da sua visita de 48 horas à cidade do Cuito.

Manuel Ruigómez entende que Angola é um país vasto.

“É importante sair de Luanda (capital) para investir nas demais províncias que tanto carecem, sobretudo da presença de investidores privados internacionais”, disse o embaixador, quando falava da construção da Universidade Internacional do Cuanza, um projecto da cooperação espanhola, que está a ser erguido no Cuito.

Segundo o embaixador, o desenvolvimento e o progresso de um país não são possíveis sem a educação, quer primária, secundária, quer universitária.   

“Esta universidade vai fazer com que a província cresça em poucos anos, para o bem das populações”, considerou.

A Universidade Internacional do Cuanza (UNIC) vai se tornar na primeira instituição do ensino superior a ministrar cursos de pós-graduação no Bié, onde os trabalhos de construção de seis edifícios, para acolher mais de 12 mil estudantes, em cada ano académico, decorrem numa área de 17 hectares, no bairro Caluapanda, arredores da cidade do Cuito.

Numa primeira fase, a construção do campus universitário, cujas obras apresentam cerca de 85 por cento de execução, vai comportar seis edifícios com salas de aula, áreas para a prática desportiva, auditório, restaurante e um internato para os estudantes.
 

O projecto, da Fundação Iberoamericana, terá um total de 14 edifícios. Tem previsão de arrancar no próximo ano académico, com mais de cinco mil estudantes, nos cursos de graduação e pós-graduação em ciências sociais, humanas e ciências da educação, e em várias especialidades de engenharias.

Já o governador do Bié, Pereira Alfredo, enalteceu a cooperação com este país, desejando que a mesma seja mais fortificada.

Espera que a universidade esteja ligada à investigação científica e ajuda as populações locais.

Pediu aos empresários espanhóis que explorem também outras áreas nesta parcela, como agricultura, indústria e turismo.

O governante referiu que no Bié existem terras aráveis, propícia para a prática da agricultura, assim como um parque industrial que necessita de mais investimento.

Consta do programa do diplomata, nesta sexta-feira, uma visita ao cemitério Mártires da Resistência do Cuito, onde prevê depositar uma coroa de flores, visita ao Hospital Walter Strangway e Campus Universitário da Universidade do Cuanza.

Com uma extensão de 70 mil quilómetros quadrados, a província do Bié controla uma população de um milhão e 700 mil habitantes, distribuídos nos municípios do Andulo, Nharea, Camacupa, Catabola, Chinguar, Cuemba, Cunhinga, Chitembo e Cuito.

O diplomata teceu estas considerações à imprensa, pouco depois do encontro de cortesia mantido com o governador do Bié, Pereira Alfredo, no âmbito da sua visita de 48 horas à cidade do Cuito.

Manuel Ruigómez entende que Angola é um país vasto.

“É importante sair de Luanda (capital) para investir nas demais províncias que tanto carecem, sobretudo da presença de investidores privados internacionais”, disse o embaixador, quando falava da construção da Universidade Internacional do Cuanza, um projecto da cooperação espanhola, que está a ser erguido no Cuito.

Segundo o embaixador, o desenvolvimento e o progresso de um país não são possíveis sem a educação, quer primária, secundária, quer universitária.   

“Esta universidade vai fazer com que a província cresça em poucos anos, para o bem das populações”, considerou.

A Universidade Internacional do Cuanza (UNIC) vai se tornar na primeira instituição do ensino superior a ministrar cursos de pós-graduação no Bié, onde os trabalhos de construção de seis edifícios, para acolher mais de 12 mil estudantes, em cada ano académico, decorrem numa área de 17 hectares, no bairro Caluapanda, arredores da cidade do Cuito.

Numa primeira fase, a construção do campus universitário, cujas obras apresentam cerca de 85 por cento de execução, vai comportar seis edifícios com salas de aula, áreas para a prática desportiva, auditório, restaurante e um internato para os estudantes.
 

O projecto, da Fundação Iberoamericana, terá um total de 14 edifícios. Tem previsão de arrancar no próximo ano académico, com mais de cinco mil estudantes, nos cursos de graduação e pós-graduação em ciências sociais, humanas e ciências da educação, e em várias especialidades de engenharias.

Já o governador do Bié, Pereira Alfredo, enalteceu a cooperação com este país, desejando que a mesma seja mais fortificada.

Espera que a universidade esteja ligada à investigação científica e ajuda as populações locais.

Pediu aos empresários espanhóis que explorem também outras áreas nesta parcela, como agricultura, indústria e turismo.

O governante referiu que no Bié existem terras aráveis, propícia para a prática da agricultura, assim como um parque industrial que necessita de mais investimento.

Consta do programa do diplomata, nesta sexta-feira, uma visita ao cemitério Mártires da Resistência do Cuito, onde prevê depositar uma coroa de flores, visita ao Hospital Walter Strangway e Campus Universitário da Universidade do Cuanza.

Com uma extensão de 70 mil quilómetros quadrados, a província do Bié controla uma população de um milhão e 700 mil habitantes, distribuídos nos municípios do Andulo, Nharea, Camacupa, Catabola, Chinguar, Cuemba, Cunhinga, Chitembo e Cuito.