Empresa privada recolhe resíduos sólidos em Viana

  • Amontoado de lixo (Arquivo)
Luanda – A empresa HULESI iniciou, na segunda-feira,  a recolha dos vários focos de lixo espalhados pelo município de Viana, em Luanda, com o objectivo de devolver a qualidade de vida às populações.

Em declarações à ANGOP, o proprietário da empresa, Humberto Inglês, disse que se trata de uma iniciativa singular que não envolveu às autoridades locais, tão pouco do Governo da Província de Luanda, para se evitar burocracia.

A ANGOP constatou na manhã desta terça-feira, 9, a recolha dos resíduos sólidos nas principais artérias do Distrito Urbano de Viana/Sede, desde a zona da Sanzala e no Hospital Ana Paula, onde estavam concentrados cerca de 70 toneladas de lixo ao longo dos últimos três meses, conforme comentários dos moradores.

Humberto Inglês realçou, entretanto, que está no terreno nesta campanha com 20 homens, apoiados por 15 máquinas, entre os quais pás, basculantes, porta máquinas, cavalos mecânicos para  recolher 400 toneladas na vila de Viana.

Conforme o responsável, este trabalho vai estender-se aos restantes Distritos do Município, designadamente Zango, Estalagem, Kikuxi, Vila Flor, Baia, incluindo a Comuna de Calumbo, localidade que tem os maiores grandes focos de lixo.

De acordo com o responsável, depois de Viana, o próximo passo será o Município de Cacuaco, circunscrição considerada também critica e depois seguirão em outras localidades da província de Luanda.

A intenção, adiantou, é evitar atentados à saúde pública neste período de chuvas e de Covid-19.

A missão, de acordo com Humberto Inglês, é apenas a recolha dos resíduos e serem depositados no aterro sanitário na zona dos Mulenvos, Distrito Urbano da Estalagem, excluindo a possibilidade de colocação de contentores nos locais para o armazenamento.

A província de Luanda, saliente-se, está actualmente sem nenhuma operadora de limpeza, após decisão do Governo local.

Para a contratação de nova operadora, o Presidente da República, João Lourenço, aprovou uma despesa de 34,89 mil milhões de kwanzas para aquisição de serviços de limpeza pública e recolha de resíduos sólidos.

 

Em declarações à ANGOP, o proprietário da empresa, Humberto Inglês, disse que se trata de uma iniciativa singular que não envolveu às autoridades locais, tão pouco do Governo da Província de Luanda, para se evitar burocracia.

A ANGOP constatou na manhã desta terça-feira, 9, a recolha dos resíduos sólidos nas principais artérias do Distrito Urbano de Viana/Sede, desde a zona da Sanzala e no Hospital Ana Paula, onde estavam concentrados cerca de 70 toneladas de lixo ao longo dos últimos três meses, conforme comentários dos moradores.

Humberto Inglês realçou, entretanto, que está no terreno nesta campanha com 20 homens, apoiados por 15 máquinas, entre os quais pás, basculantes, porta máquinas, cavalos mecânicos para  recolher 400 toneladas na vila de Viana.

Conforme o responsável, este trabalho vai estender-se aos restantes Distritos do Município, designadamente Zango, Estalagem, Kikuxi, Vila Flor, Baia, incluindo a Comuna de Calumbo, localidade que tem os maiores grandes focos de lixo.

De acordo com o responsável, depois de Viana, o próximo passo será o Município de Cacuaco, circunscrição considerada também critica e depois seguirão em outras localidades da província de Luanda.

A intenção, adiantou, é evitar atentados à saúde pública neste período de chuvas e de Covid-19.

A missão, de acordo com Humberto Inglês, é apenas a recolha dos resíduos e serem depositados no aterro sanitário na zona dos Mulenvos, Distrito Urbano da Estalagem, excluindo a possibilidade de colocação de contentores nos locais para o armazenamento.

A província de Luanda, saliente-se, está actualmente sem nenhuma operadora de limpeza, após decisão do Governo local.

Para a contratação de nova operadora, o Presidente da República, João Lourenço, aprovou uma despesa de 34,89 mil milhões de kwanzas para aquisição de serviços de limpeza pública e recolha de resíduos sólidos.