ENDE justifica “apagões” com baixa produção térmica

Luena - A baixa produção das duas centrais térmicas do Luena, de 25 para 15 Megawatts (MW), por questões operacionais, está na base dos constantes cortes de energia eléctrica na cidade do Luena, capital do Moxico.

Ambas centrais térmicas estão instaladas nos bairros Social e 4 de Fevereiro, e apresentam insuficiências de combustíveis, em face a degradação das estradas, e problemas com a manutenção dos grupos geradores.

Há três meses que a cidade do Luena passou a ser fornecida com energia eléctrica de forma parcial ou alternada entre bairros.

Em declarações à Angop, o director da ENDE no Moxico, Manuel Nascimento, informou que os constantes cortes se devem ao facto de receber da PRODEL (empresa pública de produção de electricidade) uma potência abaixo do normal, variando entre 14 a 16 MW, contra os 17.5 que a cidade necessita.

“Há vezes que nós recebemos mesmo a potência máxima que ronda entre 17.5 MW. E quando isso não ocorre, agente procede a cortes pontuais, mas, nesse momento, a situação vai normalizando”, tranquilizou.  

O responsável lamentou, por outro lado, que não obstante a esses cortes que considerou “passageiro”, os consumidores devem a ENDE 800 milhões de Kwanzas, no período entre Janeiro a Novembro do ano acorrente, registando-se um aumento de 70 por cento do passivo.

Uma fonte da PRODEL confirmou à Angop que as duas centrais térmicas da Baúca e do 4 de Fevereiro baixaram mesmo a potência de 25 MW 15 MW.

 

Ambas centrais térmicas estão instaladas nos bairros Social e 4 de Fevereiro, e apresentam insuficiências de combustíveis, em face a degradação das estradas, e problemas com a manutenção dos grupos geradores.

Há três meses que a cidade do Luena passou a ser fornecida com energia eléctrica de forma parcial ou alternada entre bairros.

Em declarações à Angop, o director da ENDE no Moxico, Manuel Nascimento, informou que os constantes cortes se devem ao facto de receber da PRODEL (empresa pública de produção de electricidade) uma potência abaixo do normal, variando entre 14 a 16 MW, contra os 17.5 que a cidade necessita.

“Há vezes que nós recebemos mesmo a potência máxima que ronda entre 17.5 MW. E quando isso não ocorre, agente procede a cortes pontuais, mas, nesse momento, a situação vai normalizando”, tranquilizou.  

O responsável lamentou, por outro lado, que não obstante a esses cortes que considerou “passageiro”, os consumidores devem a ENDE 800 milhões de Kwanzas, no período entre Janeiro a Novembro do ano acorrente, registando-se um aumento de 70 por cento do passivo.

Uma fonte da PRODEL confirmou à Angop que as duas centrais térmicas da Baúca e do 4 de Fevereiro baixaram mesmo a potência de 25 MW 15 MW.