Energia eléctrica chega pela primeira vez ao Tchituno

  • Energia
Lubango - Trezentas ligações domiciliares de energia eléctrica do sistema público poderão ser feitas até ao primeiro trimestre de 2021, pela primeira vez, no bairro do Tchituno, no município do Lubango, enquadrado no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

Ao todo, o processo de ligações já iniciado na semana passada prevê 600 ligações ao bairro que nasceu em 2010, cujos habitantes já protestaram nas ruas do Lubango para pressionar as autoridades a resolver o problema.

A zona engloba uma área de seis quilómetros quadrados e tem uma população estimada em mais de dois mil habitantes, cujo orçamento é de 143 milhões 870 mil e 297 kwanzas.

Sobre o investimento, o administrador municipal do Lubango, Armando Vieira afirmou hoje, segunda-feira, que é um acto “muito” esperado pelos munícipes, uma vez que desde o surgimento do bairro nunca beneficiaram de energia eléctrica.

Declarou que foram criados os pressupostos técnicos e deu-se início à obra, pois a empresa encarregue do serviço já recebeu os primeiros 15% do valor global para arrancar com a empreitada, para as primeiras 330 ligações e igual número a partir de Janeiro de 2021.

“O projecto não vai resolver todos os problemas de energia na zona, mas vai minimizar aos poucos. Vamos tentar fazer com que o mesmo também contemple o centro de saúde, que não possui energia da rede pública”, disse.

Fez saber que está em fase conclusiva a electrificação dos bairros da Tchavola (300 ligações) e parte de norte do Kwawa (600 ligações), que vão ser entregues nos próximos dias.

Pediu a colaboração da comunidade para a fiscalização do projecto, assim como a estarem vigilantes com a situação dos roubos dos cabos eléctricos, colaborando com a administração.

O município do Lubango tem 22 projectos enquadrados no PIIM, orçados num global de oito mil milhões de kwanzas, dos quais quatro mil milhões para programas de âmbito local e o restante sob gestão central, do Ministério de Energia e Águas.

 

 

Ao todo, o processo de ligações já iniciado na semana passada prevê 600 ligações ao bairro que nasceu em 2010, cujos habitantes já protestaram nas ruas do Lubango para pressionar as autoridades a resolver o problema.

A zona engloba uma área de seis quilómetros quadrados e tem uma população estimada em mais de dois mil habitantes, cujo orçamento é de 143 milhões 870 mil e 297 kwanzas.

Sobre o investimento, o administrador municipal do Lubango, Armando Vieira afirmou hoje, segunda-feira, que é um acto “muito” esperado pelos munícipes, uma vez que desde o surgimento do bairro nunca beneficiaram de energia eléctrica.

Declarou que foram criados os pressupostos técnicos e deu-se início à obra, pois a empresa encarregue do serviço já recebeu os primeiros 15% do valor global para arrancar com a empreitada, para as primeiras 330 ligações e igual número a partir de Janeiro de 2021.

“O projecto não vai resolver todos os problemas de energia na zona, mas vai minimizar aos poucos. Vamos tentar fazer com que o mesmo também contemple o centro de saúde, que não possui energia da rede pública”, disse.

Fez saber que está em fase conclusiva a electrificação dos bairros da Tchavola (300 ligações) e parte de norte do Kwawa (600 ligações), que vão ser entregues nos próximos dias.

Pediu a colaboração da comunidade para a fiscalização do projecto, assim como a estarem vigilantes com a situação dos roubos dos cabos eléctricos, colaborando com a administração.

O município do Lubango tem 22 projectos enquadrados no PIIM, orçados num global de oito mil milhões de kwanzas, dos quais quatro mil milhões para programas de âmbito local e o restante sob gestão central, do Ministério de Energia e Águas.