Clientes devem mais de Kz 400 milhões à EPAS Lunda Norte

  • Apresentação do aplicativo informático "Gestipol" do MININT, na Huíla
Dundo – Os clientes da Empresa Pública de Águas e Saneamento (EPAS), na província da Lunda Norte, devem mais de 400 milhões de kwanzas, informou hoje, segunda-feira, o Presidente do Conselho de Administração, André Camilo.

Em declarações à imprensa, a propósito das restrições na distribuição de água no município de Chitato, o responsável avançou que, na lista de devedores constam empresas públicas e privadas, bem como clientes individuais, com dívidas acumuladas de mais de quatro anos.

Disse que a dívida tem causado dificuldades à empresa, sobretudo no pagamento dos trabalhadores, manutenção dos equipamentos, aquisição de produtos para o laboratório, bem como o alargamento da rede de distribuição na província.

Para evitar que o problema se alastre, a empresa está a desenvolver uma campanha de corte massivo de água aos clientes devedores e consumidores ilegais, apelando aos mesmos a se dirigirem à instituição a fim de negociarem a dívida.

Restrições

Relativamente às restrições, disse que a causa é a inoperância do Sistema do Mussungue, com quatro bombas de 420 metros cúbicos cada, devido a uma ruptura da tubagem de transporte de água para o Chitato.

Disse que a recuperação do sistema depende do estancamento da ravina, que provocou a ruptura da tubagem.

Como solução, avançou, foi feita uma interligação entre os centros de captação do Luachimo, com quatro bombas de 280 metros cúbicos cada, e a do Dundo, para permitir a distribuição da água, com algumas restrições.

A província conta com três sistemas de tratamento e distribuição de água, bem como um reservatório de cinco mil metros cúbicos.

A Empresa Pública de Águas e Saneamento na Lunda Norte tem 15 mil clientes, três mil 856 dos quais na Centralidade do Mussungue.

Estão disponíveis dois sistemas de captação, tratamento e distribuição de água, com 200 e 560 metros cúbicos, respectivamente.

Em declarações à imprensa, a propósito das restrições na distribuição de água no município de Chitato, o responsável avançou que, na lista de devedores constam empresas públicas e privadas, bem como clientes individuais, com dívidas acumuladas de mais de quatro anos.

Disse que a dívida tem causado dificuldades à empresa, sobretudo no pagamento dos trabalhadores, manutenção dos equipamentos, aquisição de produtos para o laboratório, bem como o alargamento da rede de distribuição na província.

Para evitar que o problema se alastre, a empresa está a desenvolver uma campanha de corte massivo de água aos clientes devedores e consumidores ilegais, apelando aos mesmos a se dirigirem à instituição a fim de negociarem a dívida.

Restrições

Relativamente às restrições, disse que a causa é a inoperância do Sistema do Mussungue, com quatro bombas de 420 metros cúbicos cada, devido a uma ruptura da tubagem de transporte de água para o Chitato.

Disse que a recuperação do sistema depende do estancamento da ravina, que provocou a ruptura da tubagem.

Como solução, avançou, foi feita uma interligação entre os centros de captação do Luachimo, com quatro bombas de 280 metros cúbicos cada, e a do Dundo, para permitir a distribuição da água, com algumas restrições.

A província conta com três sistemas de tratamento e distribuição de água, bem como um reservatório de cinco mil metros cúbicos.

A Empresa Pública de Águas e Saneamento na Lunda Norte tem 15 mil clientes, três mil 856 dos quais na Centralidade do Mussungue.

Estão disponíveis dois sistemas de captação, tratamento e distribuição de água, com 200 e 560 metros cúbicos, respectivamente.