ERCA considera positiva cobertura das sessões da Assembleia Nacional

  • Reunião do conselho directivo da ERCA
Luanda – O conselho directivo da Entidade Reguladora da Comunicação Social Angolana (ERCA), considerou hoje, quarta-feira, positivo o impacto da cobertura jornalística e o debate promovido pela media, no quadro das transmissões em directo das sessões plenárias da Assembleia Nacional (AN).

A anúncio foi feito no final de uma sessão plenária, realizada em Luanda, onde adoptaram recomendações destinadas a incentivar os padrões de boas práticas no sector, depois de terem passado em revista o desempenho da comunicação social no país.

O porta-voz da ERCA, Lourenço Bento António, que leu a deliberação do conselho, acrescentou que a entidade considera igualmente positivas as coberturas das reuniões das comissões especializadas da AN, que contribuiu para que os meios de comunicação social assumam o compromisso de assegurar uma informação plural, de acordo com sua vocação de serviço público.

A entidade reguladora, disse o porta-voz, tomou nota do esforço consentido para a manutenção do equilíbrio na composição dos painéis de debate político, destacando os programas “Política no feminino”, da TPA, e “Debate livre”, da TV Zimbo, sem ignorar os outros media, ao nível da radiodifusão, que observam a mesma dinâmica.

O conselho directivo da ERCA pede aos órgãos públicos que garantam a mais rigorosa isenção e objectividade no tratamento do noticiário político, com a convicção de que “os órgãos de informação devem assumir a sua qualidade de mediadores, entre actores políticos e a sociedade”.

Considerou preocupante a forma reiterada e persistente como ainda são violados, por alguns órgãos de comunicação social, os direitos dos cidadãos inerentes aos princípios constitucionais do pluralismo de expressão, pensamento e de organização política, sem pôr em causa a liberdade editorial que assiste cada órgão, na gestão dos seus espaços informativos.

A ERCA registou como “preocupante” a denúncia pública do jornalista, José neto Alves Fernandes, da TPA, sobre a proibição da divulgação, do que o mesmo considera de “propostas da oposição naqueles órgãos” e recomenda o apuramento da veracidade da alegação.

Anunciou igualmente, a realização, em Setembro próximo, de um seminário sobre direito de resposta e rectificação - media e eleições, impulsionada pela necessidade de formação de consciência e de responsabilidade dos jornalistas de diferentes órgãos de comunicação, em períodos de competição política.

A anúncio foi feito no final de uma sessão plenária, realizada em Luanda, onde adoptaram recomendações destinadas a incentivar os padrões de boas práticas no sector, depois de terem passado em revista o desempenho da comunicação social no país.

O porta-voz da ERCA, Lourenço Bento António, que leu a deliberação do conselho, acrescentou que a entidade considera igualmente positivas as coberturas das reuniões das comissões especializadas da AN, que contribuiu para que os meios de comunicação social assumam o compromisso de assegurar uma informação plural, de acordo com sua vocação de serviço público.

A entidade reguladora, disse o porta-voz, tomou nota do esforço consentido para a manutenção do equilíbrio na composição dos painéis de debate político, destacando os programas “Política no feminino”, da TPA, e “Debate livre”, da TV Zimbo, sem ignorar os outros media, ao nível da radiodifusão, que observam a mesma dinâmica.

O conselho directivo da ERCA pede aos órgãos públicos que garantam a mais rigorosa isenção e objectividade no tratamento do noticiário político, com a convicção de que “os órgãos de informação devem assumir a sua qualidade de mediadores, entre actores políticos e a sociedade”.

Considerou preocupante a forma reiterada e persistente como ainda são violados, por alguns órgãos de comunicação social, os direitos dos cidadãos inerentes aos princípios constitucionais do pluralismo de expressão, pensamento e de organização política, sem pôr em causa a liberdade editorial que assiste cada órgão, na gestão dos seus espaços informativos.

A ERCA registou como “preocupante” a denúncia pública do jornalista, José neto Alves Fernandes, da TPA, sobre a proibição da divulgação, do que o mesmo considera de “propostas da oposição naqueles órgãos” e recomenda o apuramento da veracidade da alegação.

Anunciou igualmente, a realização, em Setembro próximo, de um seminário sobre direito de resposta e rectificação - media e eleições, impulsionada pela necessidade de formação de consciência e de responsabilidade dos jornalistas de diferentes órgãos de comunicação, em períodos de competição política.