Especialista destaca ataques cibernéticos mais frequentes em Angola

  • Sala de informática da Escola Angola e Cuba
Luanda – A consultora de segurança cibernética, engenheira Ana Julante Constantino, apontou hoje, sexta-feira, as negações de serviço, injecção de códigos para sites e ataques à palavra-passe como os ataques cibernéticos mais frequentes no país.

A responsável falava à imprensa, no final do workshop sobre “segurança cibernética”, promovido pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social e pela Direcção Nacional das Políticas de Cibersegurança Digital.

Segundo Ana Julante Constantino, os ataques aumentaram exponencialmente fruto do confinamento que as pessoas estão em consequência da pandemia da Covid-19, e por assim fazerem mais uso da internet.

“Cerca de 95 por cento dos ataques são causados por erros humanos, por tentar reconhecer um e-mail, ao baixar anexos que não deviam, entre outros”, salientou, explicando que o ponto de entrada da maior parte dos incidentes cibernéticos, de alguma forma, é ataque de engenharia social.

Por outra, a consultora disse que a criação da legislação sobre os crimes cibernéticos, que está a ser desenvolvida pelo Executivo, é um passo para melhorar a qualidade da segurança cibernética no país.

Frisou que, para além da legislação que tem sido desenvolvida, é preciso ainda melhorar-se mais a nível organizacional, no estabelecimento das políticas e segurança cibernética e estratégia nacional de segurança cibernética para o país.

Disse ser necessário também fazer-se a consciencialização da população de forma massiva ou a partir das instituições, para que todos fiquem alerta sobre os perigos que é a internet.

Para si, a melhor forma de conter os ataques cibernéticos passa por uma melhor organização das estruturas das organizações e principalmente a consciencialização das pessoas sobre a segurança cibernética.

Por sua vez, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, disse existirem mais de seis milhões de utilizadores de internet no país e por esse facto ser motivo de preocupação para todos.

Segundo o ministro, é uma preocupação que o Executivo tem estado a tratar há algum tempo, com a criação de alguma legislação como a lei de protecção de dados de 2011, muito actual, alinhada aos padrões internacionais nesta matéria.

“Temos estado a falar da protecção das redes e dos sistemas informáticos, já que com a utilização crescente das tecnologias fruto da pandemia, que obriga que as instituições se digitalizem e funcionem mais em ambientes virtuais, impõe-se que todos devemos perceber dos cuidados fundamentais e básicos, que todos devemos adoptar para utilizar as diferentes ferramentas tecnologias”, concluiu.

Disse ter-se iniciado um programa de conscientização dos funcionários do sector que dirige sobre os perigos do mau uso das tecnologias e que se vai alargar a todos os departamentos ministeriais,e depois a toda a sociedade, para alertar sobre a problemática da cibersegurança e da protecção dos dados.

Sublinhou que, com o crescimento exponencial das tecnologias da informação no país, iniciou-se uma campanha de sensibilização e formação, para a cultura que todos devem ter na utilização dos sistemas informáticos de forma a permitir uma maior protecção das redes e dos sistemas e a protecção dos dados de cada usuário das infra-estruturas tecnológicas.

A responsável falava à imprensa, no final do workshop sobre “segurança cibernética”, promovido pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social e pela Direcção Nacional das Políticas de Cibersegurança Digital.

Segundo Ana Julante Constantino, os ataques aumentaram exponencialmente fruto do confinamento que as pessoas estão em consequência da pandemia da Covid-19, e por assim fazerem mais uso da internet.

“Cerca de 95 por cento dos ataques são causados por erros humanos, por tentar reconhecer um e-mail, ao baixar anexos que não deviam, entre outros”, salientou, explicando que o ponto de entrada da maior parte dos incidentes cibernéticos, de alguma forma, é ataque de engenharia social.

Por outra, a consultora disse que a criação da legislação sobre os crimes cibernéticos, que está a ser desenvolvida pelo Executivo, é um passo para melhorar a qualidade da segurança cibernética no país.

Frisou que, para além da legislação que tem sido desenvolvida, é preciso ainda melhorar-se mais a nível organizacional, no estabelecimento das políticas e segurança cibernética e estratégia nacional de segurança cibernética para o país.

Disse ser necessário também fazer-se a consciencialização da população de forma massiva ou a partir das instituições, para que todos fiquem alerta sobre os perigos que é a internet.

Para si, a melhor forma de conter os ataques cibernéticos passa por uma melhor organização das estruturas das organizações e principalmente a consciencialização das pessoas sobre a segurança cibernética.

Por sua vez, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, disse existirem mais de seis milhões de utilizadores de internet no país e por esse facto ser motivo de preocupação para todos.

Segundo o ministro, é uma preocupação que o Executivo tem estado a tratar há algum tempo, com a criação de alguma legislação como a lei de protecção de dados de 2011, muito actual, alinhada aos padrões internacionais nesta matéria.

“Temos estado a falar da protecção das redes e dos sistemas informáticos, já que com a utilização crescente das tecnologias fruto da pandemia, que obriga que as instituições se digitalizem e funcionem mais em ambientes virtuais, impõe-se que todos devemos perceber dos cuidados fundamentais e básicos, que todos devemos adoptar para utilizar as diferentes ferramentas tecnologias”, concluiu.

Disse ter-se iniciado um programa de conscientização dos funcionários do sector que dirige sobre os perigos do mau uso das tecnologias e que se vai alargar a todos os departamentos ministeriais,e depois a toda a sociedade, para alertar sobre a problemática da cibersegurança e da protecção dos dados.

Sublinhou que, com o crescimento exponencial das tecnologias da informação no país, iniciou-se uma campanha de sensibilização e formação, para a cultura que todos devem ter na utilização dos sistemas informáticos de forma a permitir uma maior protecção das redes e dos sistemas e a protecção dos dados de cada usuário das infra-estruturas tecnológicas.