Especialistas do SIC formados em linguagem gestual

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Luanda - Dezasseis especialistas do Serviço de Investigação Criminal (SIC) terminaram quarta-feira o primeiro curso em língua gestual, promovido em parceria com o Instituto Nacional de Educação Especial.

Durante um mês, os participantes foram dotados de técnicas sobre manutenção da ordem pública, escrita com novo vocabulário, correspondência por gestos, controlo, correcção, repetição, construção de frases, tradução de palavras e frases da linguagem gestual para a falada.

A acção formativa, realizada na Escola Nacional de Técnicos do Serviço Social, em Cacuaco, teve como finalidade “proporcionar aos especialistas técnicas e conhecimentos sobre deficiência auditiva e comunicação em língua gestual, instrumento fundamental para o exercício  de funções”.

O  director do Instituto Nacional de Educação Especial, Fernando Tomé Sobrinho, disse que o SIC ao trabalhar em processos de investigação criminal, tem se deparado com situações envolvendo pessoas com deficiência auditiva, o que tem exigido o concurso da figura do tradutor para interpretar ou ouvir o eventual acusado ou ofendido.

Adiantou que esta barreira foi a principal motivação para realização da acção formativa.

O director-geral-adjunto do SIC, Comissário António Paulo Bendge, disse que o curso se enquadra no programa de formação e capacitação técnica dos efectivos do órgão.

Sublinhou que para combater o crime e assegurar a paz social, é necessária uma boa formação do homem e maior dinâmica na investigação criminal, sendo o conhecimento da língua gestual imprescindível para auxiliar, quer na actividade operativa, quanto administrativa.

A acção formativa foi ministrada por técnicos do Instituto Nacional de Educação Especial.

 

Durante um mês, os participantes foram dotados de técnicas sobre manutenção da ordem pública, escrita com novo vocabulário, correspondência por gestos, controlo, correcção, repetição, construção de frases, tradução de palavras e frases da linguagem gestual para a falada.

A acção formativa, realizada na Escola Nacional de Técnicos do Serviço Social, em Cacuaco, teve como finalidade “proporcionar aos especialistas técnicas e conhecimentos sobre deficiência auditiva e comunicação em língua gestual, instrumento fundamental para o exercício  de funções”.

O  director do Instituto Nacional de Educação Especial, Fernando Tomé Sobrinho, disse que o SIC ao trabalhar em processos de investigação criminal, tem se deparado com situações envolvendo pessoas com deficiência auditiva, o que tem exigido o concurso da figura do tradutor para interpretar ou ouvir o eventual acusado ou ofendido.

Adiantou que esta barreira foi a principal motivação para realização da acção formativa.

O director-geral-adjunto do SIC, Comissário António Paulo Bendge, disse que o curso se enquadra no programa de formação e capacitação técnica dos efectivos do órgão.

Sublinhou que para combater o crime e assegurar a paz social, é necessária uma boa formação do homem e maior dinâmica na investigação criminal, sendo o conhecimento da língua gestual imprescindível para auxiliar, quer na actividade operativa, quanto administrativa.

A acção formativa foi ministrada por técnicos do Instituto Nacional de Educação Especial.