Famílias abandonam idosos em tempo de pandemia

Lubango - Oitenta e sete idosos foram abandonados pelos seus familiares, de Janeiro a Outubro deste ano, na cidade do Lubango, província da Huíla, mais 53 casos em relação ao mesmo período de 2019.

Este dado foi divulgado hoje, quarta-feira, à Angop, na cidade do Lubango, pela directora provincial do Gabinete da Acção Social, Família e Igualdade do Género da Huíla, Catarina Sebastião, tendo referido que o abandono de idosos acontece principalmente em bairros como a Mitcha, Calumbiro, Comercial e João de Almeida.

Apontou como as principais causas deste fenómeno as dificuldades financeiras de muitas famílias, a falta de amor aos idosos e os conflitos familiares.

Solicitou às famílias no sentido de serem mais compreensivas e carinhosas com os idosos, por estarem numa idade em que carecem de cuidados especiais, mas mesmo assim representam sabedoria e experiência de vida.

“É lamentável e preocupante a situação de muitos idosos que são maltratados e retirados das suas próprias casas pelos familiares e esperam que o Estado assuma as responsabilidades de cuidar destes anciões, um acto incorrecto”, asseverou.

Disse que o Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género da Huíla tem trabalhado com as administrações municipais e comissões de bairro no sentido de sensibilizar as famílias a cuidarem melhor dos idosos.

Segundo a responsável, o Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género da Huíla tem apoiado os idosos mais carentes com alimentos, vestuários, assistência médica, medicamentosa e psicológica, embora nos últimos tempos as ajudas não têm sido regular por dificuldades logísticas.

Pelo menos 16 mil e 323 idosos, dos 37 mil cadastrados pelo Conselho Regional Sul Administrativo da Defesa e Protecção da Pessoa Idosa,  vivem em condições de vulnerabilidade extrema na Huíla, situação agravada pela pandemia da Covid-19.

 

Este dado foi divulgado hoje, quarta-feira, à Angop, na cidade do Lubango, pela directora provincial do Gabinete da Acção Social, Família e Igualdade do Género da Huíla, Catarina Sebastião, tendo referido que o abandono de idosos acontece principalmente em bairros como a Mitcha, Calumbiro, Comercial e João de Almeida.

Apontou como as principais causas deste fenómeno as dificuldades financeiras de muitas famílias, a falta de amor aos idosos e os conflitos familiares.

Solicitou às famílias no sentido de serem mais compreensivas e carinhosas com os idosos, por estarem numa idade em que carecem de cuidados especiais, mas mesmo assim representam sabedoria e experiência de vida.

“É lamentável e preocupante a situação de muitos idosos que são maltratados e retirados das suas próprias casas pelos familiares e esperam que o Estado assuma as responsabilidades de cuidar destes anciões, um acto incorrecto”, asseverou.

Disse que o Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género da Huíla tem trabalhado com as administrações municipais e comissões de bairro no sentido de sensibilizar as famílias a cuidarem melhor dos idosos.

Segundo a responsável, o Gabinete Provincial da Acção Social, Família e Igualdade do Género da Huíla tem apoiado os idosos mais carentes com alimentos, vestuários, assistência médica, medicamentosa e psicológica, embora nos últimos tempos as ajudas não têm sido regular por dificuldades logísticas.

Pelo menos 16 mil e 323 idosos, dos 37 mil cadastrados pelo Conselho Regional Sul Administrativo da Defesa e Protecção da Pessoa Idosa,  vivem em condições de vulnerabilidade extrema na Huíla, situação agravada pela pandemia da Covid-19.