FAS admite mais apoios a grupos sem capacidade produtiva

  • Projecto Kwenda regista novas famílias
Lubango – Alguns agregados sem capacidade produtiva vão continuar a beneficiar do programa de transferências monetárias (Kwenda) para além de 12 meses, visando a garantia da protecção social.

Trata-se de idosos, pessoas com deficiência, órfãos e viúvas, informou hoje, na província da Huíla, a directora-geral adjunta para área Técnica do Fundo de Apoio Social (FAS), Teresa Quivienguele.

Lembrou que, no quadro do Kwenda, está definido que as pessoas vulneráveis vão receber o dinheiro durante 12 meses, para posteriormente serem apoiadas com iniciativas de inclusão produtiva e serviços municipalizados de acção social.

Mas, para os idosos sem capacidade produtiva, pessoas com deficiência, órfãos e viúvas, o governo é desafiado a manter o apoio financeiro, porque não têm capacidade produtiva.

Falado num workshop metodológico sobre a municipalização da acção social, dirigido a intervenientes do Projecto de Fortalecimento do Sistema Nacional de Protecção Social “Kwenda”, frisou que só assim haverá, num curto espaço de tempo, maior inclusão produtiva e será reforçada a componente da acção da municipalização social. 

Sublinhou o facto do Kwenda estar a contribuir para o empoderamento da mulher, pois uma parte das mesmas são chefes de família, o que garante impacto para o seu crescimento.

Pelas mãos do FAS, na região sul estão em execução 70 projectos de água, dos quais 25 estão na Huíla, para permitir que se tenha sistemas de irrigação, sem os quais as iniciativas agrícolas não poderão funcionar.

Fez saber que o programa está a permitir a identificação de jovens e a referenciação para formações técnica e profissionais, assim como de kits de inclusão produtiva, sendo que a perspectiva empreendedora das famílias está a permitir seja maior ao benefício que estão a receber.

Trata-se de idosos, pessoas com deficiência, órfãos e viúvas, informou hoje, na província da Huíla, a directora-geral adjunta para área Técnica do Fundo de Apoio Social (FAS), Teresa Quivienguele.

Lembrou que, no quadro do Kwenda, está definido que as pessoas vulneráveis vão receber o dinheiro durante 12 meses, para posteriormente serem apoiadas com iniciativas de inclusão produtiva e serviços municipalizados de acção social.

Mas, para os idosos sem capacidade produtiva, pessoas com deficiência, órfãos e viúvas, o governo é desafiado a manter o apoio financeiro, porque não têm capacidade produtiva.

Falado num workshop metodológico sobre a municipalização da acção social, dirigido a intervenientes do Projecto de Fortalecimento do Sistema Nacional de Protecção Social “Kwenda”, frisou que só assim haverá, num curto espaço de tempo, maior inclusão produtiva e será reforçada a componente da acção da municipalização social. 

Sublinhou o facto do Kwenda estar a contribuir para o empoderamento da mulher, pois uma parte das mesmas são chefes de família, o que garante impacto para o seu crescimento.

Pelas mãos do FAS, na região sul estão em execução 70 projectos de água, dos quais 25 estão na Huíla, para permitir que se tenha sistemas de irrigação, sem os quais as iniciativas agrícolas não poderão funcionar.

Fez saber que o programa está a permitir a identificação de jovens e a referenciação para formações técnica e profissionais, assim como de kits de inclusão produtiva, sendo que a perspectiva empreendedora das famílias está a permitir seja maior ao benefício que estão a receber.