FAS cadastra mais de 14 mil famílias vulneráveis em Luquembo

Malanje - Catorze mil e 40 famílias em situação de vulnerabilidade foram castradas no município de Luquembo pelo Fundo de Apoio Social (FAS), no âmbito do processo de expansão do Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda”.

Trata-se de agregados de 349 aldeias e das seis comunas que compõem a circunscrição, segundo informou esta segunda-feira, o director do FAS em Malanje, Gomes Golambole, realçando que o processo teve duração de 45 dias e contou com o envolvimento de 90 técnicos. 

De acordo com o responsável, com o fim do cadastramento arrancou (hoje) o processo de triagem dos agregados, cujos tutores são funcionários públicos ou possuem uma fonte de rendimento.

Gomes Golambole indicou que o passo a seguir será a emissão dos cartões multicaixas e, consequente, a transferência das rendas trimestrais de 25 mil e 500 kwanzas por família. 

Entretanto, o responsável recordou, por outro lado, que no município de Cambundi-catembo estão cadastradas sete mil e 517 famílias, sendo duas mil da fase piloto e 5 mil e 517 da etapa de expansão.

No âmbito da monitoria que tem sido feita às famílias já contempladas, o director assinalou o impacto positivo do programa na vida das mesmas, na medida em que com o dinheiro recebido têm remodelado as suas residências, desenvolvido pequenas iniciativas económicas e adquirido imputes agrícolas. 

De iniciativa Presidencial, o Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda” vai atender faseadamente, um milhão e 608 mil famílias carentes dos 164 municípios do país, até 2023, contando para o efeito com um orçamento global de 420 milhões de dólares norte-americanos. 

A par da componente de transferência social monetária, que consiste no pagamento de 8 mil 500/mês durante um ano, o Kwenda prevê a inclusão produtiva, que tem a ver com a selecção, mapeamento e financiamento de iniciativas económicas, agrícolas e produtivas. 

Prevê ainda a municipalização da acção social, ligada à facilitação no acesso à serviços públicos e o cadastro social único, respeitante à identificação das famílias vulneráveis. 

Trata-se de agregados de 349 aldeias e das seis comunas que compõem a circunscrição, segundo informou esta segunda-feira, o director do FAS em Malanje, Gomes Golambole, realçando que o processo teve duração de 45 dias e contou com o envolvimento de 90 técnicos. 

De acordo com o responsável, com o fim do cadastramento arrancou (hoje) o processo de triagem dos agregados, cujos tutores são funcionários públicos ou possuem uma fonte de rendimento.

Gomes Golambole indicou que o passo a seguir será a emissão dos cartões multicaixas e, consequente, a transferência das rendas trimestrais de 25 mil e 500 kwanzas por família. 

Entretanto, o responsável recordou, por outro lado, que no município de Cambundi-catembo estão cadastradas sete mil e 517 famílias, sendo duas mil da fase piloto e 5 mil e 517 da etapa de expansão.

No âmbito da monitoria que tem sido feita às famílias já contempladas, o director assinalou o impacto positivo do programa na vida das mesmas, na medida em que com o dinheiro recebido têm remodelado as suas residências, desenvolvido pequenas iniciativas económicas e adquirido imputes agrícolas. 

De iniciativa Presidencial, o Programa de Fortalecimento da Protecção Social “Kwenda” vai atender faseadamente, um milhão e 608 mil famílias carentes dos 164 municípios do país, até 2023, contando para o efeito com um orçamento global de 420 milhões de dólares norte-americanos. 

A par da componente de transferência social monetária, que consiste no pagamento de 8 mil 500/mês durante um ano, o Kwenda prevê a inclusão produtiva, que tem a ver com a selecção, mapeamento e financiamento de iniciativas económicas, agrícolas e produtivas. 

Prevê ainda a municipalização da acção social, ligada à facilitação no acesso à serviços públicos e o cadastro social único, respeitante à identificação das famílias vulneráveis.