Fazendeiros mobilizam 500 toneladas de bens para população em transumância 

  • Huila: Sede do Municipio dos Gambos
Lubango – A Cooperativa de Criadores de Gado do Sul de Angola (CCGSA) mobilizou, desde Janeiro até da data, 500 toneladas de bens alimentares para ajudar as pessoas afectadas pela seca, obrigadas a deslocar-se com o gado para áreas húmidas.

Durante uma visita feita pelos criadores a essas áreas nos municípios dos Gambos e Cahama, foram observadas pelo menos 500 pessoas entre pastores e seus acompanhantes com mais de três mil animais em transumância (procura de melhor pasto) nas referidas fazendas.

A informação foi avançada, hoje, pelo presidente da cooperativa, Salvador Rodrigues, após uma visita a quatro fazendas nos municípios dos Gambos (Huíla) e Cahama (Cunene), para avaliar o impacto da seca nas regiões.

Afirmou que a doação foi angariada em colaboração com empresários de várias provinciais do país, sendo que os bens serão entregues nos próximos dias.

 “As fazendas encontram-se cercadas de pessoas e manadas que carecem de comida e água para consumo e receamos que o pior momento seja  a partir de Junho, Julho e Agosto, até caírem as próximas chuvas”, realçou.

Salientou que mesmo que as chuvas caiam agora, não vai resolver o problema, porque, após percorrer mais de 200 quilómetros em perímetros diferentes, constataram que os solos estão sem alimento para o gado e, consequentemente, para a sua população.

Salvador Rodrigues defendeu a criação de um banco alimentar em Angola para as necessidades de emergência.

A seca em algumas regiões da Huíla como os Gambos, Chibia, Cacula, Quipungo e Quilengues é ciclica.

 

Durante uma visita feita pelos criadores a essas áreas nos municípios dos Gambos e Cahama, foram observadas pelo menos 500 pessoas entre pastores e seus acompanhantes com mais de três mil animais em transumância (procura de melhor pasto) nas referidas fazendas.

A informação foi avançada, hoje, pelo presidente da cooperativa, Salvador Rodrigues, após uma visita a quatro fazendas nos municípios dos Gambos (Huíla) e Cahama (Cunene), para avaliar o impacto da seca nas regiões.

Afirmou que a doação foi angariada em colaboração com empresários de várias provinciais do país, sendo que os bens serão entregues nos próximos dias.

 “As fazendas encontram-se cercadas de pessoas e manadas que carecem de comida e água para consumo e receamos que o pior momento seja  a partir de Junho, Julho e Agosto, até caírem as próximas chuvas”, realçou.

Salientou que mesmo que as chuvas caiam agora, não vai resolver o problema, porque, após percorrer mais de 200 quilómetros em perímetros diferentes, constataram que os solos estão sem alimento para o gado e, consequentemente, para a sua população.

Salvador Rodrigues defendeu a criação de um banco alimentar em Angola para as necessidades de emergência.

A seca em algumas regiões da Huíla como os Gambos, Chibia, Cacula, Quipungo e Quilengues é ciclica.