Federação dos Sindicatos de Angola tem novo líder

Huambo - O professor reformado Adriano dos Santos foi eleito presidente da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social de Angola (FSTECDCSA), com 158 votos, dos 164 possíveis, apurou hoje a ANGOP.

A eleição do novo líder da organização sindical, de 60 anos de idade, decorreu durante II Congresso Ordinário da Federação dos Sindicatos de Angola, em substituição de José Joaquim Laurindo, que esteve no cargo desde a fundação da federação, há 27 anos.

Ao intervir no acto, Adriano dos Santos enalteceu a confiança que lhe foi depositada, tendo garantido trabalhar com todos e para todos para a resolução dos problemas que ainda afligem os filiados, começando pela valorização do tempo de serviço.

De igual modo, apontou como linhas de força do seu mandato, que termina em 2026, o reforço da parceria institucional com o Estado, com primazia no diálogo franco e aberto.

O também co-fundador da Federação dos Sindicatos de Angola destacou a necessidade de haver maior dinamismo, trabalho e criatividade dos membros das organizações sindicais em todo país, com vista a passarem mais confiança aos filiados, que ainda muito clamam pelos seus direitos.

Adriano dos Santos, que ainda ocupa o cargo de presidente do sindicato dos trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social do Huambo e, ao mesmo tempo, secretário-geral da UNTA-Confederação Sindical nesta província, disse estar confiante nas responsabilidades que o aguardam, porém precisa do apoio de todos para a concretização dos objectivos preconizados.

No âmbito deste evento, o secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos - Confederação Sindical, Manuel Augusto Viage, apelou a nova presidência da confederação sindical a primar pela construção de uma sociedade de justiça.

Realçou que a missão da nova liderança deve primar, também, na defesa dos legítimos interesses dos trabalhadores, com foco nos valores da legalidade, liberdade, unidade, democracia, igualdade, equidade do género e da solidariedade.

Com duração de dois dias, o conclave, que decorreu sob o lema “Com sindicato o trabalho é mais seguro”, procedeu, igualmente, o balanço das actividades desenvolvidas, nos últimos cinco anos, além de projectar o plano de acções para o quinquénio 2021/2026.

A eleição do novo líder da organização sindical, de 60 anos de idade, decorreu durante II Congresso Ordinário da Federação dos Sindicatos de Angola, em substituição de José Joaquim Laurindo, que esteve no cargo desde a fundação da federação, há 27 anos.

Ao intervir no acto, Adriano dos Santos enalteceu a confiança que lhe foi depositada, tendo garantido trabalhar com todos e para todos para a resolução dos problemas que ainda afligem os filiados, começando pela valorização do tempo de serviço.

De igual modo, apontou como linhas de força do seu mandato, que termina em 2026, o reforço da parceria institucional com o Estado, com primazia no diálogo franco e aberto.

O também co-fundador da Federação dos Sindicatos de Angola destacou a necessidade de haver maior dinamismo, trabalho e criatividade dos membros das organizações sindicais em todo país, com vista a passarem mais confiança aos filiados, que ainda muito clamam pelos seus direitos.

Adriano dos Santos, que ainda ocupa o cargo de presidente do sindicato dos trabalhadores da Educação, Cultura, Desporto e Comunicação Social do Huambo e, ao mesmo tempo, secretário-geral da UNTA-Confederação Sindical nesta província, disse estar confiante nas responsabilidades que o aguardam, porém precisa do apoio de todos para a concretização dos objectivos preconizados.

No âmbito deste evento, o secretário-geral da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos - Confederação Sindical, Manuel Augusto Viage, apelou a nova presidência da confederação sindical a primar pela construção de uma sociedade de justiça.

Realçou que a missão da nova liderança deve primar, também, na defesa dos legítimos interesses dos trabalhadores, com foco nos valores da legalidade, liberdade, unidade, democracia, igualdade, equidade do género e da solidariedade.

Com duração de dois dias, o conclave, que decorreu sob o lema “Com sindicato o trabalho é mais seguro”, procedeu, igualmente, o balanço das actividades desenvolvidas, nos últimos cinco anos, além de projectar o plano de acções para o quinquénio 2021/2026.