Funcionários da ex-África Têxtil em vigília

Benguela – Trabalhadores da antiga fábrica África Têxtil observam uma vigília por tempo ilimitado, desde o dia 14 do corrente, para reclamarem os seus direitos.

Tratam-se de 435 funcionários que, defronte às instalações da antiga unidade têxtil, reclamam, do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), o pagamento de salários em atraso, indemnizações e pensões de reforma.

Segundo o responsável da comissão sindical da ex-África Têxtill, Rogério Cabral, vão permanecer no local até que as suas exigências sejam satisfeitas.

Rogério Cabral frisou que a situação é do conhecimento da Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE) e do Tribunal de Contas, pelo não cumprimento do Decreto Presidencial nº 162/2015, de 30 de Novembro, que estabelecia a liquidação pelo extinto Instituto do Sector Empresarial Público (ISEP), no prazo de dois anos, do montante de mil 248 milhões 901 mil 836 Kwanzas.

O sindicalista lamenta a atitude do IGAPE, sucessora do ISEP, e afirma que os promotores da vigília já estão a equacionar a eventualidade de passarem a quadra festiva na rua, caso não haja resposta à reivindicação.

Considera preocupante o facto de, desde 2015, a situação que parecia facilitada pelo Decreto Presidencial estar sem solução,  levando também os reclamantes a escreverem para a ministra das Finanças.

“O artigo 2º do referido Decreto Presidencial refere que o ISEP (agora IGAPE), com recurso ao Tesouro Nacional, deveria, no prazo de dois anos, proceder a liquidação das contas da África Têxtil, Textang II, Transapro, ENEPA e a SINA (siderurgia nacional) ”, informou.

Com cartazes colados no muro de vedação da fábrica, o líder sindical garante a continuidade da vigília, de modo pacífico, observando-se as medidas preventivas contra a Covid-19.      

Entretanto, em recente entrevista à Angop, a vice-governadora para esfera Política, Económica e Social de Benguela, Deolinda Valiangula, disse que a situação dos ex-trabalhadores foi acautelada nas discussões que culminaram com a venda da fábrica à empresa privada BAOBAB, de origem zimbabwena.

A África Têxtil, que faliu há 20 anos, antes da reabilitação orçada em 480 milhões de dólares, chegou a produzir mensalmente um milhão de metros de tecidos.

Tratam-se de 435 funcionários que, defronte às instalações da antiga unidade têxtil, reclamam, do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), o pagamento de salários em atraso, indemnizações e pensões de reforma.

Segundo o responsável da comissão sindical da ex-África Têxtill, Rogério Cabral, vão permanecer no local até que as suas exigências sejam satisfeitas.

Rogério Cabral frisou que a situação é do conhecimento da Inspecção Geral da Administração do Estado (IGAE) e do Tribunal de Contas, pelo não cumprimento do Decreto Presidencial nº 162/2015, de 30 de Novembro, que estabelecia a liquidação pelo extinto Instituto do Sector Empresarial Público (ISEP), no prazo de dois anos, do montante de mil 248 milhões 901 mil 836 Kwanzas.

O sindicalista lamenta a atitude do IGAPE, sucessora do ISEP, e afirma que os promotores da vigília já estão a equacionar a eventualidade de passarem a quadra festiva na rua, caso não haja resposta à reivindicação.

Considera preocupante o facto de, desde 2015, a situação que parecia facilitada pelo Decreto Presidencial estar sem solução,  levando também os reclamantes a escreverem para a ministra das Finanças.

“O artigo 2º do referido Decreto Presidencial refere que o ISEP (agora IGAPE), com recurso ao Tesouro Nacional, deveria, no prazo de dois anos, proceder a liquidação das contas da África Têxtil, Textang II, Transapro, ENEPA e a SINA (siderurgia nacional) ”, informou.

Com cartazes colados no muro de vedação da fábrica, o líder sindical garante a continuidade da vigília, de modo pacífico, observando-se as medidas preventivas contra a Covid-19.      

Entretanto, em recente entrevista à Angop, a vice-governadora para esfera Política, Económica e Social de Benguela, Deolinda Valiangula, disse que a situação dos ex-trabalhadores foi acautelada nas discussões que culminaram com a venda da fábrica à empresa privada BAOBAB, de origem zimbabwena.

A África Têxtil, que faliu há 20 anos, antes da reabilitação orçada em 480 milhões de dólares, chegou a produzir mensalmente um milhão de metros de tecidos.