Furi investe USD 800 mil para mitigar impactos ambientais

  • Plantação de árvores para o equilíbrio ambiental
Dundo – A Sociedade Mineira do Furi investiu 800 mil dólares norte-americanos para mitigar impactos ambientais nas comunidades circunvizinhas e na sua zona de exploração de diamantes.

Em declarações à imprensa a propósito da preservação ambiental em zonas de exploração mineira, o director de operações mineiras do Furi, Tobias Junge, disse que os valores têm sido aplicados no repovoamento florestal, correção do solo, elaboração de estudos ambientais e criação de uma bacia de retenção de água com substanciais minerais para não poluir os rios.

Avançou que a empresa pretende aumentar os investimentos para programas de mitigação de impactos ambientais, tendo em conta a perspectiva do aumento dos níveis de exploração e produção, que prevê, em 2024, ultrapassar os 15 mil quilates/mês de diamantes.

A empresa prevê, igualmente, alargar este programa nas comunidades, através de campanhas de educação ambiental.

A mina do Furi, inaugurada este ano, tem uma concessão de 956 quilómetros quadrados e produz actualmente sete mil quilates de diamantes/mês. Até 2020 foram investidos 26 milhões de dólares norte-americanos para programas de exploração e produção.

A exploração na mina é feita à céu aberto, em bancada com apoio de rampas e recursos a máquinas, como escavadoras de 75 e 80 toneladas, bulldozers e damper para remoção do estéril e do minério. Desde o início da exploração, em 2019, a empresa exportou mais de 110 mil quilates de diamantes.

Até 2022, com o investimento de capital para uma quarta unidade de pré-tratamento de 150 toneladas/hora e afins, a ser montada nas imediações de Sunza e Chamauma, prevê-se produzir 17 mil quilates/mês resultando num incremento adicional de 49 %.

A Sociedade Mineira do Furi detém as participações financeiras da Dicorp e a Endiama Mining.

Em declarações à imprensa a propósito da preservação ambiental em zonas de exploração mineira, o director de operações mineiras do Furi, Tobias Junge, disse que os valores têm sido aplicados no repovoamento florestal, correção do solo, elaboração de estudos ambientais e criação de uma bacia de retenção de água com substanciais minerais para não poluir os rios.

Avançou que a empresa pretende aumentar os investimentos para programas de mitigação de impactos ambientais, tendo em conta a perspectiva do aumento dos níveis de exploração e produção, que prevê, em 2024, ultrapassar os 15 mil quilates/mês de diamantes.

A empresa prevê, igualmente, alargar este programa nas comunidades, através de campanhas de educação ambiental.

A mina do Furi, inaugurada este ano, tem uma concessão de 956 quilómetros quadrados e produz actualmente sete mil quilates de diamantes/mês. Até 2020 foram investidos 26 milhões de dólares norte-americanos para programas de exploração e produção.

A exploração na mina é feita à céu aberto, em bancada com apoio de rampas e recursos a máquinas, como escavadoras de 75 e 80 toneladas, bulldozers e damper para remoção do estéril e do minério. Desde o início da exploração, em 2019, a empresa exportou mais de 110 mil quilates de diamantes.

Até 2022, com o investimento de capital para uma quarta unidade de pré-tratamento de 150 toneladas/hora e afins, a ser montada nas imediações de Sunza e Chamauma, prevê-se produzir 17 mil quilates/mês resultando num incremento adicional de 49 %.

A Sociedade Mineira do Furi detém as participações financeiras da Dicorp e a Endiama Mining.