Governadora solidariza-se com vendedoras da Praça das Mulheres

  • Incêndio na Praça das Mulheres no Hoji-Ya-Henda em Cazenga
Luanda- A governadora da província de Luanda, Ana Paula de Carvalho, manifestou-se nesta segunda-feira, solidaria com as vendedoras da Praça das Mulheres, face a destruição dos seus bens.

A ocorrência, saliente-se, foi causada por um incêndio de grandes proporções na noite de sábado, no bairro da  Mabor, município do Cazenga.

A governante esteve no local para constatar de perto os prejuízos, assim orientou a criação de uma equipa técnica do mercado para trabalhar no levantamento das pessoas lesadas, já que muitas possuem créditos bancários.

Falando à imprensa, a gestora de Luanda disse que a intenção é dar um conforto e apoio moral às senhoras para  juntos trabalharem para se encontrar soluções o mais rápido possível.

Apelou que as instancias de direito devem rever a forma como estão estruturados  os mercados informais, realçando que os inapropriados, às suas instalações devem ser requalificadas, já que um curto-circuito, é apontado como presumível causa do incêndio.

Aconselhou as vendedoras a terem o seguro dos seus bens, porque os danos materiais são avultados, dai a necessidade do levantamento das mulheres afectadas e se analisar de como serão  ajudadas.

Segundo a governadora, a ideia de evacuação do mercado é prematura, por enquanto as pessoas vão continuar a vender no espaço que garante segurança e isolar a parte destruida.

Recorde-se que o prejuízo causado pelo fogo, está avaliado em 40 milhões de kwanzas.

.Localizada num espaço de aproximadamente 300 metros de comprimento e 60 de largura, a Praça das Mulheres tem mais de 600 pequenas lojas geridas por senhoras, num universo de três mil vendedoras.

De terça-feira a sábado, os portões do mercado são abertos a partir das cinco horas e encerrados por volta das 16, o que permite que centenas de pessoas, oriundas de vários pontos de Luanda e do interior, comercializem os seus produtos, como roupas, alimentos, joias, cosméticos, entre outros.

 

A ocorrência, saliente-se, foi causada por um incêndio de grandes proporções na noite de sábado, no bairro da  Mabor, município do Cazenga.

A governante esteve no local para constatar de perto os prejuízos, assim orientou a criação de uma equipa técnica do mercado para trabalhar no levantamento das pessoas lesadas, já que muitas possuem créditos bancários.

Falando à imprensa, a gestora de Luanda disse que a intenção é dar um conforto e apoio moral às senhoras para  juntos trabalharem para se encontrar soluções o mais rápido possível.

Apelou que as instancias de direito devem rever a forma como estão estruturados  os mercados informais, realçando que os inapropriados, às suas instalações devem ser requalificadas, já que um curto-circuito, é apontado como presumível causa do incêndio.

Aconselhou as vendedoras a terem o seguro dos seus bens, porque os danos materiais são avultados, dai a necessidade do levantamento das mulheres afectadas e se analisar de como serão  ajudadas.

Segundo a governadora, a ideia de evacuação do mercado é prematura, por enquanto as pessoas vão continuar a vender no espaço que garante segurança e isolar a parte destruida.

Recorde-se que o prejuízo causado pelo fogo, está avaliado em 40 milhões de kwanzas.

.Localizada num espaço de aproximadamente 300 metros de comprimento e 60 de largura, a Praça das Mulheres tem mais de 600 pequenas lojas geridas por senhoras, num universo de três mil vendedoras.

De terça-feira a sábado, os portões do mercado são abertos a partir das cinco horas e encerrados por volta das 16, o que permite que centenas de pessoas, oriundas de vários pontos de Luanda e do interior, comercializem os seus produtos, como roupas, alimentos, joias, cosméticos, entre outros.