Ministra defende maior envolvimento de jovens na Bienal

  • Ministra da Juventude e Desporto, Ana Paula Sacramento Neto
Luanda - A ministra da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento, apelou hoje, em Luanda, os jovens angolanos a envolverem-se no processo preparatório da Bienal da Paz, a realizar-se em Setembro próximo, em Angola.

A governante falava no final de uma audiência com o presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), Gilberto Veríssimo, e considerou imperioso a presença de jovens em organismos regionais a nível do continente.

Referiu as jornadas “Abril Jovem” como um meio possível para a integração da juventude nacional em organizações do género, adiantando existirem acordos transfronteiriços para a movimentação de cidadãos dos países da CEEAC em que possa haver projectos regionais com espaço para emprego.

Independentemente da condição que se vive por causa da Covid-19, sublinhou, espera que os jovens possam trabalhar, por via das tecnologias, para a segunda edição da Bienal da Paz, evento através do qual Angola poderá partilhar experiências com outros países da região.

Por sua vez, o presidente da CEEAC, Gilberto Veríssimo, manifestou o desejo de ver os programas da juventude angolana incluídos nos projectos da região da África Central, onde, considera, poderá criar-se empregos.

Face ao elevado desemprego no seio da juventude na região, deu a conhecer a existência de um conjunto de projectos regionais como a construção de estradas, o que irá propiciar emprego e outros ganhos aos seus cidadãos.

Durante o encontro, foram abordadas questões ligadas à cultura da paz, partilha de experiência sobre a bienal dos criadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), bem como projectos do conselho nacional da juventude (CNJ).

A governante falava no final de uma audiência com o presidente da Comissão da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC), Gilberto Veríssimo, e considerou imperioso a presença de jovens em organismos regionais a nível do continente.

Referiu as jornadas “Abril Jovem” como um meio possível para a integração da juventude nacional em organizações do género, adiantando existirem acordos transfronteiriços para a movimentação de cidadãos dos países da CEEAC em que possa haver projectos regionais com espaço para emprego.

Independentemente da condição que se vive por causa da Covid-19, sublinhou, espera que os jovens possam trabalhar, por via das tecnologias, para a segunda edição da Bienal da Paz, evento através do qual Angola poderá partilhar experiências com outros países da região.

Por sua vez, o presidente da CEEAC, Gilberto Veríssimo, manifestou o desejo de ver os programas da juventude angolana incluídos nos projectos da região da África Central, onde, considera, poderá criar-se empregos.

Face ao elevado desemprego no seio da juventude na região, deu a conhecer a existência de um conjunto de projectos regionais como a construção de estradas, o que irá propiciar emprego e outros ganhos aos seus cidadãos.

Durante o encontro, foram abordadas questões ligadas à cultura da paz, partilha de experiência sobre a bienal dos criadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), bem como projectos do conselho nacional da juventude (CNJ).