Governo assiste famílias vulneráveis em Benguela

  • Faustina Alves, Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher
Catumbela – Mais de 20 toneladas de bens diversos foram disponibilizados, esta quinta-feira, pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, com vista a assistência das famílias desfavorecidas na província de Benguela.

Ao que a ANGOP apurou, dos bens constam arroz, fuba de milho e de mandioca, massa alimentar, óleo vegetal, sabão azul e cadeiras de rodas, que chegam numa altura em que o número de famílias carenciadas aumenta, a cada dia, na região.

Completam o lote, entregue ao governador provincial de Benguela, Rui Falcão, pela ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, caixas de triciclos, bicicletas de campo, muletas, canadianas, andarilhos, balões de cobertores, kits de cozinha e chapas de zinco.

Em declarações à imprensa, a ministra Faustina Alves deixou claro que os bens entregues ao governo de Benguela visam acudir a difícil situação por que passam as pessoas vulneráveis, já que estas constituem o foco do sector.

“O nosso foco tem a ver com as pessoas com um grau de vulnerabilidade social alta e média”, elucida a governante, citando, por exemplo, casos de alunos com mobilidade física que deixam de ir à escola apenas por falta de uma cadeira de rodas.

De igual forma, evocou situações de algumas pessoas que transportam doentes às costas, razão pela qual, disse, precisam do apoio social do governo, tanto em cadeiras de rodas e canadianas, como em alimentos.

Assim, explicou estar em visita de ajuda e constatação à província de Benguela, não só no âmbito do plano de actividades do seu gabinete, mas também “depois que soube que há algumas carências afectando pessoas vulneráveis a vários níveis nesta região do país”.

Não obstante considerar a quantidade de bens trazidos como o menos importante, a ministra Faustina Alves acredita, porém, que este lote deve reforçar a área social do governo de Benguela, tendo em vista o apoio às famílias em situação social vulnerável, de acordo com a realidade da província.

Hoje, a ministra da Acção Social inteirou-se do processo de reintegração produtiva da cooperativa agrícola União dos Ex-militares na comuna do Dombe Grande, na Baía Farta. Seguidamente, visitou uma escola de seis salas de aulas e um centro médico, nos municípios do Lobito e da Catumbela, respectivamente.

Antes da visita a Benguela, a qual se prolonga até sábado e prevê, para sexta-feira, a inauguração do primeiro Centro de Acção Social Integrado (CASI), na Catumbela, a governante e delegação que a acompanha trabalharam já, com o mesmo propósito, nas províncias do Cuanza-Sul, Moxico, Bié do Huambo.

Ao que a ANGOP apurou, dos bens constam arroz, fuba de milho e de mandioca, massa alimentar, óleo vegetal, sabão azul e cadeiras de rodas, que chegam numa altura em que o número de famílias carenciadas aumenta, a cada dia, na região.

Completam o lote, entregue ao governador provincial de Benguela, Rui Falcão, pela ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Faustina Alves, caixas de triciclos, bicicletas de campo, muletas, canadianas, andarilhos, balões de cobertores, kits de cozinha e chapas de zinco.

Em declarações à imprensa, a ministra Faustina Alves deixou claro que os bens entregues ao governo de Benguela visam acudir a difícil situação por que passam as pessoas vulneráveis, já que estas constituem o foco do sector.

“O nosso foco tem a ver com as pessoas com um grau de vulnerabilidade social alta e média”, elucida a governante, citando, por exemplo, casos de alunos com mobilidade física que deixam de ir à escola apenas por falta de uma cadeira de rodas.

De igual forma, evocou situações de algumas pessoas que transportam doentes às costas, razão pela qual, disse, precisam do apoio social do governo, tanto em cadeiras de rodas e canadianas, como em alimentos.

Assim, explicou estar em visita de ajuda e constatação à província de Benguela, não só no âmbito do plano de actividades do seu gabinete, mas também “depois que soube que há algumas carências afectando pessoas vulneráveis a vários níveis nesta região do país”.

Não obstante considerar a quantidade de bens trazidos como o menos importante, a ministra Faustina Alves acredita, porém, que este lote deve reforçar a área social do governo de Benguela, tendo em vista o apoio às famílias em situação social vulnerável, de acordo com a realidade da província.

Hoje, a ministra da Acção Social inteirou-se do processo de reintegração produtiva da cooperativa agrícola União dos Ex-militares na comuna do Dombe Grande, na Baía Farta. Seguidamente, visitou uma escola de seis salas de aulas e um centro médico, nos municípios do Lobito e da Catumbela, respectivamente.

Antes da visita a Benguela, a qual se prolonga até sábado e prevê, para sexta-feira, a inauguração do primeiro Centro de Acção Social Integrado (CASI), na Catumbela, a governante e delegação que a acompanha trabalharam já, com o mesmo propósito, nas províncias do Cuanza-Sul, Moxico, Bié do Huambo.