Governo de Luanda suspende contrato com operadoras de limpeza

  • Retrato da Cidade de Luanda após Quadra Festiva/02.Fevereiro
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Luanda - O Governo da província de Luanda suspendeu este mês o contrato de prestação de serviço que mantinha com as seis operadoras de limpeza e recolha de resíduos sólidos, informou hoje, quarta-feira, a governadora provincial, Joana Lina.

Em conferência de imprensa, a governante informou que quatro das referidas empresas se disponibilizaram a prestar serviço até ao último dia deste ano, enquanto as outras duas já paralisaram as suas actividades.

Perante esta situação, segundo a governadora Joana Lina, até a primeira quinzena de Janeiro, os trabalhos de limpeza e recolha de resíduos serão assegurados pelas administrações municipais, distritais e pelas quatro empresas que se mostraram disponíveis em colaborar com o GPL.

Sem adiantar a identidade das operadoras, a governante indicou como principal motivação da suspensão dos contratos (datam de 2016), o facto de os mesmos terem sido celebrados em moeda estrangeira (dólar) ao câmbio do dia, e o Governo não estar actualmente em condições de satisfazer esta obrigação.

Em relação as dívidas acumuladas, acima de Akz 2 milhões, garantiu que serão pagas em tempo oportuno, estando nesta altura uma equipa do GPL a certificar o valor em questão para validação.

Adiantou que futuramente, mediante concurso público, as regras de contratação serão actualizadas, e a exclusão de pagamentos em moeda estrangeira será uma das diferenças.

Relativamente a limpeza nas centralidades, a governadora considera que a metodologia deve ter como foco a criação de pontos de transição em cada uma delas, e permitir a livre iniciativa da comunidade ir entrando paulatinamente na recolha porta-a-porta, já que a província de Luanda tem condições para este modelo.

Considerou também que devem ser ponderadas e encorajadas, porque existem condições, a criação de cooperativas de jovens para fazer o trabalho de recolha de resíduos sólidos nas centralidades e no casco urbano, no sentido da redução dos custos operacionais e melhoria do ambiente na cidade capital.

A capital do país, produz diariamente seis mil e 800 toneladas de resíduos, sendo que as operadoras têm capacidade de cobertura de apenas 60 por cento.

 

Em conferência de imprensa, a governante informou que quatro das referidas empresas se disponibilizaram a prestar serviço até ao último dia deste ano, enquanto as outras duas já paralisaram as suas actividades.

Perante esta situação, segundo a governadora Joana Lina, até a primeira quinzena de Janeiro, os trabalhos de limpeza e recolha de resíduos serão assegurados pelas administrações municipais, distritais e pelas quatro empresas que se mostraram disponíveis em colaborar com o GPL.

Sem adiantar a identidade das operadoras, a governante indicou como principal motivação da suspensão dos contratos (datam de 2016), o facto de os mesmos terem sido celebrados em moeda estrangeira (dólar) ao câmbio do dia, e o Governo não estar actualmente em condições de satisfazer esta obrigação.

Em relação as dívidas acumuladas, acima de Akz 2 milhões, garantiu que serão pagas em tempo oportuno, estando nesta altura uma equipa do GPL a certificar o valor em questão para validação.

Adiantou que futuramente, mediante concurso público, as regras de contratação serão actualizadas, e a exclusão de pagamentos em moeda estrangeira será uma das diferenças.

Relativamente a limpeza nas centralidades, a governadora considera que a metodologia deve ter como foco a criação de pontos de transição em cada uma delas, e permitir a livre iniciativa da comunidade ir entrando paulatinamente na recolha porta-a-porta, já que a província de Luanda tem condições para este modelo.

Considerou também que devem ser ponderadas e encorajadas, porque existem condições, a criação de cooperativas de jovens para fazer o trabalho de recolha de resíduos sólidos nas centralidades e no casco urbano, no sentido da redução dos custos operacionais e melhoria do ambiente na cidade capital.

A capital do país, produz diariamente seis mil e 800 toneladas de resíduos, sendo que as operadoras têm capacidade de cobertura de apenas 60 por cento.