Governo defende criação de viveiros no Moxico

  • Moxico: Ravina periga cidade do Luena
Luena – O vice-governador para o sector Político, Social e Económico do Moxico, Victor da Silva, incentivou esta segunda-feira, a Administração Municipal do Moxico (sede), a criar viveiros florestais como medida de contenção de ravinas.

O incentivo do governo provincial surge numa altura em que dados oficiais apontam que a província possui 47 ravinas, sendo 36 com tendência de progredir, sete estancadas e quatro em progressão.

Destas, a do bairro Aço, sul do Luena, é a mais temível que já começou a desalojar a população circundante e destruir dezenas de residências, estando-se, nesse momento, a dirigir-se às instalações de uma central térmica, dos Bombeiros e da emissora local da Rádio Nacional de Angola (RNA).

Essa ravina do Aço, já destruiu, em 2016, o maior viveiro de plantas que assegurava o repovoamento florestal do Luena.

Ao apresentar o novo administrador do município do Moxico (sede), António Manuel Saualiassa, aos trabalhadores administração local, Victor da Silva destacou a importância de se plantar eucaliptos, bambus, cedros e pinheiros, para travar a progressão das ravinas

Aliado a isso, defendeu a realização acções de sensibilização tendentes a desencorajar a população a construir nas zonas de risco.

O incentivo do governo provincial surge numa altura em que dados oficiais apontam que a província possui 47 ravinas, sendo 36 com tendência de progredir, sete estancadas e quatro em progressão.

Destas, a do bairro Aço, sul do Luena, é a mais temível que já começou a desalojar a população circundante e destruir dezenas de residências, estando-se, nesse momento, a dirigir-se às instalações de uma central térmica, dos Bombeiros e da emissora local da Rádio Nacional de Angola (RNA).

Essa ravina do Aço, já destruiu, em 2016, o maior viveiro de plantas que assegurava o repovoamento florestal do Luena.

Ao apresentar o novo administrador do município do Moxico (sede), António Manuel Saualiassa, aos trabalhadores administração local, Victor da Silva destacou a importância de se plantar eucaliptos, bambus, cedros e pinheiros, para travar a progressão das ravinas

Aliado a isso, defendeu a realização acções de sensibilização tendentes a desencorajar a população a construir nas zonas de risco.