Governo orienta levantamento das famílias afectadas pela fome

  • Cerimónia de empossamento dos administrador comunais e adjuntos no Cunene
Ondjiva – A governadora da província do Cunene, Gerdina Didalelwa, recomendou hoje, quinta-feira, às administrações municipais e comunais, a trabalharem de forma mais séria e urgente na identificação das famílias mais afectadas pela fome, para facilitar a mobilização de apoios.

Em consequência da fome, estão controladas 640 pessoas na povoação de Calueque e 250 na Cahama, que abandonaram as suas residências, devido à falta de rendimento na actividade agrícola, fruto da ausência prolongada das chuvas nestas regiões.

Os mais de 90 dias consecutivos de estiagem na província provocaram a movimentação das famílias e do seu gado para áreas localizadas às margens do rio Cunene e na vizinha República da Namíbia.

Ao discursar na cerimónia de tomada de posse de 12 gestores públicos, Gerdina Didalelwa, disse que a província vive uma fase crítica da fome, devido a estiagem, devendo as famílias verdadeiramente atingidas serem localizadas para receberem ajudas do governo.

“As administrações devem priorizar a recolha destas informações e reportar às autoridades do governo, para poderem intervir o mais rápido possível e assim minimizar a carência alimentar nas comunidades”, afirmou.

Lembrou que a situação foi agravada pela praga de gafanhotos que está a devorar as culturas das famílias camponesas.

Gerdina Didalelwa pediu ainda aos administradores para dialogarem mais com os cidadãos, ouvindo as suas preocupações e ideias, para melhor contribuírem na resolução dos problemas correntes nas comunidades.

Entre os empossados destacam-se o administrador municipal adjunto do Namacunde, Judas Tadeu, os administradores comunais e adjuntos do Xangongo, Humbe, Mucope, Naulila, Ombala Yo Mungo e Evale, nos municípios de Ombadja e Cuanhama.

Tomou igualmente posse, o chefe de Departamento do Gabinete dos Antigos Combatentes e Veterano da Pátria do Cunene, Edilson Panduleinge.

Em consequência da fome, estão controladas 640 pessoas na povoação de Calueque e 250 na Cahama, que abandonaram as suas residências, devido à falta de rendimento na actividade agrícola, fruto da ausência prolongada das chuvas nestas regiões.

Os mais de 90 dias consecutivos de estiagem na província provocaram a movimentação das famílias e do seu gado para áreas localizadas às margens do rio Cunene e na vizinha República da Namíbia.

Ao discursar na cerimónia de tomada de posse de 12 gestores públicos, Gerdina Didalelwa, disse que a província vive uma fase crítica da fome, devido a estiagem, devendo as famílias verdadeiramente atingidas serem localizadas para receberem ajudas do governo.

“As administrações devem priorizar a recolha destas informações e reportar às autoridades do governo, para poderem intervir o mais rápido possível e assim minimizar a carência alimentar nas comunidades”, afirmou.

Lembrou que a situação foi agravada pela praga de gafanhotos que está a devorar as culturas das famílias camponesas.

Gerdina Didalelwa pediu ainda aos administradores para dialogarem mais com os cidadãos, ouvindo as suas preocupações e ideias, para melhor contribuírem na resolução dos problemas correntes nas comunidades.

Entre os empossados destacam-se o administrador municipal adjunto do Namacunde, Judas Tadeu, os administradores comunais e adjuntos do Xangongo, Humbe, Mucope, Naulila, Ombala Yo Mungo e Evale, nos municípios de Ombadja e Cuanhama.

Tomou igualmente posse, o chefe de Departamento do Gabinete dos Antigos Combatentes e Veterano da Pátria do Cunene, Edilson Panduleinge.