Suspensa greve no CFB a pedido do governador

  • Comboio do Caminho de Ferro de Benguela
Lobito - A greve dos trabalhadores dos Caminhos-de-Ferro de Benguela (CFB), inicialmente marcada para esta quinta feira, foi suspensa, por um período de 30 dias, a pedido do governador Luís Nunes, apurou a ANGOP.

O secretário para os assuntos jurídicos do CFB, Moisés Cacumba, confirmou o encontro com o governador, onde estiveram presentes o presidente do Conselho de Administração da empresa, Luís Teixeira, e representantes dos ministérios dos Transportes, das Finanças e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, assim como do sindicato dos trabalhadores.

Segundo Moisés Cacumba, o governador prometeu encaminhar o assunto aos ministérios dos Transportes e das Finanças, para juntos encontrarem solução às inquietações dos trabalhadores.

O aumento salarial, na ordem de 50 por cento, e a reposição da cesta básica, que não é fornecida há 17 meses, são os pontos mais críticos do caderno reivindicativo.

Entretanto, na principal estação do CFB no Lobito, o ambiente é calmo, com os trabalhadores apresentarem-se nos seus postos de trabalho.

O chefe da estação, Horácio Nhyme, confirmou ter recebido a orientação da suspensão da greve na tarde de quarta-feira (05).

Diariamente, circulam no trajecto Lobito/Benguela cinco comboios, com início às 6 horas e término às 15 horas.

Para os comboios de longo curso, apenas está suspenso, desde o estado de emergência, a composição que partia do Lobito para a província do Huambo.

Quanto aos comboios de carga, estes saem de acordo com as solicitações dos clientes, segundo Horário Nhyme.

O secretário para os assuntos jurídicos do CFB, Moisés Cacumba, confirmou o encontro com o governador, onde estiveram presentes o presidente do Conselho de Administração da empresa, Luís Teixeira, e representantes dos ministérios dos Transportes, das Finanças e da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, assim como do sindicato dos trabalhadores.

Segundo Moisés Cacumba, o governador prometeu encaminhar o assunto aos ministérios dos Transportes e das Finanças, para juntos encontrarem solução às inquietações dos trabalhadores.

O aumento salarial, na ordem de 50 por cento, e a reposição da cesta básica, que não é fornecida há 17 meses, são os pontos mais críticos do caderno reivindicativo.

Entretanto, na principal estação do CFB no Lobito, o ambiente é calmo, com os trabalhadores apresentarem-se nos seus postos de trabalho.

O chefe da estação, Horácio Nhyme, confirmou ter recebido a orientação da suspensão da greve na tarde de quarta-feira (05).

Diariamente, circulam no trajecto Lobito/Benguela cinco comboios, com início às 6 horas e término às 15 horas.

Para os comboios de longo curso, apenas está suspenso, desde o estado de emergência, a composição que partia do Lobito para a província do Huambo.

Quanto aos comboios de carga, estes saem de acordo com as solicitações dos clientes, segundo Horário Nhyme.