Historiador sugere “olhar profundo” sobre causas sociais de Luanda

  • Largo Lueji,  baixa da cidade de Luanda
Luanda – O professor e historiador António Felipe defendeu, neste sábado, em Luanda, a necessidade dos governantes locais atacarem as causas dos problemas sociais da província, principalmente relacionados ao saneamento básico.

O professor, que falava à Angop, à margem do workshop sobre “O Historial da Fundação da Cidade de Luanda”, organizado pelo secretariado da JMPLA no Distrito Urbano da Ingombota, destacou o facto de em pleno século XXI não existir projecto de modernização de Luanda, uma vez que a construção de prédios na zona baixa está asfixiar a cidade.

Conforme o historiador, é necessário a criação de uma cidade subterrânea para permitir a drenagem das águas pluviais.

“Luanda não foi uma cidade preparada para os angolanos, pois a sua construção remonta a maneira da Europa do século XV”, referiu.

Relativamente as comemorações do dia 25 de Janeiro, data alusiva a fundação da cidade de Luanda, António Filipe referiu que deve servir para a promoção de uma reflexão profunda sobre os caminhos a seguir para o fim dos problemas sociais da capital do país.

O académico defendeu ainda que nesta data se devia homenagear aqueles que resistiram a ocupação portuguesa.

Por sua vez, o primeiro secretário da JMPLA no Distrito Urbano da Ingombota, João Sebastião, referiu que os objectivos encontro foram alcançados.

A cidade de Luanda (antigamente Loanda) é a capital do país e da província homónima. Luanda é a maior cidade de Angola.

Banhada pelo Oceano Atlântico, é também o principal porto e centro económico do país.

Foi fundada a 25 de Janeiro de 1576 pelo fidalgo e explorador português Paulo Dias de Novais, sob o nome de São Paulo da Assunção de Loanda.

O professor, que falava à Angop, à margem do workshop sobre “O Historial da Fundação da Cidade de Luanda”, organizado pelo secretariado da JMPLA no Distrito Urbano da Ingombota, destacou o facto de em pleno século XXI não existir projecto de modernização de Luanda, uma vez que a construção de prédios na zona baixa está asfixiar a cidade.

Conforme o historiador, é necessário a criação de uma cidade subterrânea para permitir a drenagem das águas pluviais.

“Luanda não foi uma cidade preparada para os angolanos, pois a sua construção remonta a maneira da Europa do século XV”, referiu.

Relativamente as comemorações do dia 25 de Janeiro, data alusiva a fundação da cidade de Luanda, António Filipe referiu que deve servir para a promoção de uma reflexão profunda sobre os caminhos a seguir para o fim dos problemas sociais da capital do país.

O académico defendeu ainda que nesta data se devia homenagear aqueles que resistiram a ocupação portuguesa.

Por sua vez, o primeiro secretário da JMPLA no Distrito Urbano da Ingombota, João Sebastião, referiu que os objectivos encontro foram alcançados.

A cidade de Luanda (antigamente Loanda) é a capital do país e da província homónima. Luanda é a maior cidade de Angola.

Banhada pelo Oceano Atlântico, é também o principal porto e centro económico do país.

Foi fundada a 25 de Janeiro de 1576 pelo fidalgo e explorador português Paulo Dias de Novais, sob o nome de São Paulo da Assunção de Loanda.