Historiadora defende revisão da historiografia colonial

  • Historiadora Rosa Cruz e Silva (Arquivo)
Luanda- A historiadora Rosa Cruz e Silva defendeu, nesta terça-feira, a revisão com urgência da historiografia colonial por conter  conteúdos que ainda afectam as mentes, pois teimam em aceitar o facto africano e por esta via negar “a nossa própria história”.

Rosa Cruz e Silva falava numa palestra sobre o legado histórico dos heróis da luta contra a ocupação colonial, como referência para o patriotismo e nacionalismo angolano destacou ser importante retornar o projecto para  a valorização e divulgação das figuras históricas angolanas.

Segundo a academica,  o colóquio surge para  retomar os debates que  ajudam a compreender a importância da documentação  existente,  para reconstituir momentos da história em que essas figuras se elevam na defesa da integridade dos povos e dos seus líderes.

Destacou as figuras de Ndunduma, do reino do Bié e Luhena, rei da Huíla, praticamentes desconhecidas do povo angolano, mas que lutaram contra a ocupação colonial e que foram desterrados na diáspora no final do século XIX.

Daí, ressaltou, haver necessidade de se retomar o processo da história nacional pois hoje existem provas da relação estreita entre as acções da historiografia e a luta colonial para a libertação do país.

Para o secretário de Estado para o Ensino Secundário, Gildo Matias,  para se continuar a ter os valores dos heróis  nacionais é necessário apostar na educação que é o veículo eficaz para promover o desenvolvimento, bem como reforçar o conhecimento da história  nos vários níveis de ensino, corrigindo algumas abordagens como a vitimização.

Destacou a fraca presença da história angolana nas grandes cidades do país, situação que deve ser revista para que os angolanos conheçam os seus simbolos, heróis e marcas culturais através da visualização e topominia. 

O colóquio sobre o legado histórico dos heróis da luta contra a ocupação colonial, como referência para o patriotismo e nacionalismo angolano é uma promoção do Instituto nacional da Juventude (IAJ) e visa exaltar o contributo dos nacionalistas para a independencia do país, bem como buscar e exaltar o valor cultural dos reoinos que lutaram para a libertação.

Figuras como Njinga Mbandi, Mandume, Kimpa Vita, Ekuikui e Lueji a Nkonde serão referenciadas no certame que se realiza no âmbito das comemorações do 46º aniversário da Independência Nacional, assinalado a 11 de Novembro, e que decorre até quinta-feira.

A abertura do evento foi feita pelo Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa.

Rosa Cruz e Silva falava numa palestra sobre o legado histórico dos heróis da luta contra a ocupação colonial, como referência para o patriotismo e nacionalismo angolano destacou ser importante retornar o projecto para  a valorização e divulgação das figuras históricas angolanas.

Segundo a academica,  o colóquio surge para  retomar os debates que  ajudam a compreender a importância da documentação  existente,  para reconstituir momentos da história em que essas figuras se elevam na defesa da integridade dos povos e dos seus líderes.

Destacou as figuras de Ndunduma, do reino do Bié e Luhena, rei da Huíla, praticamentes desconhecidas do povo angolano, mas que lutaram contra a ocupação colonial e que foram desterrados na diáspora no final do século XIX.

Daí, ressaltou, haver necessidade de se retomar o processo da história nacional pois hoje existem provas da relação estreita entre as acções da historiografia e a luta colonial para a libertação do país.

Para o secretário de Estado para o Ensino Secundário, Gildo Matias,  para se continuar a ter os valores dos heróis  nacionais é necessário apostar na educação que é o veículo eficaz para promover o desenvolvimento, bem como reforçar o conhecimento da história  nos vários níveis de ensino, corrigindo algumas abordagens como a vitimização.

Destacou a fraca presença da história angolana nas grandes cidades do país, situação que deve ser revista para que os angolanos conheçam os seus simbolos, heróis e marcas culturais através da visualização e topominia. 

O colóquio sobre o legado histórico dos heróis da luta contra a ocupação colonial, como referência para o patriotismo e nacionalismo angolano é uma promoção do Instituto nacional da Juventude (IAJ) e visa exaltar o contributo dos nacionalistas para a independencia do país, bem como buscar e exaltar o valor cultural dos reoinos que lutaram para a libertação.

Figuras como Njinga Mbandi, Mandume, Kimpa Vita, Ekuikui e Lueji a Nkonde serão referenciadas no certame que se realiza no âmbito das comemorações do 46º aniversário da Independência Nacional, assinalado a 11 de Novembro, e que decorre até quinta-feira.

A abertura do evento foi feita pelo Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa.