Governadora do Huambo recomenda reforço da prevenção contra catástrofes naturais

Huambo – A governadora provincial do Huambo, Lotti Nolika, recomendou, nesta sexta-feira, a prevenção contra os danos humanos e materiais provocados pelas calamidades naturais e a redução de riscos eminentes nas comunidades, para evitar prejuízos de ordem económico-social.

A governadora, que falava no encontro da Comissão Provincial de Protecção Civil, a protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, cidadãos e todas as entidades público/privadas para prevenir riscos colectivos inerentes aos acidentes graves ou catástrofes naturais, atenuando, deste modo, os seus efeitos, através da protecção e socorro das pessoas e bens sempre que tais situações ocorram. 

No período de Setembro de 2019 a Novembro de 2020, foram registadas três mil e 957 catástrofes naturais, entre chuvas, ventos fortes e enchentes em rios, foram registadas, na província do Huambo, com a morte de 70 pessoas e ferimentos a outras 57.

Segundo o comandante adjunto do Serviço local de Protecção Civil e Bombeiros, superintendente bombeiro Manuel Kamalandua, ao longo deste período verificou-se a destruição total de 24 casas e outras 289 sem tecto, tendo desalojado 313 famílias, num universo de mil e 565 pessoas, residentes nos 11 municípios.

Estas catástrofes, conforme o superintendente bombeiro Manuel Kamalandua, destruíram ainda nove escolas, dois postos de saúde, uma unidade hoteleira e duas naves, originado na progressão de 44 ravinas que ameaçam engolir várias residências e cortar algumas vias de comunicação entre as sedes municipais, comunais e as áreas de produção.

Informou, igualmente, que ao longo deste período, 44 cabeças de gado bovino morreram, numa altura em que mil e 342 residências estão em risco eminente de desabamento nos 11 municípios da província, prevendo-se, como consequência o desalojamento de seis mil e 700 pessoas.

A coordenação da Comissão de Protecção Civil tem uma composição constituída pelos membros do Governo, Polícia Nacional, Protecção Civil e Bombeiros, administradores municipais e comunais, assim como representantes da sociedade civil da província do Huambo.

Situada no Planalto Central de Angola, com uma área de 35.771 quilómetros quadros, vivem na província do Huambo, cujo período chuvoso do ano dura, aproximadamente nove meses, de 15 de Agosto a 15 de Maio, dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, distribuídos em 11 municípios.

Tem um clima tropical, com uma temperatura média de 20.2 °C, Dezembro é o mês mais quente do ano, enquanto em Agosto tem uma temperatura média de 18.2 °C, sendo a mais baixa do ano. 

A governadora, que falava no encontro da Comissão Provincial de Protecção Civil, a protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, cidadãos e todas as entidades público/privadas para prevenir riscos colectivos inerentes aos acidentes graves ou catástrofes naturais, atenuando, deste modo, os seus efeitos, através da protecção e socorro das pessoas e bens sempre que tais situações ocorram. 

No período de Setembro de 2019 a Novembro de 2020, foram registadas três mil e 957 catástrofes naturais, entre chuvas, ventos fortes e enchentes em rios, foram registadas, na província do Huambo, com a morte de 70 pessoas e ferimentos a outras 57.

Segundo o comandante adjunto do Serviço local de Protecção Civil e Bombeiros, superintendente bombeiro Manuel Kamalandua, ao longo deste período verificou-se a destruição total de 24 casas e outras 289 sem tecto, tendo desalojado 313 famílias, num universo de mil e 565 pessoas, residentes nos 11 municípios.

Estas catástrofes, conforme o superintendente bombeiro Manuel Kamalandua, destruíram ainda nove escolas, dois postos de saúde, uma unidade hoteleira e duas naves, originado na progressão de 44 ravinas que ameaçam engolir várias residências e cortar algumas vias de comunicação entre as sedes municipais, comunais e as áreas de produção.

Informou, igualmente, que ao longo deste período, 44 cabeças de gado bovino morreram, numa altura em que mil e 342 residências estão em risco eminente de desabamento nos 11 municípios da província, prevendo-se, como consequência o desalojamento de seis mil e 700 pessoas.

A coordenação da Comissão de Protecção Civil tem uma composição constituída pelos membros do Governo, Polícia Nacional, Protecção Civil e Bombeiros, administradores municipais e comunais, assim como representantes da sociedade civil da província do Huambo.

Situada no Planalto Central de Angola, com uma área de 35.771 quilómetros quadros, vivem na província do Huambo, cujo período chuvoso do ano dura, aproximadamente nove meses, de 15 de Agosto a 15 de Maio, dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, distribuídos em 11 municípios.

Tem um clima tropical, com uma temperatura média de 20.2 °C, Dezembro é o mês mais quente do ano, enquanto em Agosto tem uma temperatura média de 18.2 °C, sendo a mais baixa do ano.