Igreja quer maior pragmatismo na implementação do PIIM

Menongue – O pastor Eliazar Mapundo pediu hoje, domingo, na cidade de Menongue, província do Cuando Cubango, maior pragmatismo e sentido de responsabilidade por parte de todos os intervenientes directos do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), para que sejam preconizados todos os objectivos para o qual foi criado.

Eliazar Mapundo, que falava em representação do Conselho de Igrejas Cristãs de Angola (CICA), fez tal apelo durante a apresentação da mensagem da igreja ao Governo, no culto ecuménico de acção de graças alusivo ao 19º aniversário da paz e reconciliação nacional.

“ O apelo da igreja vai ao governo da província, às instituições públicas e privadas, aos empreiteiros, assim como pessoas singulares, no sentido de serem mais pragmáticos na construção das obras e projectos apresentados, de modo que as populações sintam-se bem e sejam verdadeiramente beneficiadas.

Pediu igualmente maior transparência e cumprimento dos prazos contratuais.

Falou igualmente da necessidades de se criarem instituições de formação académica, técnica e socioprofissional, fundamentalmente destinadas aos jovens, para que sejam preparados para o mercado de emprego e fomento do auto-emprego.  

Outra preocupação que a igreja quer ver resolvida e contemplada no PIIM, segundo o pastor, é a construção de um centro de investigação científica, para o aumento da capacidade de resposta dos quadros que prestam serviço de maior procura.  

Por outro lado, solicitou o apoio do governo na reabilitação ou construção de centros de saúde e escolas, afectos às mais variadas denominações religiosas.

Na sua homilia, o bispo da diocese de Menongue, Dom Leopoldo Ndakaleko, defendeu a união de todas as igrejas e actores sociais, para que com os mesmos sentimentos de paz possam contribuir com pensamentos e acções para a verdadeira reconciliação nacional e desenvolvimento do país.

Em seu entender, um dos maiores pressupostos da paz é a justiça e o amor ao próximo, por isso, convidou os fiéis a esquecerem o passado sombrio e abraçarem o caminho do perdão recíproco e coabitarem em harmonia para o bem das gerações presentes e vindouras.

Já a vice-governadora para os sectores político, social e económico, Adélia Muambeno Samuel, afirmou que preconiza-se uma maior colaboração e permanente participação das igrejas, enquanto parceiras do Estado, na implementação de acções de desenvolvimento da província, sobretudo na assistência social, saúde, educação e cultura.

Adélia Muambeno Samuel sublinhou que o governo vai igualmente continuar a apoiar as instituições religiosas nas matérias de consolidação da paz e defesa dos valores morais.

Realçou que a religião ocupa um espaço importante na sociedade, influenciando de maneira considerável na consciência e comportamento de uma larga massa de cidadãos.

De acordo com a governante, a pacificação dos espíritos e a moralização da sociedade, assim como a defesa dos valores cívicos e patrióticos no seio das comunidades, levados a cabo pela igreja, vão continuar a merecer o apadrinhamento do Governo.

Eliazar Mapundo, que falava em representação do Conselho de Igrejas Cristãs de Angola (CICA), fez tal apelo durante a apresentação da mensagem da igreja ao Governo, no culto ecuménico de acção de graças alusivo ao 19º aniversário da paz e reconciliação nacional.

“ O apelo da igreja vai ao governo da província, às instituições públicas e privadas, aos empreiteiros, assim como pessoas singulares, no sentido de serem mais pragmáticos na construção das obras e projectos apresentados, de modo que as populações sintam-se bem e sejam verdadeiramente beneficiadas.

Pediu igualmente maior transparência e cumprimento dos prazos contratuais.

Falou igualmente da necessidades de se criarem instituições de formação académica, técnica e socioprofissional, fundamentalmente destinadas aos jovens, para que sejam preparados para o mercado de emprego e fomento do auto-emprego.  

Outra preocupação que a igreja quer ver resolvida e contemplada no PIIM, segundo o pastor, é a construção de um centro de investigação científica, para o aumento da capacidade de resposta dos quadros que prestam serviço de maior procura.  

Por outro lado, solicitou o apoio do governo na reabilitação ou construção de centros de saúde e escolas, afectos às mais variadas denominações religiosas.

Na sua homilia, o bispo da diocese de Menongue, Dom Leopoldo Ndakaleko, defendeu a união de todas as igrejas e actores sociais, para que com os mesmos sentimentos de paz possam contribuir com pensamentos e acções para a verdadeira reconciliação nacional e desenvolvimento do país.

Em seu entender, um dos maiores pressupostos da paz é a justiça e o amor ao próximo, por isso, convidou os fiéis a esquecerem o passado sombrio e abraçarem o caminho do perdão recíproco e coabitarem em harmonia para o bem das gerações presentes e vindouras.

Já a vice-governadora para os sectores político, social e económico, Adélia Muambeno Samuel, afirmou que preconiza-se uma maior colaboração e permanente participação das igrejas, enquanto parceiras do Estado, na implementação de acções de desenvolvimento da província, sobretudo na assistência social, saúde, educação e cultura.

Adélia Muambeno Samuel sublinhou que o governo vai igualmente continuar a apoiar as instituições religiosas nas matérias de consolidação da paz e defesa dos valores morais.

Realçou que a religião ocupa um espaço importante na sociedade, influenciando de maneira considerável na consciência e comportamento de uma larga massa de cidadãos.

De acordo com a governante, a pacificação dos espíritos e a moralização da sociedade, assim como a defesa dos valores cívicos e patrióticos no seio das comunidades, levados a cabo pela igreja, vão continuar a merecer o apadrinhamento do Governo.