IGT regista 170 infracções no primeiro trimestre em Benguela

  • Construção civil - um dos sectores com mais infracções laborais
Benguela – Cento e setenta infracções laborais foram detectadas no primeiro trimestre deste ano, na província de Benguela, mais 43 em relação a igual período de 2020, pela Inspecção Geral do Trabalho, soube esta terça-feira a ANGOP.

Segundo o chefe dos serviços provinciais da IGT, João Muteka, que falava à imprensa, no âmbito do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, a assinalar-se a 28 de Abril, a falta de equipamentos de protecção individual, de seguro contra acidentes de trabalho e o incumprimento do horário laboral, estiveram entre as principais infracções.

Os sectores da indústria, transportes, construção civil e pescas, lideram em termos de infracções registadas. No período em referência, foram registados oito acidentes de trabalho, sete leves e um grave, com uma morte.

“Muitas empresas não providenciam equipamentos de protecção individual como capacetes, botas, luvas e roupas adequadas, não asseguram os trabalhadores contra acidentes e doenças profissionais, para que possam ser assistidos adequadamente”, disse o responsável.

João Muteka informou que, no mesmo período, foram realizadas 94 visitas de inspecção laboral em empresas públicas e privadas, que resultaram em 21 autos de notícia e multas avaliadas em 12 milhões 578 mil e 734 kwanzas.

Explicou ainda que a IGT realizou 132 mediações, das quais 67 foram resolvidas, sendo 51 a favor dos trabalhadores e seis em benefício dos empregadores, enquanto 65 encontram-se em tramitação. Os casos resolvidos resultaram em indemnizações avaliadas em cerca de Kz dois milhões e meio.

O inspector fez saber que as infracções foram realizadas nas indústrias, transportes, construção civil e pescarias.

O Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho visa aumentar o diálogo social sobre a importância da prevenção dos acidentes de trabalho.

A IGT, na província de Benguela, tem registadas cinco mil empresas e conta com 14 inspectores.

 

Segundo o chefe dos serviços provinciais da IGT, João Muteka, que falava à imprensa, no âmbito do Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, a assinalar-se a 28 de Abril, a falta de equipamentos de protecção individual, de seguro contra acidentes de trabalho e o incumprimento do horário laboral, estiveram entre as principais infracções.

Os sectores da indústria, transportes, construção civil e pescas, lideram em termos de infracções registadas. No período em referência, foram registados oito acidentes de trabalho, sete leves e um grave, com uma morte.

“Muitas empresas não providenciam equipamentos de protecção individual como capacetes, botas, luvas e roupas adequadas, não asseguram os trabalhadores contra acidentes e doenças profissionais, para que possam ser assistidos adequadamente”, disse o responsável.

João Muteka informou que, no mesmo período, foram realizadas 94 visitas de inspecção laboral em empresas públicas e privadas, que resultaram em 21 autos de notícia e multas avaliadas em 12 milhões 578 mil e 734 kwanzas.

Explicou ainda que a IGT realizou 132 mediações, das quais 67 foram resolvidas, sendo 51 a favor dos trabalhadores e seis em benefício dos empregadores, enquanto 65 encontram-se em tramitação. Os casos resolvidos resultaram em indemnizações avaliadas em cerca de Kz dois milhões e meio.

O inspector fez saber que as infracções foram realizadas nas indústrias, transportes, construção civil e pescarias.

O Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho visa aumentar o diálogo social sobre a importância da prevenção dos acidentes de trabalho.

A IGT, na província de Benguela, tem registadas cinco mil empresas e conta com 14 inspectores.