INAC quer impedir promoção de cidadãos implicados em fuga à paternidade

  • Inac quer combater fuga à paternidade (Arquivo)
Luanda - O Instituto Nacional da Criança (INAC) anunciou, na quarta-feira, em Luanda, a preparação de uma proposta para encaminhar às entidades competentes com vista a impedir que os pais que abandonam os filhos sejam nomeados ou promovidos a determinados cargos.

Segundo o director da instituição, Paulo Kalesi, que falava durante uma palestra dirigida a efectivos do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, pretende-se, com a medida em causa, reduzir os casos de fuga à paternidade.

Para isso, explicou, as instituições  registam muitos casos, como nas Forças Armadas e Ministério do Interior, deverão obrigar os seus membros a apresentarem currículo familiar, para saber se a pessoa que vai ser nomeada cumpre cabalmente com a responsabilidade paternal.

Dois mil e 416 casos de fuga à paternidade registados em Luanda, em 2020, revelou,  militares e membros de órgãos de defesa e segurança lideram a lista dos que rejeitam prestar assistência a filhos.

“Este projecto visa desencorajar a fuga à paternidade, pois as pessoas têm de ter consciência das suas responsabilidades”, afirmou.

Paulo Kalesi informou que há duas semanas foram registadas mais de 50 solicitações de comparência que envolve os efectivos da PN por não assistência dos filhos.

Já o número de  mulheres que abandona filhos, adiantou, constitui apenas cinco por cento do volume de casos registados pela  instituição.

Por sua vez, o comandante do quartel principal dos Serviços de Protecção civil e Bombeiros, Flávio Chimbundi, fez saber que o número de efectivos implicados é preocupante, devido aos vários casos de fuga à paternidade.

 Para combater esse mal, o Serviço de Proteção Civil e Bombeiros, em colaboração com o INAC, está a realizar campanhas de sensibilização.

No quadro jurídico angolano, a fuga à paternidade constitui crime punível com dois anos de prisão. 

Segundo o director da instituição, Paulo Kalesi, que falava durante uma palestra dirigida a efectivos do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, pretende-se, com a medida em causa, reduzir os casos de fuga à paternidade.

Para isso, explicou, as instituições  registam muitos casos, como nas Forças Armadas e Ministério do Interior, deverão obrigar os seus membros a apresentarem currículo familiar, para saber se a pessoa que vai ser nomeada cumpre cabalmente com a responsabilidade paternal.

Dois mil e 416 casos de fuga à paternidade registados em Luanda, em 2020, revelou,  militares e membros de órgãos de defesa e segurança lideram a lista dos que rejeitam prestar assistência a filhos.

“Este projecto visa desencorajar a fuga à paternidade, pois as pessoas têm de ter consciência das suas responsabilidades”, afirmou.

Paulo Kalesi informou que há duas semanas foram registadas mais de 50 solicitações de comparência que envolve os efectivos da PN por não assistência dos filhos.

Já o número de  mulheres que abandona filhos, adiantou, constitui apenas cinco por cento do volume de casos registados pela  instituição.

Por sua vez, o comandante do quartel principal dos Serviços de Protecção civil e Bombeiros, Flávio Chimbundi, fez saber que o número de efectivos implicados é preocupante, devido aos vários casos de fuga à paternidade.

 Para combater esse mal, o Serviço de Proteção Civil e Bombeiros, em colaboração com o INAC, está a realizar campanhas de sensibilização.

No quadro jurídico angolano, a fuga à paternidade constitui crime punível com dois anos de prisão.