INAC repudia assassinato de criança de 10 anos

Sumbe – O Instituto Nacional da Criança no Cuanza Sul repudiou hoje, quarta-feira, no Sumbe, o assassinato de uma criança de 10 anos de idade por estrangulamento com recurso a um cabo ligado a um ferro de engomar, soube a Angop.

O crime aconteceu segunda-feira última, na periferia da cidade do Sumbe, na sequência do roubo de um televisor plasma, em que são suspeitos dois cidadãos de 16 e 18 anos de idade, respectivamente, já detidos pelo Serviço de Investigação Criminal.

A responsável do INAC, Viriweza de Matos, considerou o acto de "bárbaro, inaceitável e condenável", demostrando o quanto a sociedade está doente e os jovens que alegadamente cometeram o crime, estão despidos de amor ao próximo e possuem uma mente e um coração insensível”.

“ Estamos bastante chocados com esta atitude e os supostos criminosos devem ser responsabilizados”, rematou.

A responsável defendeu maior intervenção das igrejas, associações juvenis, imprensa e autoridades tradicionais, para sensibilizar os jovens sobre a necessidade de uma sã convivência social.

Aconselhou, igualmente, os encarregados de educação e as famílias a um maior controlo das crianças, sobretudo a não deixá-las em casa sem alguém maior de idade.

O Serviço de Investigação Criminal fez saber que os supostos criminosos estavam foragidos durante dois dias, mas um serviço aturado de investigação permitiu a sua localização e captura.

Informou que o crime aconteceu na ausência dos pais da menor, no bairro da cerâmica (Chingo), periferia da cidade do Sumbe, quando os dois jovens terão invadido a residência e furtado um televisor. Supostamente, ao serem abordados pela vítima, decidiram enforcá-la com um cabo ligado a um ferro de engomar.

 

O crime aconteceu segunda-feira última, na periferia da cidade do Sumbe, na sequência do roubo de um televisor plasma, em que são suspeitos dois cidadãos de 16 e 18 anos de idade, respectivamente, já detidos pelo Serviço de Investigação Criminal.

A responsável do INAC, Viriweza de Matos, considerou o acto de "bárbaro, inaceitável e condenável", demostrando o quanto a sociedade está doente e os jovens que alegadamente cometeram o crime, estão despidos de amor ao próximo e possuem uma mente e um coração insensível”.

“ Estamos bastante chocados com esta atitude e os supostos criminosos devem ser responsabilizados”, rematou.

A responsável defendeu maior intervenção das igrejas, associações juvenis, imprensa e autoridades tradicionais, para sensibilizar os jovens sobre a necessidade de uma sã convivência social.

Aconselhou, igualmente, os encarregados de educação e as famílias a um maior controlo das crianças, sobretudo a não deixá-las em casa sem alguém maior de idade.

O Serviço de Investigação Criminal fez saber que os supostos criminosos estavam foragidos durante dois dias, mas um serviço aturado de investigação permitiu a sua localização e captura.

Informou que o crime aconteceu na ausência dos pais da menor, no bairro da cerâmica (Chingo), periferia da cidade do Sumbe, quando os dois jovens terão invadido a residência e furtado um televisor. Supostamente, ao serem abordados pela vítima, decidiram enforcá-la com um cabo ligado a um ferro de engomar.