INAC pede rigor na emissão das declarações de viagens

Dundo – Por formas a se evitar falsificação e combater o crime de rapto e/ou trafico de menores, a responsável do Instituto Nacional da Criança (INAC) na Lunda Norte, Madalena Alentejo, defendeu hoje, quinta-feira, a necessidade de se imprimir maior rigor na emissão das declarações de viagem (termo de responsabilidade).

Em declarações à Angop, a propósito do tráfico de menores na região, a responsável solicitou que no acto de emissão do referido documento seja obrigatória a presença dos progenitores, duas testemunhas, bem como a declaração de serviço e cópia do Bilhete de Identidade nas situações em que um dos cônjuges trabalha e reside fora de determina cidade.

Madalena Alentejo defende neste acto, o envolvimento dos responsáveis das comissões de moradores e para as crianças que já podem se comunicar, uma breve entrevista, em separado.

Denunciou que o actual modelo, tem sido falsificado com facilidade, o que dificulta as autoridades proteger as crianças e mitigar o tráfico de menores na província que registou, este ano, dois casos denunciados pela população, envolvendo três crianças, estando os autores às contas com a justiça.

“O actual modelo permite aos prevaricadores, ludibriarem as autoridades, porque conseguem usar o mesmo documento para mais de uma criança, sobretudo nas fronteiras com a República Democrática do Congo”, alertou.

Fez saber que no actual modelo exige-se apenas a identificação e uma cédula da criança, “documentos que têm sido muito falsificados”.

 

Em declarações à Angop, a propósito do tráfico de menores na região, a responsável solicitou que no acto de emissão do referido documento seja obrigatória a presença dos progenitores, duas testemunhas, bem como a declaração de serviço e cópia do Bilhete de Identidade nas situações em que um dos cônjuges trabalha e reside fora de determina cidade.

Madalena Alentejo defende neste acto, o envolvimento dos responsáveis das comissões de moradores e para as crianças que já podem se comunicar, uma breve entrevista, em separado.

Denunciou que o actual modelo, tem sido falsificado com facilidade, o que dificulta as autoridades proteger as crianças e mitigar o tráfico de menores na província que registou, este ano, dois casos denunciados pela população, envolvendo três crianças, estando os autores às contas com a justiça.

“O actual modelo permite aos prevaricadores, ludibriarem as autoridades, porque conseguem usar o mesmo documento para mais de uma criança, sobretudo nas fronteiras com a República Democrática do Congo”, alertou.

Fez saber que no actual modelo exige-se apenas a identificação e uma cédula da criança, “documentos que têm sido muito falsificados”.