INAD destrói mais de 800 engenhos explosivos na comuna do Masseca

Cuito Cuanavale – Oitocentos e sessenta e sete engenhos explosivos não detonados foram destruídos, nesta sexta-feira, pelo Departamento Provincial do Instituto Nacional de Desminagem (INAD), na comuna do Masseca, município do Cuito Cuanavale.

Dos engenhos, destacam-se quatro granadas de mão, seis minas anti-pessoal, 11 anti-tanque, 31 munições de Zu 23, assim como 778 obuses de diversos calibres, entre outros.

Em declarações à imprensa, depois do processo de demolição, o chefe do departamento provincial do INAD, Rodrino Jorge Nhama, disse que os engenhos localizados e destruídos representam o resultado das acções desenvolvidas no segundo semestre e uma resposta pontual as denúncias das autoridades tradicionais e policiais, bem como a população em geral.

Lembrou que os engenhos destruídos são remanescentes da guerra que assolou o país e que não oferecem condições de segurança e qualidade para uma actividade militar.

Conforme o responsável, ainda existem, no território do Cuando Cubango, muitas zonas com engenhos, numa altura em que têm sido desenvolvidos trabalhos e acções de desminagem pontuais, porquanto a actividade havia sofrido um interregno devido as condições logísticas.

Sem precisar a quantidade de metros quadrados limpos, assegurou que, comparativamente a igual período anterior, teve uma produção mais elevada por terem trabalhado no campo.

O administrador adjunto da comuna do Masseca, Luis Mutaípe, disse, na ocasião, ser enorme a alegria perante o trabalho de destruição de engenhos explosivos que perigavam a vida do povo, assegurando que já podem cultivar, pastar o gado e mover-se livremente.

Afirmou que tem havido denúncias da existência de engenhos explosivos ou instrumentos suspeitos, por isso o mapeamento de três localidades com fortes indícios da existência de minas e outros engenhos.

Assegurou, no entanto, que as referidas localidades contam actualmente com a presença da organização não governamental The Helo trust, para averiguação e destruição de engenhos explosivos.

 

Dos engenhos, destacam-se quatro granadas de mão, seis minas anti-pessoal, 11 anti-tanque, 31 munições de Zu 23, assim como 778 obuses de diversos calibres, entre outros.

Em declarações à imprensa, depois do processo de demolição, o chefe do departamento provincial do INAD, Rodrino Jorge Nhama, disse que os engenhos localizados e destruídos representam o resultado das acções desenvolvidas no segundo semestre e uma resposta pontual as denúncias das autoridades tradicionais e policiais, bem como a população em geral.

Lembrou que os engenhos destruídos são remanescentes da guerra que assolou o país e que não oferecem condições de segurança e qualidade para uma actividade militar.

Conforme o responsável, ainda existem, no território do Cuando Cubango, muitas zonas com engenhos, numa altura em que têm sido desenvolvidos trabalhos e acções de desminagem pontuais, porquanto a actividade havia sofrido um interregno devido as condições logísticas.

Sem precisar a quantidade de metros quadrados limpos, assegurou que, comparativamente a igual período anterior, teve uma produção mais elevada por terem trabalhado no campo.

O administrador adjunto da comuna do Masseca, Luis Mutaípe, disse, na ocasião, ser enorme a alegria perante o trabalho de destruição de engenhos explosivos que perigavam a vida do povo, assegurando que já podem cultivar, pastar o gado e mover-se livremente.

Afirmou que tem havido denúncias da existência de engenhos explosivos ou instrumentos suspeitos, por isso o mapeamento de três localidades com fortes indícios da existência de minas e outros engenhos.

Assegurou, no entanto, que as referidas localidades contam actualmente com a presença da organização não governamental The Helo trust, para averiguação e destruição de engenhos explosivos.