INEFOP e empresas assinam acordo

  • Fachada do Centro de Formacão Profissional do Cazenga
Luanda – O  Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) assinou, nesta quarta-feira, um acordo de parceria com empresas do sector produtivo e duas instituições de ensino superior para permitir a realização de estágios profissionais de estudantes do ensino médio, superiores e técnicos, numa primeira fase.

Entre os signatários do acordo de parceria estão as universidades Agostinho Neto (UAN), Gregório Semedo (UGS), a Nestle Angola, One time, Axi Research, Mec@home, EPdrones e a Wana Brain.

Numa primeira fase, vão beneficiar do estágios  dois mil e 500 estudantes, como forma de ajudar na elaboração do perfil de saída dos discentes.

O programa tem como objectivo consolidar a formação académica e profissional em contexto real de trabalho, complementar e desenvolver as competências dos cidadãos, com vista a adequar o seu perfil profissional, para melhor inserção na vida activa.

Durante o programa de estágio, o beneficiário que não tenha concluído a 12ª classe, mas que possua um curso técnico de nível 2 e 3, terá direito a um salário
e meio do sector de actividade em que estiver inserido.

Se tiver formação técnicoprofissional de nível 4, beneficiará de dois salários mínimos e os licenciados beneficiarão de dois salários mínimos e meios.

O estágio profissional não obriga a empresa a empregar o estagiário, salvo se encontrar no candidato qualidades que a levem a incluí-lo no seu quadro de pessoal efectivo.

Os candidatos deverão inscrever-se nos centros de emprego existentes no país, enquanto os formandos do INEFOP estão dispensados das inscrições, por ser feita
de forma directa.

O plano, de âmbito nacional, visa ainda fomentar e apoiar o espírito de iniciativa dos empreendedores, fundamentalmente dos jovens e mulheres, além de valorizar o exercício das profissões através da atribuição de carteiras profissionais e dar oportunidade de estágio aos cidadãos recentemente formados.

O surgimento de micro e pequenas empresas, através da atribuição de micro-créditos, kits e ferramentas de trabalho, bem como da melhoria do respectivo ambiente de prestação de serviço, figuram, igualmente, entre os propósitos do programa.

Enquadrada no Plano de Acção para Promoção da Empregabilidade (PAPE), a iniciativa visa  apoiar as acções de fomento à empregabilidade dirigidas especialmente aos mais jovens (17 aos 40 anos), às mulheres, à população rural, aos portadores de deficiência e a outros grupos vulneráveis.

O Executivo angolano assumiu como um dos eixos de actuação a implementação de programas que visam o aumento dos níveis de empregabilidade, como mecanismo de combate à pobreza e a exclusão social.

O INEFOP tem como objecto social a execução e acompanhamento das políticas públicas de formação inicial e contínua da população em idade de trabalhar, tendo, entre outras tarefas, o ajustamento dos perfis profissionais ao permanente desenvolvimento tecnológico, articulação regular e gradativa como Sistema Nacional de ensino para complementaridade, desenvolvimento de cursos com maior perfil de saída, ou seja, com upgrades de algumas acções formativas, por forma a responder as necessidades actuais do mercado de trabalho, permanência do acto regulador no domino da formação inicial e contínua, intervenção faseada a nível dos grandes modelos sob dependência directa.

Dados disponíveis indicam que pelo país, 17 mil jovens estão em formação nos 160 centros especializados de formação profissional.

Entre os signatários do acordo de parceria estão as universidades Agostinho Neto (UAN), Gregório Semedo (UGS), a Nestle Angola, One time, Axi Research, Mec@home, EPdrones e a Wana Brain.

Numa primeira fase, vão beneficiar do estágios  dois mil e 500 estudantes, como forma de ajudar na elaboração do perfil de saída dos discentes.

O programa tem como objectivo consolidar a formação académica e profissional em contexto real de trabalho, complementar e desenvolver as competências dos cidadãos, com vista a adequar o seu perfil profissional, para melhor inserção na vida activa.

Durante o programa de estágio, o beneficiário que não tenha concluído a 12ª classe, mas que possua um curso técnico de nível 2 e 3, terá direito a um salário
e meio do sector de actividade em que estiver inserido.

Se tiver formação técnicoprofissional de nível 4, beneficiará de dois salários mínimos e os licenciados beneficiarão de dois salários mínimos e meios.

O estágio profissional não obriga a empresa a empregar o estagiário, salvo se encontrar no candidato qualidades que a levem a incluí-lo no seu quadro de pessoal efectivo.

Os candidatos deverão inscrever-se nos centros de emprego existentes no país, enquanto os formandos do INEFOP estão dispensados das inscrições, por ser feita
de forma directa.

O plano, de âmbito nacional, visa ainda fomentar e apoiar o espírito de iniciativa dos empreendedores, fundamentalmente dos jovens e mulheres, além de valorizar o exercício das profissões através da atribuição de carteiras profissionais e dar oportunidade de estágio aos cidadãos recentemente formados.

O surgimento de micro e pequenas empresas, através da atribuição de micro-créditos, kits e ferramentas de trabalho, bem como da melhoria do respectivo ambiente de prestação de serviço, figuram, igualmente, entre os propósitos do programa.

Enquadrada no Plano de Acção para Promoção da Empregabilidade (PAPE), a iniciativa visa  apoiar as acções de fomento à empregabilidade dirigidas especialmente aos mais jovens (17 aos 40 anos), às mulheres, à população rural, aos portadores de deficiência e a outros grupos vulneráveis.

O Executivo angolano assumiu como um dos eixos de actuação a implementação de programas que visam o aumento dos níveis de empregabilidade, como mecanismo de combate à pobreza e a exclusão social.

O INEFOP tem como objecto social a execução e acompanhamento das políticas públicas de formação inicial e contínua da população em idade de trabalhar, tendo, entre outras tarefas, o ajustamento dos perfis profissionais ao permanente desenvolvimento tecnológico, articulação regular e gradativa como Sistema Nacional de ensino para complementaridade, desenvolvimento de cursos com maior perfil de saída, ou seja, com upgrades de algumas acções formativas, por forma a responder as necessidades actuais do mercado de trabalho, permanência do acto regulador no domino da formação inicial e contínua, intervenção faseada a nível dos grandes modelos sob dependência directa.

Dados disponíveis indicam que pelo país, 17 mil jovens estão em formação nos 160 centros especializados de formação profissional.