Inundações no Zango Zero já têm solução

  • Centralidade Vida Pacífica, em Luanda
Luanda – O Executivo angolano disponibilizou cinco mil milhões de kwanzas para pôr fim às constantes inundações na zona II da urbanização “Vida Pacifica”, localizada no bairro Zango Zero, município de Viana, em Luanda.

A confirmação da disponibilização do referido valor foi feita pela vice-governadora de Luanda para a Área Técnica e Infra-estruturas, Elizabeth Frank, durante um encontro que congregou entidades envolvidas na solução da problemática que ocorre naquela zona há mais de seis meses, relativa ao tratamento das aguas residuais e pluviais.

Entre essas entidades contam-se a Administração Municipal de Viana, o Governo Provincial de Luanda, a Direcção Nacional de Infra-estruturas do Ministério das Obras Públicas, o INEA, a empresa Omatapalo e a projectista DAR.   

O administrador para a Área Técnica do Município de Viana, Barnabé Raimundo, disse esta  quarta-feira à ANGOP que a solução passa pelo escoamento das águas pela linha natural que vai até à Zona Económica Especial (ZEE), mas este percurso encontra-se totalmente obstruído por residências e armazéns.

Perante esta situação, acrescentou, resta a reparação da Estação de Tratamento de Aguas Residuais (ETAR) da urbanização “Vida Pacifica”, seguida da construção de um canal de evacuação, tanto para as águas pluviais, como para as residuais.

As condutas que saírem da ETAR vão seguir paralelamente a Via Expresso até um determinado ponto por bombagem e desviar-se por gravidade até à bacia que for seleccionada para o efeito.

De acordo com o responsável, os trabalhos para este fim, iniciados na segunda quinzena de Novembro, vão realizar-se em oito meses e, enquanto isso, as águas residuais e pluviais deixam de ser encaminhadas para a bacia existente no outro lado da Via Expresso e bombeadas directamente para a da ZEE.   

Indicou que o tempo útil de vida da referida empreitada está estimado em 15 anos e, posteriormente, vai se procurar uma solução mais estruturada, o que vai exigir mais recursos financeiros.

“A solução mais estruturante e definitiva requer muitos custos, já que várias infraestruturas foram erguidas naquela zona, desde residências, armazéns e outros”, salientou, descartando a possibilidade de demolição das referidas estruturas.

Por seu lado, os moradores da referida centralidade defendem a substituição dos equipamentos antigos da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), para se evitar as constantes inundações na época chuvosa, e não só.

O coordenador do edifício 1 da zona 2, bloco 2, Santos Kiala, afirmou que a substituição desses equipamentos iria permitir uma melhor gestão das águas residuais dos vários edifícios, mediante o seu escoamento na bacia de retenção ali existente.

Lamentam o facto de as obras em curso, a cargo da empresa Omatapalo, serem apenas paliativas.

Santos Kiala afirmou que obtiveram dessa empresa informação de que as águas residuais vão ser canalizadas para uma bacia de retenção localizada nas imediações do Viana Parque e daí para uma tubagem da vala do Kikuxi.

A fonte da ANGOP receia que esse processo não funcione convenientemente, devido à distância entre a centralidade “Vida Pacífica” e a bacia de retenção do Viana Parque.

Disse que além das inundações, as últimas chuvas que caíram em Luanda danificaram 21 viaturas que continuam paralisadas, além de causar um cheiro nauseabundo proveniente dos esgotos e elevado número de mosquitos, prejudiciais à saúde.

Desde 2013, altura em que os imóveis começaram a ser habitados, as Estações de Tratamento de Águas Residuais nunca funcionaram, revelou.

A inoperância das ETAR criou vários transtornos aos moradores, já que, por falta de escoamento, as águas residuais fazem retorno ao pátio de alguns edifícios, deixando os mesmos inundados.

Quando chove, o pátio de alguns edifícios que se encontram na parte baixa da urbanização “Vida Pacifica” acumula água e forma uma bacia, dificultando, em alguns casos, a movimentação dos moradores.

Para minimizar os constrangimentos, o Governo Provincial de Luanda disponibilizou moto-bombas que, provisoriamente, estão a bombear as águas para a lagoa do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), na via expressa.

A urbanização “Vida Pacífica” está situada na zona sul do Município de Viana, estendendo-se por uma área aproximada de 22 hectares.

O projecto contempla uma nova urbanização na localidade do Zango I, onde foram projectados 2.464 fogos habitacionais, distribuídos por 22 edifícios.

O município de Viana, que fiva a 20 quilómetros do centro da cidade capital (Luanda), é composto pelos distritos urbanos de Vila Flor, Zango, Baia, Kikuxi, Estalagem, Vila Sede, além da comuna de Calumbo.

A confirmação da disponibilização do referido valor foi feita pela vice-governadora de Luanda para a Área Técnica e Infra-estruturas, Elizabeth Frank, durante um encontro que congregou entidades envolvidas na solução da problemática que ocorre naquela zona há mais de seis meses, relativa ao tratamento das aguas residuais e pluviais.

Entre essas entidades contam-se a Administração Municipal de Viana, o Governo Provincial de Luanda, a Direcção Nacional de Infra-estruturas do Ministério das Obras Públicas, o INEA, a empresa Omatapalo e a projectista DAR.   

O administrador para a Área Técnica do Município de Viana, Barnabé Raimundo, disse esta  quarta-feira à ANGOP que a solução passa pelo escoamento das águas pela linha natural que vai até à Zona Económica Especial (ZEE), mas este percurso encontra-se totalmente obstruído por residências e armazéns.

Perante esta situação, acrescentou, resta a reparação da Estação de Tratamento de Aguas Residuais (ETAR) da urbanização “Vida Pacifica”, seguida da construção de um canal de evacuação, tanto para as águas pluviais, como para as residuais.

As condutas que saírem da ETAR vão seguir paralelamente a Via Expresso até um determinado ponto por bombagem e desviar-se por gravidade até à bacia que for seleccionada para o efeito.

De acordo com o responsável, os trabalhos para este fim, iniciados na segunda quinzena de Novembro, vão realizar-se em oito meses e, enquanto isso, as águas residuais e pluviais deixam de ser encaminhadas para a bacia existente no outro lado da Via Expresso e bombeadas directamente para a da ZEE.   

Indicou que o tempo útil de vida da referida empreitada está estimado em 15 anos e, posteriormente, vai se procurar uma solução mais estruturada, o que vai exigir mais recursos financeiros.

“A solução mais estruturante e definitiva requer muitos custos, já que várias infraestruturas foram erguidas naquela zona, desde residências, armazéns e outros”, salientou, descartando a possibilidade de demolição das referidas estruturas.

Por seu lado, os moradores da referida centralidade defendem a substituição dos equipamentos antigos da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), para se evitar as constantes inundações na época chuvosa, e não só.

O coordenador do edifício 1 da zona 2, bloco 2, Santos Kiala, afirmou que a substituição desses equipamentos iria permitir uma melhor gestão das águas residuais dos vários edifícios, mediante o seu escoamento na bacia de retenção ali existente.

Lamentam o facto de as obras em curso, a cargo da empresa Omatapalo, serem apenas paliativas.

Santos Kiala afirmou que obtiveram dessa empresa informação de que as águas residuais vão ser canalizadas para uma bacia de retenção localizada nas imediações do Viana Parque e daí para uma tubagem da vala do Kikuxi.

A fonte da ANGOP receia que esse processo não funcione convenientemente, devido à distância entre a centralidade “Vida Pacífica” e a bacia de retenção do Viana Parque.

Disse que além das inundações, as últimas chuvas que caíram em Luanda danificaram 21 viaturas que continuam paralisadas, além de causar um cheiro nauseabundo proveniente dos esgotos e elevado número de mosquitos, prejudiciais à saúde.

Desde 2013, altura em que os imóveis começaram a ser habitados, as Estações de Tratamento de Águas Residuais nunca funcionaram, revelou.

A inoperância das ETAR criou vários transtornos aos moradores, já que, por falta de escoamento, as águas residuais fazem retorno ao pátio de alguns edifícios, deixando os mesmos inundados.

Quando chove, o pátio de alguns edifícios que se encontram na parte baixa da urbanização “Vida Pacifica” acumula água e forma uma bacia, dificultando, em alguns casos, a movimentação dos moradores.

Para minimizar os constrangimentos, o Governo Provincial de Luanda disponibilizou moto-bombas que, provisoriamente, estão a bombear as águas para a lagoa do Instituto Nacional de Estradas de Angola (INEA), na via expressa.

A urbanização “Vida Pacífica” está situada na zona sul do Município de Viana, estendendo-se por uma área aproximada de 22 hectares.

O projecto contempla uma nova urbanização na localidade do Zango I, onde foram projectados 2.464 fogos habitacionais, distribuídos por 22 edifícios.

O município de Viana, que fiva a 20 quilómetros do centro da cidade capital (Luanda), é composto pelos distritos urbanos de Vila Flor, Zango, Baia, Kikuxi, Estalagem, Vila Sede, além da comuna de Calumbo.