Investigador quer políticas públicas viradas à cultura

  • Carnaval na província do Namibe
Luena – O investigador cultural, Salvador Cacoma, defendeu hoje, quarta-feira, no Luena, a criação de políticas públicas para transformar o carnaval numa indústria cultural, capaz de contribuir para a economia e criar postos de empregos.

Em declarações à ANGOP, após uma mesa redonda que abordou o Entrudo na província, ponto mais lato das celebrações do “carnaval atípico”, devido as medidas restritivas da pandemia da Covid-19, afirmou que a massificação de grupos carnavalescos nas escolas é fundamental para criar o gosto à cultura, festa e entretenimento.

Nessa cadeia de transformação do carnaval à indústria cultural, disse que a envolvência do sector empresarial privado é essencial para tornar o carnaval mais atractivo, passível de produzir receitas, alavancar o turismo e criar postos de empregos.

Na perspectiva do investigador da cultura luvale (a segunda mais abundnate do leste, depois do Cokwe), a promoção do carnaval ajudará a preservar e divulgar os hábitos, traços, danças e outros aspectos do património material e imaterial de cada região, de maneira que a angolanidade cultural e histórica se mantenha viva.

Por sua vez, o porta-voz do grupo carnavalesco “DBNC”, António Matias Zibó,  destacou o impacto económico que pode provocar a reorganização e aposta no carnaval, desde a promoção da indústria criativa e o turismo nas cidades em que acontecem.

António Zibo, antigo Rei desse grupo vencedor de oito edições do carnaval, seis dos quais consecutivos, considerou de razoável o actual estado do Entrudo e defende a inclusão das danças modernas no carnaval como o Kuduro e a Kizomba.

Para o director do Gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Zeferino Menezes, o encontro de reflexão foi proveitoso, na medida em que se conseguiu recolher opiniões importantes que servirão para melhorar as edições seguintes do carnaval.

No Moxico, uma exposição fotográfica “substituiu” o tradicional carnaval que é dançado nas ruas, devido à pandemia do novo coronavírus que assola o mundo, desde 2019.

 Os grupos carnavalescos “Baffus Produções”, na classe infantil, e DBNC, de adultos, respectivamente, são os detentores dos títulos da edição de 2020.

           

Em declarações à ANGOP, após uma mesa redonda que abordou o Entrudo na província, ponto mais lato das celebrações do “carnaval atípico”, devido as medidas restritivas da pandemia da Covid-19, afirmou que a massificação de grupos carnavalescos nas escolas é fundamental para criar o gosto à cultura, festa e entretenimento.

Nessa cadeia de transformação do carnaval à indústria cultural, disse que a envolvência do sector empresarial privado é essencial para tornar o carnaval mais atractivo, passível de produzir receitas, alavancar o turismo e criar postos de empregos.

Na perspectiva do investigador da cultura luvale (a segunda mais abundnate do leste, depois do Cokwe), a promoção do carnaval ajudará a preservar e divulgar os hábitos, traços, danças e outros aspectos do património material e imaterial de cada região, de maneira que a angolanidade cultural e histórica se mantenha viva.

Por sua vez, o porta-voz do grupo carnavalesco “DBNC”, António Matias Zibó,  destacou o impacto económico que pode provocar a reorganização e aposta no carnaval, desde a promoção da indústria criativa e o turismo nas cidades em que acontecem.

António Zibo, antigo Rei desse grupo vencedor de oito edições do carnaval, seis dos quais consecutivos, considerou de razoável o actual estado do Entrudo e defende a inclusão das danças modernas no carnaval como o Kuduro e a Kizomba.

Para o director do Gabinete da Cultura, Turismo, Juventude e Desporto, Zeferino Menezes, o encontro de reflexão foi proveitoso, na medida em que se conseguiu recolher opiniões importantes que servirão para melhorar as edições seguintes do carnaval.

No Moxico, uma exposição fotográfica “substituiu” o tradicional carnaval que é dançado nas ruas, devido à pandemia do novo coronavírus que assola o mundo, desde 2019.

 Os grupos carnavalescos “Baffus Produções”, na classe infantil, e DBNC, de adultos, respectivamente, são os detentores dos títulos da edição de 2020.