IURD reabre templos a partir de domingo

  • Parte frontal da IURD no Morro Bento, em Luanda
Luanda – A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) Angola reabre, oficialmente, a partir deste domingo (14), os seus templos em todo o país, de forma faseada.

Segundo o pastor Jimi Inácio, director do gabinete de comunicação e imagem da igreja, serão reabertos, inicialmente, os locais de culto na província de Luanda.

A reabertura dos templos ocorre depois da confirmação, pelas autoridades angolanas, da nova direcção da igreja, coordenada pelo bispo Valente Bizzerra Luís.

Os templos estavam encerrados desde Setembro de 2020, na sequência de investigações das autoridades judiciais angolanas a supostos crimes cometidos por bispos e pastores da antiga direcção.

Conforme Jimi Inácio, que falava à Rádio Nacional de Angola, serão reabertos apenas os templos que não foram lacrados pela Procuradoria-Geral da República, no âmbito das investigações em curso.

Em concreto, as autoridades judiciais angolanas autorizaram a reabertura das catedrais do Patriota, Benfica, Morro Bento, Viana e Camama, em Luanda.

Os demais templos erguidos na capital do país devem ser reabertos nos próximos dias, juntamente com os das províncias da Huíla, Malanje, Bié, Cuanza Sul e outras não especificadas pelo pastor Jimy Inácio.

Todos estes locais de culto da IURD Angola estão, há oito meses, sob gestão do Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR).

Recentemente, o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, reconheceu a liderança do bispo Valente Bizzerra Luís na Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.

A nova direcção da IURD Angola foi eleita em assembleia-geral ordinária, pondo fim ao conflito interno que se instalou em 2019, em consequência de profundas divergências entre bispos, pastores, obreiros angolanos e brasileiros.

Em entrevista à TPA, o ministro assegurou que o conflito então existente na igreja foi dirimido com a realização da assembleia ordinária, cujo resultado foi informado ao Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR), que tem na nova direcção como o interlocutor com o Estado angolano.

"Já não há conflito na Igreja Universal",  disse Jomo Fortunato, sublindo que todas as questões ligadas à IURD serão resolvidas com esta direcção.

"Quem não se revê nessa direcção tem que optar pelo diálogo e pela reconciliação", declarou o governante, na época.

Adiantou que o Estado vai dialogar, proximamente, com esta nova direcção, legitimamente saída da Assembleia-geral.

Segundo o governante, a Assembleia-geral extraordinária foi realizada com base nos estatutos da Igreja e, do ponto de vista legal, a solicitação foi confirmada junto do Estado, através da anotação emitida pelo INAR.

Eleito a 13 de Fevereiro, em assembleia-geral ordinária, o líder da IURD Angola, o bispo Valente Bizzerra Luís avançou que a nova liderança da igreja  vai aprofundar a implementação de programas sociais em benefício das comunidades, especificamente a educação, formação académica e profissional.

Para o efeito, Valente Bizzerra Luís pediu a colaboração da sociedade, para que a igreja possa erguer uma estrutura a nível dos recursos humanos e estruturas físicas para suportar e acolher os programas.

Segundo o pastor Jimi Inácio, director do gabinete de comunicação e imagem da igreja, serão reabertos, inicialmente, os locais de culto na província de Luanda.

A reabertura dos templos ocorre depois da confirmação, pelas autoridades angolanas, da nova direcção da igreja, coordenada pelo bispo Valente Bizzerra Luís.

Os templos estavam encerrados desde Setembro de 2020, na sequência de investigações das autoridades judiciais angolanas a supostos crimes cometidos por bispos e pastores da antiga direcção.

Conforme Jimi Inácio, que falava à Rádio Nacional de Angola, serão reabertos apenas os templos que não foram lacrados pela Procuradoria-Geral da República, no âmbito das investigações em curso.

Em concreto, as autoridades judiciais angolanas autorizaram a reabertura das catedrais do Patriota, Benfica, Morro Bento, Viana e Camama, em Luanda.

Os demais templos erguidos na capital do país devem ser reabertos nos próximos dias, juntamente com os das províncias da Huíla, Malanje, Bié, Cuanza Sul e outras não especificadas pelo pastor Jimy Inácio.

Todos estes locais de culto da IURD Angola estão, há oito meses, sob gestão do Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR).

Recentemente, o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, reconheceu a liderança do bispo Valente Bizzerra Luís na Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.

A nova direcção da IURD Angola foi eleita em assembleia-geral ordinária, pondo fim ao conflito interno que se instalou em 2019, em consequência de profundas divergências entre bispos, pastores, obreiros angolanos e brasileiros.

Em entrevista à TPA, o ministro assegurou que o conflito então existente na igreja foi dirimido com a realização da assembleia ordinária, cujo resultado foi informado ao Instituto Nacional dos Assuntos Religiosos (INAR), que tem na nova direcção como o interlocutor com o Estado angolano.

"Já não há conflito na Igreja Universal",  disse Jomo Fortunato, sublindo que todas as questões ligadas à IURD serão resolvidas com esta direcção.

"Quem não se revê nessa direcção tem que optar pelo diálogo e pela reconciliação", declarou o governante, na época.

Adiantou que o Estado vai dialogar, proximamente, com esta nova direcção, legitimamente saída da Assembleia-geral.

Segundo o governante, a Assembleia-geral extraordinária foi realizada com base nos estatutos da Igreja e, do ponto de vista legal, a solicitação foi confirmada junto do Estado, através da anotação emitida pelo INAR.

Eleito a 13 de Fevereiro, em assembleia-geral ordinária, o líder da IURD Angola, o bispo Valente Bizzerra Luís avançou que a nova liderança da igreja  vai aprofundar a implementação de programas sociais em benefício das comunidades, especificamente a educação, formação académica e profissional.

Para o efeito, Valente Bizzerra Luís pediu a colaboração da sociedade, para que a igreja possa erguer uma estrutura a nível dos recursos humanos e estruturas físicas para suportar e acolher os programas.