Jornal "O País"  ajuda a promover a imagem de Angola

Luanda – A adesão do jornal "O País" a Pressreader, uma das maiores  plataforma de distribuição de jornais digitais vai ajudar a promover a imagem de Angola, na divulgação de conteúdos noticiosos.

Pressreader é uma empresa de tecnologia e distribuição de jornais digitais com sede em Vancouver, no Canadá, e e escritórios em Dublin (Irlanda) e Manila (Filipinas).

Segundo o responsável pelas publicações da Media Nova, Dani Costa, que falava durante o lançamento do novo serviço, é preciso mostrar ao mundo tudo aquilo que se faz hoje um pouco por toda Angola, por via das notícias publicadas no jornal O País e a Revista Exame como forma de atrair mais investidores, sobretudo por via do sector privado.

“Pretendemos ter um país mais informado e promovido em todos os pontos do mundo, fazendo disto uma porta de entrada para o investimento que visa ajudar na melhoria das condições dos angolanos”, disse.

Dani Costa considera ser uma grande ferramenta a adesão ao Pressreader, que é das maiores de alcance mundial.

Para Álvaro Fernão, coordenador da área financeira da Media Nova, além de ser um negócio a adesão a referida plataforma, vai ajudar na expansão e proximidade com publicações mais históricas de nações mais desenvolvidas da América, Europa e Ásia.

Disse que o referido protocolo digital, já deveria estar no mercado, visto que a solicitação do digital é uma questão actual.

“Sem detrimento de uma possível continuidade do papel é necessário que se aposte no digital para revitalizarmos a imprensa escrita nacional”, disse.

Alvaro Fernão referiu ser uma oportunidade para todos aqueles que pretendem publicar livros ou editar uma revista, e a Media Nova quer trazer esta oportunidade para Angola.

“Existem nesta altura perto de cento e oitenta milhões de usuários de smartphones para a população que fala português a nível da lusofonia e serem potenciais leitores dos produtos da imprensa escrita de Angola”, frisou.

Informou que por via das subscrições todos os anunciantes, clientes e patrocinadores mas facilmente vão conseguir levar os seus produtos por via da referida plataforma.

O responsável garantiu que vão comercializar subscrições para instituições que compram este direito de leitura para os seus utentes e trabalhadores, assim como pretendem  dar uma oportunidade a título gratuito a escolas e hospitais, no âmbito da responsabilidade social da empresa.

A Media Nova existe há doze anos, e detém ainda a Rádio Mais e a TV Zimbo.

Pressreader é uma empresa de tecnologia e distribuição de jornais digitais com sede em Vancouver, no Canadá, e e escritórios em Dublin (Irlanda) e Manila (Filipinas).

Segundo o responsável pelas publicações da Media Nova, Dani Costa, que falava durante o lançamento do novo serviço, é preciso mostrar ao mundo tudo aquilo que se faz hoje um pouco por toda Angola, por via das notícias publicadas no jornal O País e a Revista Exame como forma de atrair mais investidores, sobretudo por via do sector privado.

“Pretendemos ter um país mais informado e promovido em todos os pontos do mundo, fazendo disto uma porta de entrada para o investimento que visa ajudar na melhoria das condições dos angolanos”, disse.

Dani Costa considera ser uma grande ferramenta a adesão ao Pressreader, que é das maiores de alcance mundial.

Para Álvaro Fernão, coordenador da área financeira da Media Nova, além de ser um negócio a adesão a referida plataforma, vai ajudar na expansão e proximidade com publicações mais históricas de nações mais desenvolvidas da América, Europa e Ásia.

Disse que o referido protocolo digital, já deveria estar no mercado, visto que a solicitação do digital é uma questão actual.

“Sem detrimento de uma possível continuidade do papel é necessário que se aposte no digital para revitalizarmos a imprensa escrita nacional”, disse.

Alvaro Fernão referiu ser uma oportunidade para todos aqueles que pretendem publicar livros ou editar uma revista, e a Media Nova quer trazer esta oportunidade para Angola.

“Existem nesta altura perto de cento e oitenta milhões de usuários de smartphones para a população que fala português a nível da lusofonia e serem potenciais leitores dos produtos da imprensa escrita de Angola”, frisou.

Informou que por via das subscrições todos os anunciantes, clientes e patrocinadores mas facilmente vão conseguir levar os seus produtos por via da referida plataforma.

O responsável garantiu que vão comercializar subscrições para instituições que compram este direito de leitura para os seus utentes e trabalhadores, assim como pretendem  dar uma oportunidade a título gratuito a escolas e hospitais, no âmbito da responsabilidade social da empresa.

A Media Nova existe há doze anos, e detém ainda a Rádio Mais e a TV Zimbo.