Jornalista da ANGOP entre os vencedores do Prémio de Jornalismo

  • Logo Angop
Huambo – O jornalista Valentino Kulivela Yequenha, da delegação da Agência Angola Press (ANGOP) na província do Huambo, venceu, esta sexta-feira, a categoria de imprensa do Prémio local de Jornalismo, promovido pelo Governo Local.

O profissional da ANGOP venceu com a peça intitulada “Comuna do Hengue destaca-se na produção de feijão”.

Na presente edicção do Prémio foram destinguidos ainda José Monteiro Cassova Calembe, da emissora Católica (Rádio Ecclésia), que venceu o galardão na categoria de rádio, enquanto Maria Celeste Fonseca Lumingo, do centro de Produção da Televisão Pública de Angola (TPA), arrebatou o prémio na categoria de televisão.

Gil Cordeiro Lopes Lupassa, seu colega, foi o grande vencedor em fotojornalismo.

Os vendedores de cada uma das categorias, cujos critérios de selecção foram avaliados com base na objectividade da abordagem do tempo, valores educativo e informativo, independência e investigação, em português e umbundo, foram agraciados com diplomas de mérito e 500 mil kwanzas.

No mesmo acto, testemunhado, entre outras personalidades, pela governadora da província do Huambo, Lotti Nolika, foram homenageados os jornalistas Joaquim Fernando Manuel, Emília Francisca Mendonça, mentora do prémio, Carlos David Samosse, todos reformados, além de Celestino Cayeso, operador de câmara no activo da TPA há 39 anos, tendo já exercido a função director do centro de produção local.

Em declarações à imprensa, a governadora da província, Lotti Nolika, disse tratar-se de um grande momento de engrandecimento da classe jornalística local, apesar medidas impostas pela pandemia Covid-19.

A governante reconheceu que os jornalistas têm se empenhado e dado o melhor de si para fazer chegar a informação aos cidadãos e não só.

A primeira edição do Prémio Huambo de Jornalismo realizou-se em 2001.

 

O profissional da ANGOP venceu com a peça intitulada “Comuna do Hengue destaca-se na produção de feijão”.

Na presente edicção do Prémio foram destinguidos ainda José Monteiro Cassova Calembe, da emissora Católica (Rádio Ecclésia), que venceu o galardão na categoria de rádio, enquanto Maria Celeste Fonseca Lumingo, do centro de Produção da Televisão Pública de Angola (TPA), arrebatou o prémio na categoria de televisão.

Gil Cordeiro Lopes Lupassa, seu colega, foi o grande vencedor em fotojornalismo.

Os vendedores de cada uma das categorias, cujos critérios de selecção foram avaliados com base na objectividade da abordagem do tempo, valores educativo e informativo, independência e investigação, em português e umbundo, foram agraciados com diplomas de mérito e 500 mil kwanzas.

No mesmo acto, testemunhado, entre outras personalidades, pela governadora da província do Huambo, Lotti Nolika, foram homenageados os jornalistas Joaquim Fernando Manuel, Emília Francisca Mendonça, mentora do prémio, Carlos David Samosse, todos reformados, além de Celestino Cayeso, operador de câmara no activo da TPA há 39 anos, tendo já exercido a função director do centro de produção local.

Em declarações à imprensa, a governadora da província, Lotti Nolika, disse tratar-se de um grande momento de engrandecimento da classe jornalística local, apesar medidas impostas pela pandemia Covid-19.

A governante reconheceu que os jornalistas têm se empenhado e dado o melhor de si para fazer chegar a informação aos cidadãos e não só.

A primeira edição do Prémio Huambo de Jornalismo realizou-se em 2001.